Pro Bells Beach 2024

Medina acelera na Austrália

Tricampeão mundial Gabriel Medina passa de fase com maior nota e maior somatório do primeiro dia do Pro Bells Beach 2024.
Pro Bells Beach 2024, Victoria, Austrália

A WSL começou o Pro Bells Beach 2024 nesta terça-feira (26/3), realizou 22 baterias de duas fases masculinas e uma feminina e o grande nome foi Gabriel Medina. O tricampeão mundial iniciou a busca pelo seu primeiro título de vencedor da etapa australiana com a maior nota e o maior somatório do dia. Além dele, outros 5 brasileiros avançaram na categoria masculina. Deivid Silva foi eliminado. Entre as mulheres, Luana Silva venceu e garantiu lugar nas oitavas de final, enquanto Tatiana Weston-Webb está na repescagem. Competição foi realizada em altas ondas acima de 2 metros, porém as condições pioraram ainda durante a manhã no país da Oceania com a entrada do vento maral.

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Medina competiu na 10ª bateria do evento contra o australiano Liam O’Brien e o norte-americano Cole Houshmand. Liam foi o primeiro a atuar. O aussie largou com um layback forte, depois rasgou e foi até o inside para acertar uma batida. A nota foi 6.50 pontos. Logo depois, aos 4 minutos, o brasileiro estreou no evento. Medina fez uma série de manobras, sendo três batidas verticais as de destaque. A atuação valeu 8.00 pontos. Liam voltou a surfar dois minutos depois. O surfista fez boa apresentação e colocou mais 7.50 no placar.

O brazuca usou a prioridade aos 17 minutos para assumir a liderança. Medina executou 4 ataques bem definidos e potentes. Ele precisava de 6.14 e conquistou 9.33 pontos, a maior nota da etapa até o momento. O tempo passou, nenhum atleta mexeu no placar e Medina avançou para o Round 3 com o maior somatório da prova, 17.33 pontos. Liam (2º) também está garantido na fase. Cole (3º) caiu para repescagem. O surfista dos Estados Unidos já competiu pelo Round 2 e avançou ao ficar em segundo lugar.

“Tinha altas ondas, a prancha tá animal e fico feliz de estar aproveitando cada onda, cada momento”, disse Gabriel Medina, na descontraída entrevista ao Instagram do People On Tour. “Só a sensação de estar em cima da prancha ali, tá animal. Parece até uma viagem, mas fazia tempo que eu não tinha esse prazer de surfar. Acho que com prancha boa, com as coisas tudo andando, faz esse momento, então aproveitar ao máximo, bateria por bateria e tem mais já já né. Vamo embora e estar feliz ajuda, é a cereja no bolo”.


Mais vitórias brasileiras – As outras vitórias brasileiras na primeira fase masculina foram conquistadas por Miguel Pupo e Yago Dora. Miguel foi o primeiro brazuca a participar do Pro Bells Beach 2024. O atleta conquistou a maior nota do segundo duelo e confirmou sua participação no Round 3 da etapa. O havaiano Barron Mamiya avançou em segundo lugar e Deivid Silva caiu para a repescagem.

Barron surfou as primeiras duas ondas da disputa antes dos 5 minutos iniciais. A melhor foi a primeira, quando ele fez quatro ataques de frontside, sendo o primeiro e o último, duas batidas, os melhores. A performance valeu 4.17 pontos. Miguel entrou em ação aos 6 minutos. O brasileiro fez uma boa escolha. A direita era da série e ofereceu mais seções íngremes para manobras fortes. O atleta abriu a performance com um cutback, depois foi na crista e voou com ela para a base da onda. Na sequência o surfista escalou espuma, executou outro cutback e bateu embaixo do lip da junção. Miguel largou com 6.67 pontos.

Os três atletas atuaram na sequência, mas cometerem erros. Deivid estreou no evento com a nota 0.50. Barron (3.57) e Miguel (3.43) até começaram bem suas performances, porém o havaiano falhou numa batida e o brasileiro se atrapalhou durante uma cavada numa parede espumada.

Deivid tentou se manter vivo na bateria após uma segunda onda fraca. Perto da metade do confronto de 30 minutos ele bateu forte duas vezes numa direita intermediária para adicionar 3.40 ao placar. Com a nota ele passou a buscar 4.34 para pegar o segundo lugar de Barron.

A bateria seguiu morna, com pouca ação e sem mudança no somatório. Deivid ainda tentou os 4.34 pontos que precisava a 3 minutos do fim. A direita não era da série e os ataques foram feitos apenas no inside (rasgada e batida). Ele conquistou 3.63, não saiu da terceira posição e caiu para a repescagem. Miguel (1º) e Barron (2º) avançaram para a terceira fase.

“Estou feliz de ver Bells assim com altas ondas e eu queria pegar mais na minha bateria”, disse Miguel Pupo. “Tinham muitas ondas que vinham varrendo tudo, eu fiquei procurando aquelas com mais parede e consegui uma, que foi suficiente para vencer. No início da bateria, estávamos indo cada vez mais pra dentro do pico e o Barron pegou a primeira onda, que não foi boa. Eu me aproveitei disso e na primeira que eu peguei, já consegui uma nota boa. Depois, só surfei mais uma fraca, mas consegui vencer. Esse evento é muito legal e estou feliz de estar aqui competindo, fazendo o que eu amo”.


Dobradinha brasileira – A primeira e única dobradinha brasileira no Pro Bells Beach 2024 aconteceu na 12ª disputa da primeira fase masculina. Yago Dora venceu o duelo e avançou para o Round 3 com Italo Ferreira, que ficou em segundo lugar. Frederico Morais terminou na terceira posição.

Os três pegaram ondas logo no início do confronto. Italo largou na frente com 6.00, contra 5.33 de Yago e 4.00 de Frederico. Yago foi para liderança aos 9 minutos. O brasileiro usou a prioridade, fez um floater numa seção espumada da direita e bateu chutando a rabeta por cima da crista. A atuação valeu 4.77 pontos. Aos 12 minutos o atleta voltou a ficar em pé na prancha e alterou o placar com 4.87 pontos.

Italo, Frederico e Yago voltaram a atuar, mas as notas não alteraram as posições na bateria. O confronto entrou nos 10 minutos finais com Italo na necessidade de 4.20 pontos para assumir a liderança e Frederico de 4.34 para pegar a segunda posição.

Enquanto Yago atuou, mas não trocou de nota, Frederico usou a prioridade aos 24 minutos. O português começou a apresentação com duas rasgadas, depois fez uma série de curvas curtas para entrar no inside, parte da onda mais forte onde ele rasgou e bateu. Frederico assumiu a segunda posição com 5.33 pontos. Italo tentou dar o troco antes de ouvir a nota, porém a direita foi ruim.

