Margaret River Pro 2024

Italo comanda atuação brazuca

Italo Ferreira vence bateria com maior somatório da primeira fase masculina do Margaret River Pro 2024. Gabriel Medina, Caio Ibelli e Samuel Pupo também passam de fase com vitórias.
Margaret River Pro 2024, Main Break, Austrália

O Brasil já tem quatro surfistas classificados para o Round 3 masculino do Margaret River Pro 2024. Todos estrearam nesta segunda-feira (15/4) e venceram suas baterias no Oeste da Austrália. Italo Ferreira avançou com o maior somatório do dia. Gabriel Medina, Caio Ibelli e Samuel Pupo também passaram de fase. Deivid Silva, Yago Dora e Miguel Pupo caíram para a repescagem e Luana Silva foi eliminada e cortada da elite. Garantida nas oitavas de final femininas, Tatiana Weston-Webb ganhou folga. Disputas foram realizadas em ondas de até 1 metro penteadas pelo terral durante a manhã, e com cerca de 1,5 metro mexidas pelo forte vento maral ao longo da tarde.

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WSL começou a segunda-feira com o Round 1 masculino, depois realizou a repescagem feminina e a primeira bateria da repescagem masculina. O Margaret River Pro 2024 é a quinta etapa do CT na temporada. Após o evento apenas os 22 melhores homens e as 10 melhores mulheres permanecerão na elite. Todos os outros serão cortados e precisarão disputar o circuito de acesso.

Italo Ferreira competiu na sétima disputa masculina do evento contra o japonês Kanoa Igarashi e o australiano Callum Robson. O duelo começou equilibrado, com pequena vantagem para Kanoa. O japonês tinha 7.50 pontos na melhor atuação, contra 6.50 de Callum e 6.00 de Italo. O australiano foi pra liderança pouco antes do fim do primeiro terço da bateria de 30 minutos ao marcar 4.33 pontos.

Os três atletas fizeram boas atuações aos 11 minutos. Kanoa executou duas manobras e anotou 7.57 pontos. Italo também fez dois ataques, porém mais expressivos, e conquistou 8.50 pontos. Callum fez uma rasgada e duas batidas e inseriu mais 8.07 no somatório. A bateria chegou na metade com Kanoa na frente e Italo em último na necessidade de 6.07 para evitar a repescagem.

Perto dos dez minutos finais o brasileiro subiu do terceiro para o primeiro lugar. Italo executou duas fortes batidas, conquistou outra nota 8.50 pontos e deixou Callum em último, precisando de 7.00 para avançar. Sem a prioridade, Italo partiu para os aéreos, porém errou os três que tentou.

Kanoa usou a prioridade para bloquear Callum perto dos 2 minutos finais. Ele não mexeu no placar. O australiano ainda teve uma chance no minuto final, porém caiu após decolar na direita. Italo venceu e avançou com Kanoa para o Round 3. O brasileiro chegou a Margaret River em 18º lugar no ranking e já caiu para a 19ª posição. Ele necessita passar pela terceira fase para mudar sua pontuação.

“Foi uma bateria superdivertida”, disse Italo Ferreira, que depois de garantir a vitória, arriscou vários aéreos, até um Superman, mas não conseguiu aterrissar dos voos. “Eu estava assistindo a bateria antes da minha e foi meio devagar de ondas. Então foi ótimo pegar muitas ondas na minha e conseguir boas pontuações. Eu estava me sentindo bem lá fora e estou muito feliz com meu desempenho”.


A vitória de Medina – O atual campeão da etapa competiu na segunda bateria masculina do evento. Gabriel Medina enfrentou Deivid Silva e o australiano Jack Robinson. Os três atuaram logo no início. Jack errou um aéreo e os brasileiros partiram para as manobras de backside na direita do Main Break. Medina pegou uma onda maior, fez ataques expressivos e chegou no critério excelente com a nota 8.50 pontos. Deivid largou com 5.33 pontos.

