O que começou como um swell tempestuoso deu lugar a uma manhã memorável no fim da estrada, aquele point mágico onde o oceano parece recompensar quem tem paciência para esperar o momento certo.
As condições inicialmente difíceis se transformaram em ondas alinhadas, perfeitas para uma sessão intensa com alguns dos nomes mais expressivos da nova e velha guarda do surfe polinésio e havaiano.
Logo no início da ação, Ari abriu o caminho, seguido por Jacob Turner e Kauli Vaast, que mostraram precisão cirúrgica nas linhas pesadas da bancada.
Sage Burke e Benji Brand, conhecidos pela leitura refinada de ondas tubulares, trouxeram fluidez e técnica de sobra, enquanto Kala Grace e Makana Pang adicionaram potência e radicalidade à sessão.
Na sequência, a presença impactante de Matahi Drollet e Gilbert Teave elevou ainda mais o nível, com drops profundos e tubos cavernosos. Mateia Hiquily e Coco mantiveram o ritmo, conectando manobras modernas com um estilo clássico que se encaixa perfeitamente nas paredes cristalinas desse pico.
E, para encerrar com chave de ouro, Eimeo Czermak deslizou com firmeza e confiança, provando mais uma vez por que é considerado um dos nomes mais promissores da nova geração.
Foi uma manhã onde o surfe falou alto, sem exageros, sem frescuras, só performance pura. Quando a tempestade passa e o mar se alinha, quem conhece o caminho até o fim da estrada sabe que o espetáculo é garantido.
Fonte Manea Fabisch