Italo voltou a surfar a três minutos do fim. O início e o final da onda ofereceram boas seções que o brasileiro soube aproveitar. Ele precisava de 3.33 e anotou 4.00 para avançar em segundo lugar. Yago trocou de nota no último minuto (4.90), confirmou a vitória e também garantiu vaga no Round 3. Frederico ainda foi para o tudo ou nada perto do fim, mas a onda não ofereceu boas paredes, ele não trocou de nota e caiu para a repescagem.


Samuel e Caio – Outros dois brasileiros também se classificaram para o Round 3, porém com mais dificuldade. Samuel Pupo e Caio Ibeli ficaram em último lugar em baterias válidas pela primeira fase, mas superaram a repescagem.

Jordy Smith comandou as ações na sétima disputa do Pro Bells Beach 2024. O sul-africano disparou na frente do placar com a primeira nota no critério excelente do evento, e deixou a briga pela outra vaga no Round 3 entre Ian Gentil e Caio Ibelli. O brasileiro chegou a virar pra cima do havaiano, porém a 6 minutos do fim caiu para a última posição.

Ian colocou pressão nos adversários aos 4 minutos. Jordy havia surfado pouco antes e anotado 3.83 com dois fortes ataques, porém caiu sentado na prancha logo depois. O havaiano bateu, rasgou duas vezes e fez outras duas curvas lentas esperando a onda levantar no inside, então executou um layback na junção. A performance valeu 6.33 pontos.

Caio atuou pela primeira vez aos 8 minutos. O brazuca conseguiu algumas seções fortes para bater e anotou 5.00 pontos. Jordy surfou 1 minuto depois, fez boas curvas, com pressão e linkadas uma na outra até fechar a performance com forte ataque à junção. O sul-africano disparou na frente com a primeira nota no critério excelente do Pro Bells Beach 2024, 8.17 pontos. Caio e Ian surfaram na sequência. O havaiano inseriu mais 4.67 no somatório e Caio não foi bem (0.77). O brasileiro passou a buscar 6.01 para evitar a repescagem.

Na metade do duelo de 30 minutos o havaiano usou a segunda prioridade para bloquear o brasileiro, porém a direita foi ruim. Logo depois o brazuca fez três ataques e caiu na sequência. Jordy também atuou na mesma série e executou quatro manobras, duas delas potentes. Caio assumiu a segunda posição com 6.07 e Jordy se distanciou na ponta com mais 7.67 pontos. Ian passou a buscar 4.74 para evitar a primeira fase eliminatória do evento.

Ian e Caio surfaram aos 24 minutos. O havaiano foi na frente e executou três manobras. O brasileiro pegou a direita seguinte da mesma série. Ele acertou três ataques e caiu na junção. Caio melhorou sua pontuação com a nota 5.23, porém o havaiano anotou 5.73 e pegou o segundo lugar. O brasileiro ainda tentou voar, mas não acertou a manobra e caiu para a repescagem.

Caio vence na repescagem – Caio foi para o tudo ou nada no evento na primeira bateria da repescagem. Ele competiu contra o australiano convidado para a etapa, Tully Wylie, e o havaiano Seth Moniz.

Os três entraram em ação antes dos 5 minutos iniciais. O havaiano Seth rasgou e depois foi até o inside para fechar a apresentação com uma batida. Ele começou o duelo com 4.83 pontos. Tully acertou duas batidas, e entre elas rasgou em partes mais cheias da onda, para conquistar 5.83, e Caio apresentou um repertório parecido com o do australiano para colocar 5.33 no placar.

Seth voltou a surfar aos 9 minutos. O havaiano executou uma rasgada um pouco presa, depois acertou uma limpa, travou novamente na terceira curva e bateu forte numa junção espumada. A performance valeu 5.40 pontos e a liderança. Aos 17 minutos o brasileiro bateu forte na primeira seção aberta da direita, e acertou outra pancada no inside para anotar 4.40 pontos. Ele assumiu o segundo lugar.

A bateria seguiu morna até pouco antes dos 2 minutos finais. Caio, que tinha a terceira prioridade, entrou numa direita, executou uma batida e um cutback na primeira parte da onda, e no inside bateu duas vezes. Tully entrou na onda seguinte da mesma série. O aussie abriu a apresentação com uma batida, depois executou outra pancada, rasgou e bateu novamente. Caio marcou 5.77 e assumiu a liderança. Tully anotou 5.40 e eliminou Seth da competição. O havaiano se despediu do evento em 33º lugar.

Samuel perde na primeira fase – O Pro Bells Beach 2024 não começou bem para Samuel Pupo. O brasileiro não entrou em sintonia com o pico australiano, ficou em último lugar na nona bateria e caiu para a repescagem. Samuel ficou atrás do australiano Ryan Callinan (1º) e do japonês Connor O’Leary (2º) no placar.

Ryan começou acelerado. Logo no início o australiano anotou 6.50 pontos com duas batidas, uma pra ganhar a seção e outra vertical na junção. O atleta voltou a atuar aos 9 minutos e acertou outra pancada forte. Ele caiu no segundo ataque e anotou 2.50 pontos.

Connor atuou pela primeira vez aos 10 minutos, mas depois de rasgar numa parte lenta da direita, caiu da prancha quando foi para uma batida reta (2.00). Samuel fez sua estreia no confronto aos 17 minutos, mas errou um layback em seu primeiro movimento agressivo.

O australiano e o japonês atuaram aos 18 minutos e fizeram bons trabalhos, com alguns ataques verticais. Ryan abriu vantagem com a nota 7.17 e Connor se distanciou do brasileiro no placar com 5.83 pontos.

Samuel tentou entrar na briga aos 21 minutos. O brasileiro executou boa rasgada, depois um cutback, outra curva com pressão e mais duas batidas. Ele precisava de 7.06 para assumir o segundo lugar e anotou 4.33 pontos. Connor respondeu rapidamente, e com 4 manobras conquistou 5.83 para complicar um pouco mais o caminho do brasileiro, que passou a necessitar de 7.33 para avançar na etapa.

Connor e Ryan ainda surfaram antes do fim, mas não trocaram de nota. Já o brasileiro não teve mais chances e caiu para a repescagem.

Samuel avança em segundo e Deivid fica pelo caminho – Dois brasileiros participaram da terceira bateria da repescagem masculina do Pro Bells Beach. Um avançou e o outro foi eliminado. Frederico Morais venceu o confronto e garantiu vaga na terceira fase. Samuel Pupo também conquistou lugar no Round 3, enquanto Deivid Silva demorou a se conectar com o pico australiano, ficou na última posição e foi eliminado.