Aos 5 minutos Jack executou uma rasgada curta, surfou um tubo e bateu duas vezes para colocar 4.83 no somatório. Dois minutos depois os brasileiros surfaram novamente. Medina disparou na frente com duas batidas e duas rasgadas que valeram 6.50 pontos. Deivid acertou uma rasgada para anotar 3.33 e se manter em segundo lugar. Ele precisava de 9.67 para liderar e Jack necessitava de 3.84 para assumir a segunda posição.

Jack usou a prioridade perto da metade da disputa, fez três ataques de frontside e pulou para o segundo lugar com a nota 7.83 pontos. Deivid tentou dar o troco na sequência, mas cometeu erros e não retomou a segunda posição. O brazuca seguiu ativo e acertou duas manobras para marcar novamente 5.33, o que não mudou sua situação no confronto. Ele seguiu precisando da nota 7.34 para evitar a repescagem.

O duelo seguiu sem alteração no placar até os 5 minutos finais. Jack manobrou três vezes, marcou 6.83 pontos e aumentou a diferença para Deivid. O brasileiro atuou na direita seguinte da mesma série e executou quatro batidas, sendo as duas iniciais muito fortes e verticais. Deivid anotou 7.50 e passou a buscar 7.17 pontos. Jack ficou com a prioridade nos minutos finais e Deivid não teve mais oportunidades. Medina venceu e avançou com o australiano.

Medina chegou na etapa em 20º lugar no ranking e caiu para a 21ª posição. Ele precisa passar mais uma bateria para melhorar sua pontuação. Deivid está em 33º lugar na lista dos melhores e precisa de um excelente resultado na etapa para evitar o corte.

“É bom estar de volta a WA (Western Australia) e comecei a gostar muito dessa onda depois da vitória no ano passado”, disse Gabriel Medina. “Demorei um longo tempo para conseguir surfar bem aqui e hoje (segunda-feira) estava um pouco difícil. Tem muitas ondas diferentes e espero que as condições melhorem um pouco na próxima fase, com mais oportunidades para surfar”.


Caio também vence – A oitava bateria masculina do Margaret River Pro 2024 também terminou com vitória brasileira. Caio Ibelli marcou uma nota no critério excelente e superou o australiano Ryan Callinan além do norte-americano Cole Houshmand.

A primeira metade da bateria teve poucas ondas. Até os 14 minutos Ryan tinha duas notas na casa dos 4 pontos (4.50 e 4.17) e Cole tinha a maior nota, 5.33 pontos. Caio, que havia conquistado apenas 0.73, entrou em ação e escovou uma direita com quatro manobras que valeram 8.00 pontos e a liderança.

Ryan assumiu a primeira posição aos 17 minutos. O australiano acertou três manobras e anotou 6.83 pontos. Na necessidade de 3.33 para liderança, Caio segurou a prioridade até os 6 minutos finais. O brasileiro rasgou ocupando bastante espaço da direita, depois bateu duas vezes, porém na segunda pancada ficou embolado com a espuma. A atuação valeu 6.93 pontos e jogou Ryan para o segundo lugar. A situação do australiano piorou 2 minutos depois. Cole, que precisava de 6.01, usou o direito de escolha de onda, executou três manobras de backside em sequência e marcou 7.40 para pegar a segunda posição.

O australiano ainda teve tempo de pegar uma boa direita e acertar duas batidas fortes. Ele precisava de 5.91 para avançar e anotou 7.50 pontos. Cole ainda tentou marcar os 6.94 pontos que precisava, porém não chegou perto da nota e caiu para a repescagem. Caio venceu com 14.93 pontos contra 14.33 de Ryan e 12.73 de Cole.

Caio já melhorou sua pontuação no ranking com a vaga garantida no Round 3 e está em 26º lugar, porém precisa passar mais baterias para evitar o corte.