Samuel surfou depois dos dois adversários, mas largou melhor. O brasileiro fez algumas boas curvas e ainda acertou uma junção de espuma para largar com 6.00 pontos. Frederico executou três manobras e marcou 5.00, enquanto Deivid acertou uma pancada e conquistou com 2.67 pontos. Deivid voltou a atuar logo depois, mas a onda não ofereceu boas seções e ele colocou apenas mais 2.23 no somatório.

Aos 12 minutos entrou numa série. Frederico Morais tinha a prioridade e deixou a primeira direita para Samuel. O brasileiro espremeu a onda ao máximo e anotou 4.50 pontos. O português entrou na direita seguinte e encaixou boas manobras para marcar 6.50 e assumir a liderança. As atuações complicaram o caminho de Deivid Silva, que passou a precisar de 8.13 para evitar a eliminação.

Depois de mais duas atuações sem destaque, Deivid conseguiu diminuir a diferença no placar. Restavam 7 minutos para o fim e e ele tinha a terceira prioridade, porém os adversários deixaram uma direita intermediária passar e o brasileiro entrou em ação. O atleta bateu três vezes e rasgou antes de partir para o inside, parte da onda que ele executou mais duas pancadas. A performance valeu 5.70 e ele passou a buscar 5.11 pontos para seguir vivo na prova.

Samuel bloqueou Deivid a 2 minutos do fim. O surfista ainda fez um bom trabalho com boas batidas, mas não mexeu no somatório. Logo depois foi Frederico que usou a prioridade para evitar que Deivid entrasse em ação. O português também não trocou de nota. Deivid ainda teve tempo de entrar numa onda, porém ela foi ruim e ele acabou eliminado. Frederico venceu com 11.50 e avançou com Samuel Pupo para o Round 3.

Luana começa bem – O Brasil já tem representante nas oitavas de final do Pro Bells Beach 2024. Luana Silva começou a prova feminina com vitória e está garantida na fase das 16 melhores do evento australiano. A francesa Johanne Defay (2ª) também avançou e a norte-americana Alyssa Spencer (3ª) caiu para a primeira fase eliminatória da etapa.

Johanne dominou a primeira metade da disputa. Mesmo sem se destacar, a francesa fez as maiores notas (4.33 e 3.67) para ficar na frente do placar. Alyssa e Luana só surfaram uma onda cada, melhor para a norte-americana que anotou 4.07 contra 2.00 da brasileira.

A primeira onda mais longa da brasileira foi surfada aos 17 minutos. Luana conseguiu fazer algumas curvas, além de uma batida na última seção da direita para conquistar 4.90 pontos e assumir o segundo lugar.

A bateria ficou morna até entrar nos 5 minutos finais. Luana usou a prioridade, rasgou invertendo a direção da prancha e bateu duas vezes. Johanne entrou na onda seguinte da mesma série, mas não achou seções críticas. Alyssa atuou logo em seguida, mas a direita também não foi boa. A brasileira anotou 5.83 e foi para a liderança. A francesa (3.87) e a norte-americana (3.00) também melhoraram seus somatórios, mas não saíram de suas posições.

Luana não baixou a guarda mesmo com a vitória praticamente assegurada e voltou a atuar. A brasileira fez outra boa atuação, a melhor de toda a disputa, colocou mais 6.50 no placar e avançou com vitória. Johanne também se garantiu nas oitavas de final e Alyssa caiu para a repescagem.


Tati perde de virada – Tatiana Weston-Webb não teve a mesma sorte e está na repescagem do Pro Bells Beach 2024. A brasileira chegou no minuto final da sexta bateria feminina em segundo lugar, porém sofreu a virada de Sally Fitzgibbons, australiana que marcou nota no critério excelente para avançar às oitavas de final com a conterrânea Tyler Wright.

A atual bicampeã do evento (2022 e 2023) comandou as ações na primeira metade da disputa. Tyler largou com a nota 8.00 conquistada com duas fortes batidas. Na sequência ela surfou uma onda mais longa e fez mais manobras, porém de menor impacto e marcou 7.17 pontos. Assim como Tyler, Sally também surfou duas direitas nos 15 minutos iniciais do confronto. Ela colocou 4.17 e 5.17 no placar. A brasileira começou bem, com 6.00, e aos 16 minutos executou três rasgadas além de uma batida na junção para inserir 7.00 no somatório.

Sally fez duas tentativas em busca dos 7.83 pontos que precisava, mas não chegou perto da virada, porém no minuto final a história mudou. A australiana usou a prioridade, executou duas rasgadas e um layback forte numa junção de espuma para anotar 8.43 pontos e pular para o segundo lugar. Atuação jogou a brasileira para a terceira posição e Tati enfrentará a repescagem. As adversárias da surfista na primeira fase eliminatória do evento são as norte-americanas Caitlin Simmers e Alyssa Spencer.

Próxima chamada e previsão das ondas – A próxima chamada para o Pro Bells Beach 2024 acontece na manhã de quarta-feira (27) na Austrália, início de noite desta terça (26) no Brasil devido ao fuso horário, às 17h30 para um possível início às 18h03 (de Brasília). A WSL analisará as condições para o surfe em Winkipop e Bells. A ideia é iniciar o dia com a repescagem feminina, seguida das oitavas de final das mulheres e do Round 3 dos homens. Essas duas últimas fases citadas devem ser realizadas com baterias simultâneas (Overlapping Heats). Entidade não descarta começar em Bells e mudar para Winkipop durante o dia.

De acordo com a previsão, as ondas devem ficar com 4 a 6 pés de face com possíveis séries maiores. A direção do swell (Sudoeste) é bom para os picos. O vento pode soprar fraco de terral pela manhã e virar para maral perto do meio do dia, ganhando força com o passar das horas.

Pro Bells Beach 2024
Round 1 Feminino

1 Luana Silva (BRA) 12.33 x Johanne Defay (FRA) 8.20 x Alyssa Spencer (EUA) 7.07

2 Caroline Marks (EUA) 13.17 x Gabriela Bryan (HAV) 12.43 x Sophie McCulloch (AUS) 8.73

3 Ellie Harrison (AUS) 10.74 x Isabella Nichols (AUS)10.27 x Molly Picklum (AUS) 9.33

4 Brisa Hennessy (CRI) 12.50 x Sawyer Lindblad (EUA) 12.10 x Caitlin Simmers (EUA) 9.57

5 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 10.67 x Lakey Peterson (EUA) 10.17 x India Robinson (AUS) 9.00

6 Tyler Wright (AUS) 15.17 x Sally Fitzgibbons (AUS) 13.60 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 13.00
Round 2

1 Molly Picklum (AUS) x India Robinson (AUS) x Sophie McCulloch (AUS)

2 Caitlin Simmers (EUA) x Tatiana Weston-Webb (BRA) x Alyssa Spencer (EUA)

Round 1 Masculino

1 Ramzi Boukhiam (MAR) 11.84 x Kanoa Igarashi (JAP) 10.50 x Kade Matson (EUA) 4.80

2 Miguel Pupo (BRA) 10.10 x Barron Mamiya (HAV) 7.74 x Deivid Silva (BRA) 7.03

3 Kelly Slater (EUA) 11.67 x John John Florence (HAV) 10.84 x Seth Moniz (HAV) 5.00

4 Jack Robinson (AUS) 12.33 x Morgan Cibilic (AUS) 12.17 x Rio Waida (IND) 10.67

5 Ethan Ewing (AUS) 9.90 x Matthew McGillivray (AFR)8.57 x George Pittar (AUS) 8.10

6 Griffin Colapinto (EUA) 12.00 x Jacob Willcox (AUS) 10.40 x Tully Wylie (AUS) 10.33

7 Jordy Smith (AFR) 15.84 x Ian Gentil (HAV) 12.06 x Caio Ibelli (BRA) 11.30

8 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.00 x Imaikalani deVault (HAV) 11.23 x Eli Hanneman (HAV) 9.90

9 Ryan Callinan (AUS) 13.67 x Connor O’Leary (JAP) 11.66 x Samuel Pupo (BRA) 5.10

10 Gabriel Medina (BRA) 17.33 x Liam O’Brien (AUS) 14.00 x Cole Houshmand (EUA) 8.00

11 Jake Marshall (EUA) 13.26 x Crosby Colapinto (EUA) 11.33 x Callum Robson (AUS) 7.37

12 Yago Dora (BRA) 10.23 x Italo Ferreira (BRA) 10.00 x Frederico Morais (POR) 9.33

Round 2

1 Caio Ibelli (BRA) 11.10 x Tully Wylie (AUS) 11.06 x Seth Moniz (HAV) 10.23

2 George Pittar (AUS) 14.07 x Rio Waida (IND) 13.37 x Eli Hanneman (HAV) 13.00

3 Frederico Morais (POR) 11.50 x Samuel Pupo (BRA) 10.80 x Deivid Silva (BRA) 8.37

4 Kade Matson (EUA) 13.16 x Cole Houshmand (EUA) 9.54 x Callum Robson (AUS) 6.03

Round 3

1 Jack Robinson (AUS) x Morgan Cibilic (AUS)

2 Ryan Callinan (AUS) x Imaikalani deVault (HAV)

3 Leonardo Fioravanti (ITA) x Samuel Pupo (BRA)

4 Connor O’Leary (AUS) x Matthew McGillivray (AFR)

5 Ethan Ewing (AUS) x George Pittar (AUS)

6 Ramzi Boukhiam (MAR) x Liam O’Brien (AUS)

7 Gabriel Medina (BRA) x Cole Houshmand (EUA)

8 Kanoa Igarashi (JAP) x Jacob Willcox (AUS)

9 Griffin Colapinto (EUA) x Tully Wylie (AUS)

10 Miguel Pupo (BRA) x Crosby Colapinto (EUA)

11 Barron Mamiya (HAV) x Kelly Slater (EUA)

12 Jake Marshall (EUA) x Frederico Morais (POR)

13 John John Florence (HAV) x Kade Matson (EUA)

14 Yago Dora (BRA) x Ian Gentil (HAV)

15 Italo Ferreira (BRA) x Rio Waida (IND)

16 Jordy Smith (AFR) x Caio Ibelli (BRA)

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    Próxima chamada para o possível Finals Day do MEO Rip Curl Pro Portugal, em Peniche, acontece nesta quarta-feira (21), às 9h (horário de Brasília). Assista ao vivo e participe dos debates em nosso fórum. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para ver a previsão das ondas em Supertubos A previsão aponta uma nova subida das ondas na terça-feira e outra mais forte perto de quinta, embora a qualidade do vento seja mais incerta nesse período. Na véspera da abertura, a equipe da BestProImages acompanhou de perto os treinos em Supertubos e registrou alguns dos melhores momentos de ação de Gabriel Medina, Italo Ferreira, Yago Dora e Miguel Pupo, além de outros nomes do Championship Tour que aproveitaram a sessão para os últimos ajustes antes do início da etapa: Masculino Round 1 1 – Connor O’Leary (JAP) 11.33 x 10.66 Callum Robson (AUS)2 – Morgan Cibilic (AUS) 8.17 x 5.10 Marco Mignot (FRA)3 – Jack Robinson (AUS) 13.33 x 5.10 João Chianca (BRA)4 – Seth Moniz (HAV) 10.67 x 8.80 Cole Houshmand (EUA)5 – Filipe Toledo (BRA) 14.43 x 12.93 Liam O’Brien (AUS)6 – Kauli Vaast (FRA) 12.27 x 3.40 Jake Marshall (EUA)7 – Guilherme Ribeiro (POR) 11.16 x 5.57 George Pittar (AUS)8 – Frederico Morais (POR) 13.00 x 8.27 Samuel Pupo (BRA) Round 2 1 – Morgan Cibilic (AUS) 15.43 x 11.90 Leonardo Fioravanti (ITA)2 – Gabriel Medina (BRA) 12.00 x 2.30 Filipe Toledo (BRA)3 – Italo Ferreira (BRA) 15.00 x 10.43 Jack Robinson (AUS)4 – Guilherme Ribeiro (POR) 10.33 x 5.00 Kanoa Igarashi (JAP)5 – Yago Dora (BRA) 13.66 x 11.67 Connor O’Leary (JAP)6 – Ethan Ewing (AUS) 15.73 x 11.17 Frederico Morais (POR)7 – Seth Moniz (HAV) 12.80 x 12.60 Miguel Pupo (BRA)8 – Griffin Colapinto (EUA) 17.17 x 13.27 Kauli Vaast (FRA) Quartas de final 1 – Morgan Cibilic (AUS) 10.00 x 10.60 Gabriel Medina (BRA)2 – Italo Ferreira (BRA) 12.83 x 6.84 Guilherme Ribeiro (POR)3 – Yago Dora (BRA) 15.84 x 3.00 Ethan Ewing (AUS)4 – Seth Moniz (HAV) 14.17 x 14.50 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 – Gabriel Medina (BRA) x Italo Ferreira (BRA)2 – Yago Dora (BRA) x Griffin Colapinto (EUA) Round 1 1 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 11.33 x 3.53 Luana Silva (BRA)2 – Francisca Veselko (POR) 8.54 x 7.90 Sawyer Lindblad (EUA)3 – Caitlin Simmers (EUA) 14.16 x 7.93 Nadia Erostarbe (ESP)4 – Carissa Moore (HAV) 12.33 x 6.76 Johanne Defay (FRA)5 – Teresa Bonvalot (POR) 11.40 x 10.93 Gabriela Bryan (HAV)6 – Lakey Peterson (EUA) 11.17 x 7.10 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 15.74 x 11.10 Yolanda Hopkins (POR)8 – Erin Brooks (CAN) 12.50 x 7.27 Tyler Wright (AUS) Quartas de final 1 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 7.43 x 7.34 Francisca Veselko (POR)2 – Caitlin Simmers (EUA) 11.50 x 8.93 Carissa Moore (HAV)3 – Teresa Bonvalot (POR) 5.10 x 10.00 Lakey Peterson (EUA)4 – Molly Picklum (AUS) 11.33 x 6.83 Erin Brooks (CAN) Semifinais 1 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) x Caitlin Simmers (EUA)2 – Lakey Peterson (EUA) x Molly Picklum (AUS)