Samuel vivo na luta pela permanência na elite – Também deu Brasil na 11ª bateria masculina do Margaret River Pro 2024. Samuel Pupo soltou as manobras de frontside nas direitas do Main Break e venceu com notas na casa dos 7 pontos. O australiano Connor O’Leary avançou em segundo lugar e o indonésio Rio Waida caiu para a repescagem.

O indonésio começou ativo e foi o único a surfar nos 5 minutos iniciais. Ele abriu com 2.33 e na sequência surfou uma esquerda pra colocar mais 4.33 no somatório. Connor e Samuel atuaram pela primeira vez no duelo aos 6 minutos. O australiano executou duas rasgadas e uma batida para anotar 5.33 pontos. O brasileiro rasgou uma vez e acertou mais três pancadas para largar com 7.37 pontos.

Rio voltou pra liderança aos 8 minutos. O atleta fez três ataques para colocar mais 6.33 no somatório. Samuel voltou para o topo aos 13 minutos. O brazuca fez cinco ataques, sendo uma rasgada o melhor, e anotou 7.33 pontos para abrir larga vantagem no placar. Em segundo, Rio precisava de 8.00 para vencer e Connor necessitava de 5.34 para avançar em segundo lugar.

Connor virou pra cima de Rio a 7 minutos do fim. Ele usou a prioridade para surfar sua segunda onda na bateria. O australiano acertou duas batidas e um floater para anotar 7.43 pontos. O indonésio passou a buscar 6.44 para evitar a primeira fase eliminatória da etapa.

Os três atletas surfaram perto do minuto final e todos trocaram notas. Connor aumentou um pouco a diferença para Rio com 5.40 pontos. O indonésio ficou na necessidade de 6.51 e tirou 6.23 na última atuação. Ele caiu para a repescagem. Samuel colocou 7.23 no somatório e confirmou a vitória. O brasileiro é o atual 25º colocado no ranking. Ele precisa passar do Round 3 para aumentar sua pontuação.

Yago e Miguel na repescagem – Além de Deivid, outros dois brasileiros caíram para a repescagm nesta segunda-feira. Yago Dora competiu na nona bateria masculina do evento e terminou em terceiro lugar. O português Frederico Morais venceu e avançou para a terceira fase com o norte-americano Crosby Colapinto, que ficou na segunda posição.

Crosby passou pela metade do confronto de 30 minutos na liderança. Logo no início ele executou duas manobras e anotou 7.83 pontos. Depois ele melhorou o somatório com mais 6.67 e assumir a liderança. Frederico largou com 5.17 e subiu o nível com a nota no critério excelente 8.07. Yago surfou quatro ondas nos 15 minutos iniciais e tinha duas notas na casa dos 6 pontos (6.47 e 6.00). O brasileiro precisava de 6.78 para evitar a repescagem.

A situação do brasileiro piorou quando Frederico colocou mais 6.47 no somatório. A atuação aconteceu a 13 minutos do fim. O português assumiu a liderança, jogou Crosby para a segunda posição e deixou Yago na necessidade de 8.03 para avançar na etapa.

A bateria seguiu sem mudanças até os 4 minutos finais. Frederico usou a prioridade naquele momento, executou três fortes ataques e aumentou a diferença no placar para seus adversários com a nota 7.30 pontos. Yago ficou com o direito de escolha de onda e surfou a 1 minuto do fim. O brasileiro rasgou e tentou voar de backside, porém não completou a manobra e caiu para a repescagem.

Yago é o melhor brasileiro no ranking. Com os resultados atuais ele ocupa a 17ª posição e precisa passar do Round 3 do Margaret River Pro 2024 para aumentar sua pontuação.

Derrota na última bateria da primeira fase – A primeira fase masculina do Margaret River Pro 2024 terminou com derrota brasileira. Miguel Pupo começou bem a disputa, mas os adversários aumentaram o ritmo, surfaram boas ondas e jogaram o brazuca para a repescagem. O italiano Leonardo Fioravanti venceu e avançou com o australiano Liam O’Brien (2º).