    Próxima chamada para possível Finals Day do MEO Rip Curl Pro Portugal, em Peniche, acontece nesta quarta-feira (21), às 9h (horário de Brasília). Assista ao vivo e participe dos debates.

    A temporada entra em uma nova fase nesta sexta-feira (16). O MEO Rip Curl Pro Portugal abre a sequência decisiva do Championship Tour depois do corte realizado em Trestles e coloca os principais candidatos ao título mundial diante de uma das ondas mais imprevisíveis do circuito. O palco é Supertubos, em Peniche. E, ao contrário de algumas edições recentes, a previsão indica que a famosa bancada portuguesa pode mostrar serviço já nos primeiros dias da janela. A ondulação gerada no Atlântico Norte começa a atingir a costa portuguesa antes mesmo da abertura da competição e deve manter ondas consistentes durante sexta-feira e sábado. O swell permanece na faixa de 1 a 1,5 metro durante boa parte dos três primeiros dias, acompanhado por ventos do quadrante norte. Os modelos analisados em Portugal também apontam para ondulação de oeste-noroeste, com períodos entre 12 e 14 segundos na sexta-feira e vento norte fraco a moderado, combinação favorável para a formação dos tubos que fizeram a fama do pico. Sexta e sábado no radar A sexta-feira aparece como uma das melhores oportunidades para colocar a competição na água. Caso a neblina que tem aparecido nos últimos dias não atrapalhe e as condições previstas se confirmem, não há motivos para adiar o início do evento. No sábado, o cenário deve permanecer semelhante, com ondas na altura da cabeça ou maiores e vento ainda predominantemente de norte. Domingo apresenta uma combinação diferente. O vento tende a virar para nordeste e ficar mais alinhado como terral, mas a ondulação deve perder força ao longo do dia. A previsão indica ondas menores, próximas de 1 metro e perdendo força, o que pode pesar na decisão da organização sobre avançar ou não com as fases finais. A possibilidade de uma etapa rápida existe. Com o quadro reduzido depois do corte, são apenas 38 baterias previstas entre masculino e feminino. São 23 confrontos entre os homens e 15 entre as mulheres. Caso a WSL não consiga aproveitar toda a primeira sequência, novos pulsos de swell aparecem na previsão para a semana seguinte. Uma nova subida das ondas na terça-feira e outra mais forte perto de quinta, embora a qualidade do vento seja mais incerta nesse período. Yago chega de amarelo Peniche coloca novamente o Brasil no centro da disputa masculina. Atual campeão mundial, Yago Dora chega a Portugal na liderança do ranking e volta a Supertubos para defender a vitória conquistada no evento em 2025. Depois do terceiro lugar em Trestles, o brasileiro retomou a primeira posição e inicia o pós-corte novamente com a lycra amarela. A temporada para os brasileiros também ganhou força com Miguel Pupo. Campeão em Bells Beach e novamente vencedor em Trestles, Miguel ocupa a quarta posição do ranking e chega a Portugal vivendo uma das melhores fases de sua carreira. Gabriel Medina aparece logo atrás, em quinto, ainda dentro da disputa pelo quarto título mundial. No feminino, Gabriela Bryan chega a Peniche na liderança depois de recuperar a primeira posição em Trestles. A havaiana foi vice-campeã em Supertubos na temporada passada e terá entre as principais adversárias a canadense Erin Brooks, embalada por três vitórias consecutivas no Tour. Treino com ondas e neblina Nesta quinta-feira (15), os atletas tiveram a última oportunidade de testar os bancos de areia antes do início oficial da janela. A WSL transmitiu a sessão de treinamento ao vivo diretamente de Supertubos. O treino serviu para ajustes de equipamento e leitura do pico, especialmente diante da chegada da nova ondulação. Supertubos é conhecida pela velocidade e força dos tubos, e pequenas mudanças nos bancos de areia podem alterar completamente as melhores posições no lineup. A janela do MEO Rip Curl Pro Portugal vai de 16 a 25 de outubro. A primeira chamada está prevista para 3h30 desta sexta-feira, no horário de Brasília, com possibilidade de início da competição às 4h.

    Primeira chamada nesta sexta-feira (16) às 3h30 (de Brasília). Etapa portuguesa da WSL promete swell consistente e vento favorável. Yago Dora chega como líder do ranking e defensor do título da etapa.

    O tradicional King of the Groms voltou ao Brasil depois de 11 anos e encerrou no último domingo (11) uma edição com seis campeões definidos nas categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16, masculinas e femininas, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). Felipe Homsi, Maeva Guastalla, Izau Signorini, Gabriela Rigo, Rafael Miranda e Laura Kanagusiku ficaram com os títulos da edição 2026 do Quiksilver & Roxy King and Queen of the Groms. As finais aconteceram no domingo, com ondas que chegaram até 1 metro nas séries. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Associação Ubatuba de Surf (@associacaoubatubadesurf) Virada decide Sub-12 Feminino A primeira decisão foi a Sub-12 Feminino. Maria Clara Borges começou na frente com uma nota 4.00 e permaneceu na liderança durante boa parte da bateria. Laura Kanagusiku, porém, conseguiu a virada nos minutos finais. Depois de marcar 3.25, a surfista de Praia Grande (SP) encontrou uma onda de 4.75, maior nota da categoria, para assumir a ponta e conquistar o título. Maria Clara terminou em segundo, seguida por Naima Mathey e Anahi Botelho. Rafael Miranda vence em casa Na Sub-12 Masculino, Rafael Miranda aproveitou o conhecimento das ondas de Itamambuca para decidir a bateria logo nas primeiras oportunidades. O surfista de Ubatuba abriu com 5.00 e depois acrescentou 4.40 ao somatório, garantindo o título. Bernardo Pires, que havia conseguido uma nota 8.00 ainda na primeira fase do evento, terminou como vice-campeão. Gabriel Medeiros ficou em terceiro e Thomaz Monteiro em quarto. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Quiksilver Brasil (@quiksilverbrasil) Gabriela Rigo leva a Sub-14 Ubatuba também ficou com o título da Sub-14 Feminino. Gabriela Rigo somou 8.40 pontos nas duas melhores ondas e terminou na primeira colocação. Catarina Kobayashi foi vice-campeã, enquanto Anahi Botelho ficou em terceiro e Maria Clara Borges encerrou a final na quarta posição. Izau domina decisão Na Sub-14 Masculino, Izau Signorini liderou a decisão do começo ao fim. Ele abriu a bateria com 6.00 pontos depois de uma sequência de batidas e rasgadas e, em sua última onda, acrescentou 5.90 para confirmar a vitória. Bernardo Pires ficou em segundo, Matheus Jhones terminou em terceiro e Narciso Inácio em quarto. Maeva conquista Sub-16 A decisão da Sub-16 Feminino teve disputa entre Maeva Guastalla e Carol Bastides. Carol assumiu a liderança inicialmente, mas Maeva passou à frente a partir da segunda onda e não deixou mais a primeira colocação. Ela terminou com 11.90 pontos, contra 10.65 da adversária de Praia Grande. Mariana Elias ficou na terceira posição e Eduarda Stefani terminou em quarto. Homsi fecha evento com título Felipe Homsi venceu a última final do King and Queen of the Groms e ficou com o título da Sub-16 Masculino. Em uma decisão equilibrada, o paraibano conseguiu a melhor nota da bateria, 7.00, para garantir a vitória. Vini Palma reagiu durante a disputa e saiu da quarta para a segunda colocação. Izau Signorini, que disputava sua segunda final do dia depois da vitória na Sub-14, terminou em terceiro. Bernardo Brizola ficou em quarto. “A praia de Itamambuca é um lugar especial, ideal para esse retorno do King and Queen of the Groms, após 11 anos sem ser realizado no Brasil. Esse evento é uma parceria com a Action Brands, empresa que detém os direitos da Quiksilver e Roxy no país, juntamente com a AUS (Associação Ubatubense de Surf). Nossa ideia é fazer o melhor possível e proporcionar para a criançada um final de semana muito legal”, diz Luiz Henrique Pinga, organizador do evento. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Associação Ubatuba de Surf (@associacaoubatubadesurf) Resultados Sub-16 Masculino1 – Felipe Homsi2 – Vini Palma3 – Izau Signorini4 – Bernardo Brizola Sub-16 Feminino1 – Maeva Guastalla2 – Carol Bastides3 – Mariana Elias4 – Eduarda Stefani Sub-14 Masculino1 – Izau Signorini2 – Bernardo Pires3 – Matheus Jhones4 – Narciso Inácio Sub-14 Feminino1 – Gabriela Rigo2 – Catarina Kobayashi3 – Anahi Botelho4 – Maria Clara Borges Sub-12 Masculino1 – Rafael Miranda2 – Bernardo Pires3 – Gabriel Medeiros4 – Thomaz Monteiro Sub-12 Feminino1 – Laura Kanagusiku2 – Maria Clara Borges3 – Naima Mathey4 – Anahi Botelho

    Felipe Homsi, Maeva Guastalla, Izau Signorini, Gabriela Rigo, Rafael Miranda e Laura Kanagusiku vencem as seis categorias do Quiksilver & Roxy King and Queen of the Groms, realizado em Ubatuba (SP).