Leo abriu a bateria com 4.83 e na onda seguinte da mesma série Miguel largou com 7.00 pontos. O brazuca ficou ativo e foi melhorando seu somatório. Primeiro ele marcou 4.00, depois 4.60 e depois 5.70 para se firmar em primeiro lugar.

Liam atuou pela primeira vez aos 8 minutos. Ele fez três ataques e conquistou 5.50 pontos. O australiano e o italiano surfaram perto da metade do duelo de 30 minutos. Leo foi pra segundo com a nota 6.87, mas Liam subiu o nível e assumiu a liderança com 8.33 pontos. Miguel caiu para segundo e ficou na necessidade de 6.84 para vencer. Em último, Leo precisava de 5.84 para avançar em segundo lugar.

Leo jogou Miguel para a terceira posição aos 16 minutos. O italiano usou a prioridade e executou uma rasgada além de três batidas. A performance valeu 8.00 pontos e ele assumiu a liderança. O brasileiro passou a buscar no mínimo 6.84 para evitar a repescagem.

O australiano ficou com a terceira prioridade e aproveitou duas ondas deixadas pelos adversários. Liam trocou de nota nas duas atuações. Primeiro marcou 5.83 e depois 8.03 para assumir a liderança. Mas Leonardo ainda teve tempo de dar o troco com 8.57 e voltar para o primeiro lugar. Miguel também atuou perto do fim. Ele foi em busca de 9.06 e com duas batidas conquistou 8.07, nota que não mudou sua situação no confronto e ele caiu para a repescagem. Miguel ocupa atualmente o 28º lugar no ranking. Ele precisa passar do Round 3 para aumentar sua pontuação.

Luana se despede da etapa e da elite – Luana Silva é a primeira baixa brasileira no Margaret River Pro 2024. A surfista ficou na terceira posição na bateria válida pela repescagem feminina e com a derrota foi cortada da elite. A australiana India Robinson venceu o duelo e avançou com a costa-riquenha Brisa Hennessy (2ª).

Brisa e India surfaram logo no início da bateria. A costa-riquenha largou com 6.50 e a australiana anotou 6.00 pontos. Luana surfou pela primeira vez na disputa aos 4 minutos. Com duas batidas a brasileira conquistou 4.50 pontos. Luana voltou a fazer dois ataques aos 7 minutos e garantiu mais 4.83 para assumir a liderança. India respondeu na sequência com cinco manobras que valeram 5.83 e ficou com a primeira posição na bateria.

A brasileira caiu para o último lugar aos 12 minutos. Brisa rasgou e bateu de frontside para marcar 6.10 pontos e assumir a primeira posição. Luana passou a buscar 7.00 para não ser eliminada do Margaret River Pro 2024.

A brasileira usou a prioridade aos 18 minutos. Luana fez três manobras e marcou exatamente os 7.00 pontos que precisava para sair da última posição. Porém as adversárias atuaram logo depois. India assumiu a liderança com duas manobras que valeram 7.67 e Brisa também fez dois ataques para colocar mais 6.77 no somatório. Luana passou a precisar de 6.27 para eliminar Brisa do evento.

Luana segurou a prioridade até os 2 minutos finais, porém a direita foi ruim e ela não trocou de nota. A brasileira ainda fez mais uma tentativa, porém não saiu do terceiro lugar e foi eliminada da etapa.

Luana Silva já havia caído do nono para o décimo lugar no ranking, quando foi para a repescagem. Agora, certamente sairá do grupo das top-10 que serão mantidas na elite feminina, para o restante da temporada. Isto porque a brasileira será ultrapassada por quem vencer o segundo duelo das oitavas de final do Margaret River Pro 2024, entre a havaiana Gabriela Bryan e a australiana Isabella Nichols. Gabriela ultrapassa os 14.710 pontos da Luana Silva no ranking com a vitória e Isabella supera a brasileira no segundo critério do desempate, da média de pontos nas baterias.

Melhor do dia – O melhor surfista do dia foi Ethan Ewing. O australiano venceu a quinta bateria com os mesmos 17.00 pontos conquistados por Italo Ferreira na sétima disputa, porém ele anotou 9.50 na melhor atuação da segunda-feira. Ethan abriu a performance com um poderoso layback, seguido de um snap e de uma rasgada invertendo a direção da prancha. O aussie colocou ainda mais 7.50 no placar para avançar com o norte-americano Kade Matson, que ficou em segundo lugar. O convidado para a etapa, o australiano Reef Heazlewood terminou em terceiro e caiu para a repescagem.


John John avança com sustos – John John Florence não fez boa estreia no Margaret River Pro 2024. O bicampeão da prova realizada optou por esperar por boas ondas enquanto seus adversários entravam em ação. Na segunda metade da disputa ele tentou ficar ativo, porém não saiu da terceira posição. O convidado para a etapa, o australiano George Pittar, venceu e avançou com o havaiano Ian Gentil (2º).

O bicampeão mundial usou uma estratégia diferente na repescagem, realizada em ondas mexidas pelo forte vento maral. John John ficou muito ativo, porém em nenhum momento conseguiu tranquilidade. O havaiano perdeu a liderança para o australiano Callum Rosbon, autor de duas notas na casa dos 6 pontos (6.67 e 6.17). John John, que conquistou 5.67 nos primeiros minutos, lutou até conseguir mais 5.70 e se distanciar um pouco do aussie Otis North. O convidado para a etapa tinha 5.43 e precisava de 5.94 para vencer. Otis tentou a virada perto do fim, mas os 4.40 pontos não mudaram as posições no confronto.

John John bloqueou Otis perto do minuto final. O havaiano não trocou de nota e o australiano ainda conseguiu surfar antes do término, porém os 5.30 pontos não foram suficientes para evitar a sua eliminação. Callum venceu e avançou com John John.

Próxima chamada e previsão das ondas – A próxima chamada para o Margaret River Pro 2024 acontece na manhã de terça-feira (16/4) na Austrália, noite desta segunda-feira (15/4) no Brasil devido ao fuso horário, às 20h15 (de Brasília). De acordo com a previsão divulga pela WSL, dia deve ter ondas de 5 a 7 pés de face. O vento pode soprar de terral na primeira metade do dia e de maral durante a tarde.

Transmissão ao vivo – Todas as etapas do WSL Championship Tour passam ao vivo no Sportv e Globoplay. As disputas também podem ser vistas pelo WorldSurfLeague.com e pelo Aplicativo, além do Canal da WSL no YouTube.