    A World Surf League suspendeu um competidor do Championship Tour Masculino de 2026 depois de tomar conhecimento de “alegações de natureza extremamente grave” relacionadas a um encontro privado realizado no Taiti, em agosto. A entidade não revelou oficialmente o nome do atleta nem detalhou a natureza das acusações. O surfista foi identificado pela revista australiana Surfing World como sendo o mexicano Alan Cleland Jr., O surfista foi identificado pela revista australiana Surfing World como o mexicano Alan Cleland Jr., campeão mundial da ISA em 2023 e competidor do Championship Tour de 2026. Segundo a apuração do jornalista Nick Carroll, o episódio teria ocorrido depois do último dia do Tahiti Pro e envolvido uma surfista australiana adolescente e pelo menos três homens. Ainda de acordo com a publicação australiana, a polícia de New South Wales teria sido informada sobre as alegações e entrado em contato com autoridades do surfe. Não estava claro se a polícia da Polinésia Francesa havia iniciado procedimentos para formalizar acusações. Sobre a suspensão No comunicado, a WSL informou que sua Comissão Disciplinar agiu após tomar conhecimento das alegações e determinou a suspensão provisória do competidor de todos os eventos da entidade. A liga destacou que todos os competidores estão sujeitos, a todo momento, às normas de conduta estabelecidas em seu regulamento. A WSL afirmou ainda que continua conduzindo seus procedimentos internos e que ofereceu assistência às autoridades competentes. A entidade não estabeleceu prazo para o fim da suspensão. Cleland não passou pela linha de corte da temporada e já não disputaria as etapas de Portugal e Filipinas. O próximo evento para o qual o mexicano estaria elegível seria o Pipe Masters, no Havaí, em dezembro. Como a suspensão vale para todos os eventos da WSL, sua participação permanece em dúvida. Situação com patrocinadores Cleland não aparece mais na página de atletas da Quiksilver. O BeachGrit também informou que o mexicano teria deixado Quiksilver e Monster, mas, até a publicação desta matéria, as marcas não haviam confirmado publicamente o encerramento dos contratos. Noah Klapp faz acusações públicas Nesta segunda-feira (12), a surfista profissional alemã Noah Klapp, de 23 anos e campeã mundial Júnior da ISA, publicou um longo relato nas redes sociais no qual acusa Cleland de abusos físicos, sexuais e psicológicos durante o relacionamento entre os dois. Noah afirma que tinha 17 anos durante o relacionamento com Cleland e diz que permaneceu em silêncio por medo de não receber apoio, de não ser acreditada e do impacto que uma denúncia pública poderia causar. Noah diz que decidiu tornar sua história pública depois de tomar conhecimento das novas alegações envolvendo Cleland e uma adolescente. Em tradução do Waves, Noah escreveu: “Mantive a boca fechada sobre os abusos aos quais ele me submeteu. […] Acordei com a notícia de acusações de agressão sexual contra ele e outros homens envolvendo uma garota menor de idade. É por isso que estou escrevendo este post”. Em outro trecho do depoimento, ela afirma: “Alan Cleland Jr. abusou de mim durante a maior parte do nosso relacionamento”. No restante da publicação, Noah descreve episódios de violência física, controle e agressões sexuais que afirma ter sofrido durante a relação. As declarações são acusações feitas publicamente por Noah e, até o momento, não foram objeto de conclusão judicial. O Waves noticia essas acusações com atribuição às fontes e não apresenta as alegações como fatos comprovados. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por ❀ noah lia klapp ❀ (@noahklapp) Episódios distintos As acusações apresentadas por Noah dizem respeito ao relacionamento que ela manteve com Cleland anos atrás. Já a suspensão aplicada pela WSL está relacionada às alegações envolvendo um encontro privado ocorrido no Taiti em agosto de 2026. Embora Noah diga que decidiu falar depois de saber das novas alegações, não há elementos que permitam tratar os dois episódios como parte de um mesmo caso ou investigação. Repercussão no circuito A publicação recebeu manifestações públicas de apoio de diversos nomes do surfe profissional. Gabriel Medina, Filipe Toledo, Miguel Pupo, Luana Silva, Tyler Wright e Kelly Slater estão entre os atletas que comentaram o relato de Noah. Gabriel Medina escreveu: “Deus te abençoe.” Filipe Toledo destacou a coragem da alemã: “É preciso muita coragem. Sinto muito que você tenha passado por tudo isso. Deus te abençoe.” Miguel Pupo também manifestou apoio: “Sinto muito que você tenha passado por isso. É preciso muita coragem para falar. Nós apoiamos você, não importa o que aconteça.” Luana Silva escreveu: “Obrigada por ter coragem de falar. Sinto muito que você tenha passado por isso.” Tyler Wright foi mais enfática: “Obrigada pela sua bravura e pela coragem necessária para compartilhar sua história. Estupradores e abusadores nunca deveriam ser idolatrados. Espero que você esteja cercada de amor e luz.” Kelly Slater afirmou que, independentemente das novas alegações envolvendo Cleland, o relato de Noah já seria grave por si só: “Sua própria história já seria demais. Sinto muito por saber disso. É uma questão enorme. Fiquei enojado ao ler tudo isso. Parabéns por ter tido força para falar e tornar isso público.” As manifestações representam apoio público a Noah e não constituem, por si só, comprovação das acusações relatadas. Waves tenta contato O Waves procurou Alan Cleland Jr. por mensagem direta no Instagram para ouvir sua versão sobre as acusações feitas por Noah Klapp. Até o momento, não houve retorno. Caso ele se manifeste, seu posicionamento será acrescentado. A WSL afirmou que não fornecerá outras informações neste momento enquanto seus procedimentos relacionados ao caso continuam em andamento. O Waves seguirá acompanhando os desdobramentos do caso.

    Surfista profissional alemã de 23 anos, Noah Klapp acusa Alan Cleland de abusos físicos, sexuais e psicológicos; Surfing World identificou o mexicano como atleta suspenso pela WSL após caso no Taiti.

    Havaiano conhecido como “Rubberman”, Larry Bertlemann morre aos 71 anos em Honolulu após complicações de um ataque cardíaco; ícone dos anos 70 ajudou a transformar o surfe progressivo e influenciou gerações dentro e fora da água. O surfe perdeu neste sábado (10) um de seus personagens mais revolucionários. O havaiano Larry Bertlemann morreu aos 71 anos, em Honolulu, após complicações decorrentes de um ataque cardíaco. A morte foi confirmada pela família ao Hawaii News Now. Conhecido como “Rubberman”, Bertlemann foi um dos pioneiros do surfe moderno e uma das figuras mais influentes da transformação vivida pelo esporte durante a década de 1970. Seu estilo baixo, veloz, agressivo e extremamente criativo rompeu com muitas das linhas tradicionais da época e abriu caminho para uma abordagem muito mais progressiva sobre as ondas. A história de Larry já havia sido retratada aqui no Waves. Em uma reportagem publicada originalmente em 2023, definimos ele foi como um surfista capaz de marcar uma ruptura entre o surfe clássico e aquilo que viria a ser entendido como a modernidade do esporte. Bertlemann chamava atenção não apenas pelas manobras, mas pela maneira como enxergava a onda. Drops atrasados, cutbacks extremos, rasgadas no limite e mudanças inesperadas de direção faziam parte de um repertório que parecia estar algumas décadas à frente de seu tempo. Ao lado do shaper Ben Aipa, encontrou nas pranchas cada vez mais curtas e rápidas o equipamento ideal para transformar aquela imaginação em movimento. Bertlemann conseguia levar sua abordagem das ondas menores de Ala Moana até os tubos de Pipeline, sempre com uma leitura própria e pouco previsível. Influência no surfe e no skate A influência de Larry ultrapassou as ondas. Seu estilo de curvas baixas e radicais também ajudou a inspirar nomes do skate como Tony Alva e os Dogtown Z-Boys, numa época em que surfe e skate trocavam referências quase diariamente. No surfe, sua progressividade atravessou gerações. Traços de seu estilo podem ser encontrados posteriormente em surfistas tão diferentes quanto Christian Fletcher, Kelly Slater, Tinguinha e Gabriel Medina. Bertlemann esteve também entre os primeiros surfistas a experimentar movimentos aéreos e mudanças de base com naturalidade. Sua ligação com o skate foi tão profunda que um movimento ficou conhecido como “Bert”, referência direta ao havaiano e à maneira como suas curvas foram reinterpretadas sobre o concreto. “Seu legado continuará vivo” Em comunicado divulgado ao Hawaii News Now, a família lembrou não apenas o surfista, mas também o artista e o homem por trás da figura pública: “Seu legado, dentro e fora da água, continuará vivo por meio de sua família, da comunidade do surfe e das muitas vidas que ele tocou.” Larry deixa a mãe, cinco irmãs, três filhos, oito netos e nove bisnetos. Poucos surfistas deixaram uma assinatura tão reconhecível. Em texto publicado pelo Waves, Bertlemann foi descrito como alguém que ajudou a dividir o esporte entre um antes e um depois de sua passagem. Larry Bertlemann deixa exatamente esse legado: o de um surfista que não apenas executava manobras diferentes, mas imaginava possibilidades que o restante do esporte ainda não enxergava. Leia também Um divisor de águas Poucos surfistas em todos os tempos foram tão influentes quanto Larry Bertlemann, pioneiro da progressividade no esporte. Visionário e inspirador O Waves revisitou em 2024 a transformação promovida pelo estilo revolucionário do havaiano nos anos 70.