Margaret River Pro 2024
Round 1 Masculino

1 Imaikalani deVault (HAV) 14.50 x Eli Hanneman (HAV) 12.03 x Barron Mamiya (HAV) 11.33

2 Gabriel Medina (BRA) 15.00 x Jack Robinson (AUS) 14.66 x Deivid Silva (BRA) 12.83

3 Ramzi Boukhiam (MAR) 13.26 x Jake Marshall (EUA) 11.53 x Kelly Slater (EUA) 9.77

4 George Pittar (AUS) 11.57 x Ian Gentil (HAV) 8.87 x John John Florence (HAV) 6.83

5 Ethan Ewing (AUS) 17.00 x Kade Matson (EUA) 15.00 x Reef Heazlewood (AUS) 12.30

6 Seth Moniz (HAV) 12.70 x Griffin Colapinto (EUA) 12.20 x Otis North (AUS) 6.86

7 Italo Ferreira (BRA) 17.00 x Kanoa Igarashi (JAP) 15.07 x Callum Robson (AUS) 14.57

8 Caio Ibelli (BRA) 14.93 x Ryan Callinan (AUS) 14.33 x Cole Houshmand (EUA) 12.73

9 Frederico Morais (POR) 15.37 x Crosby Colapinto (EUA) 14.50 x Yago Dora (BRA) 12.47

10 Jacob Willcox (AUS) 16.17 x Jordy Smith (AFR) 15.23 x Matthew McGillivray (AFR) 15.10

11 Samuel Pupo (BRA) 14.56 x Connor O’Leary (AUS) 12.83 x Rio Waida (IDN) 12.56

12 Leonardo Fioravanti (ITA) 16.57 x Liam O’Brien (AUS) 16.36 x Miguel Pupo (BRA) 15.37
Repescagem Masculina

1 Callum Robson (AUS) 12.84 x John John Florence (HAV) 11.37 x Otis North (AUS) 10.73

2 Barron Mamiya (HAV) x Miguel Pupo (BRA) x Reef Heazlewood (AUS)

3 Cole Houshmand (EUA) x Yago Dora (BRA) x Kelly Slater (EUA)

4 Rio Waida (IDN) x Matthew McGillivray (AFR) x Deivid Silva (BRA)
Repescagem Feminina

1 Sally Fitzgibbons (AUS) 16.27 x Johanne Defay (FRA) 13.73 x Bronte Macaulay (AUS) 6.33

2 India Robinson (AUS) 13.67 x Brisa Hennessy (CRI) 13.27 x Luana Silva (BRA) 11.83
Oitavas de final

1 Johanne Defay (FRA) x India Robinson (AUS)

2 Gabriela Bryan (HAV) x Isabella Nichols (AUS)

3 Molly Picklum (AUS) x Alyssa Spencer (EUA)

4 Brisa Hennessy (CRI) x Lakey Peterson (EUA)

5 Caitlin Simmers (EUA) x Sophie McCulloch (AUS)

6 Tatiana Weston-Webb (BRA) x Tyler Wright (AUS)

7 Caroline Marks (EUA) x Sally Fitzgibbons (AUS)

8 Bettylou Sakura Johnson (HAV) x Sawyer Lindblad (EUA)

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    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Seth Moniz (HAV) x Cole Houshmand (EUA)2 – Yago Dora (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP)3 – Morgan Cibilic (AUS) x Leonardo Fioravanti (ITA)4 – Callum Robson (AUS) x Jake Marshall (EUA)5 – Italo Ferreira (BRA) x Connor O’Leary (JAP)6 – Samuel Pupo (BRA) x Griffin Colapinto (EUA)7 – Miguel Pupo (BRA) x Kauli Vaast (FRA)8 – Barron Mamiya (HAV) x Gabriel Medina (BRA) Quartas de final 1 – vencedor da bateria 1 do Round 3 x vencedor da bateria 2 do Round 32 – vencedor da bateria 3 do Round 3 x vencedor da bateria 4 do Round 33 – vencedor da bateria 5 do Round 3 x vencedor da bateria 6 do Round 34 – vencedor da bateria 7 do Round 3 x vencedor da bateria 8 do Round 3 Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Gabriela Bryan (HAV) x Yolanda Hopkins (POR)6 – Nadia Erostarbe (ESP) x Isabella Nichols (AUS)7 – Molly Picklum (AUS) x Brisa Hennessy (CRC)8 – Lakey Peterson (EUA) x Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Vahine Fierro (FRA) x Erin Brooks (CAN)3 – vencedora da bateria 5 do Round 2 x vencedora da bateria 6 do Round 24 – vencedora da bateria 7 do Round 2 x vencedora da bateria 8 do Round 2

    Próxima chamada nesta segunda-feira (31) às 16h (de Brasília). Confira a transmissão ao vivo do Fiji Pro 2026, direto de Cloudbreak, e participe dos debates em nosso fórum.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.