    Havaiano conhecido como “Rubberman”, Larry Bertlemann morre aos 71 anos após ataque cardíaco; ícone dos anos 70 revolucionou o surfe progressivo e influenciou gerações.

    A mesma edição do Big Wave Challenge que colocou Rodrigo Koxa novamente no topo das ondas gigantes também premiou um nome da nova geração. Aos 16 anos, Ian Pegoraro, surfista nascido e criado em Maui, no Havaí, venceu a categoria Young Gun (Under 18 Performer), destinada a atletas com menos de 18 anos. A conquista veio depois de Ian encarar Jaws, em Peʻahi, na remada. Desta vez, sem o auxílio de jet ski, o jovem surfista entrou na onda usando apenas a própria força para ganhar velocidade e descer uma das paredes mais respeitadas do surfe de ondas grandes. “Entrar em Jaws na remada era algo que eu queria muito fazer. É um desafio diferente e mostra o quanto estou evoluindo. Ganhar o Young Gun torna esse momento ainda mais especial”, afirma Ian. A relação do garoto com Jaws, porém, começou antes. Em uma experiência anterior no pico havaiano, Ian foi rebocado para uma onda pelo brasileiro Yuri Soledade, enquanto o pai, Laerte Pegoraro, o Nena, acompanhava e orientava o filho dentro da água. Raízes brasileiras Apesar de ter nascido e crescido em Maui, Ian mantém forte ligação com o Brasil. Os pais nasceram em São Paulo e foram criados na Praia do Tombo, no Guarujá (SP), onde os avós do surfista continuam morando. “Ele cresceu no Havaí, mas sempre teve essa ligação com o Brasil. A Praia do Tombo faz parte da nossa história e é muito legal ver o Ian levando um pouco dessa história para o surfe de ondas grandes”, diz Nena. Ian atualmente treina com o brasileiro Alex Blau, big rider de Mavericks, e com Daniel Hardam, ex-surfista profissional. A preparação inclui trabalho específico para ondas grandes e também atividades como skate e jiu-jitsu brasileiro. No skate, o jovem já conquistou pódios no CASL National Championships. No jiu-jitsu, é faixa amarela e disputou competições como Hawaii Triple Crown, NAGA Hawaii e IBJJF. No surfe competitivo, aparece atualmente na 12ª colocação do Ohana Surf Circuit. Noite brasileira Ian recebeu o prêmio no mesmo evento em que Rodrigo Koxa, do Guarujá, foi anunciado vencedor da categoria Men’s Biggest Wave. O brasileiro levou o troféu pela onda surfada em Nazaré, Portugal, em dezembro de 2025, com medição preliminar de 29,15 metros, marca que ainda passa pelo processo de homologação. Para Ian, a vitória no Young Gun reforça justamente a conexão entre os dois lugares presentes em sua trajetória. “Eu sou de Maui, foi onde cresci e aprendi a surfar, mas o Brasil sempre esteve presente na minha família. Quero continuar evoluindo, surfar ondas maiores e representar os dois lugares”, afirma.

    Aos 16 anos, Ian Pegoraro entra em Jaws na remada e conquista o prêmio sub-18 do Big Wave Challenge; surfista de Maui tem raízes na Praia do Tombo (SP).

    O surfe brasileiro tem mais um representante confirmado na elite mundial. Nesta sexta-feira (9), Ryan Kainalo garantiu matematicamente sua classificação para o Championship Tour (CT) de 2027 ao avançar da rodada dos 64 do EDP Ericeira Pro, em Portugal. O surfista de Ubatuba (SP) é o primeiro atleta do Challenger Series 2026 a assegurar uma vaga para a próxima temporada.  A conquista chega menos de uma semana depois de Ryan vencer o Banco do Brasil São Sebastião Pro, em Maresias (SP), e assumir a liderança do ranking do Challenger Series. A vitória no litoral paulista foi decisiva para colocar o brasileiro em posição privilegiada na corrida pelo CT, e o avanço em Portugal confirmou matematicamente a classificação.  Sequência de vitórias Ryan chega à elite mundial embalado por dois títulos consecutivos. Em agosto, venceu o Pantín QS 6000, na Espanha. Na sequência, conquistou o São Sebastião Pro, sua primeira vitória em uma etapa do Challenger Series. Em Maresias, o brasileiro teve um Finals Day perfeito. Superou Lucca Mesinas nas quartas de final, dominou Oscar Berry na semifinal e derrotou Alister Reginato na decisão por 14.50 a 5.83. Com o título, assumiu a liderança do ranking e ficou muito perto de garantir sua vaga no CT. A confirmação veio nesta sexta-feira, durante a quarta etapa do Challenger Series, em Ericeira. O resultado encerra a espera do brasileiro e garante sua estreia na principal divisão do surfe mundial em 2027. Da base à elite mundial A trajetória de Ryan Kainalo no surfe profissional começou a ganhar força ainda na adolescência. Aos 15 anos, em 2022, passou a disputar o Circuito Banco do Brasil de Surfe, competição que acompanhou seu desenvolvimento ao longo dos últimos cinco anos. Nesse período, participou de 19 das 22 etapas realizadas pelo circuito, acumulando experiência e resultados que ajudaram a construir seu caminho até a elite. Ryan também conquistou dois títulos consecutivos do Pro Junior da WSL South America, em 2023 e 2024, consolidando-se como um dos principais nomes da nova geração brasileira. Aos 20 anos, completa a trajetória pelas categorias de base, pelo Qualifying Series (QS) e pelo Challenger Series (CS) até alcançar o Championship Tour. “No começo da temporada o foco era a classificação, mas não sabia que ela viria assim. De um jeito tão bom. Tenho certeza que isso vai ser muito importante pra mim, estou realmente sem acreditar, estou muito feliz. Queria agradecer muito a minha equipe, meus patrocinadores, minha família, meus treinadores, meu psicólogo. Agora é continuar o trabalho que está só começando”, comemora Ryan Kainalo.  Nova geração brasileira A classificação de Ryan representa mais um passo na renovação do surfe brasileiro na elite mundial. O atleta de Ubatuba chega ao CT depois de uma trajetória construída nas competições nacionais e internacionais, com títulos nas categorias de base e nas divisões de acesso da WSL. O brasileiro agora se prepara para disputar sua primeira temporada entre os melhores surfistas do planeta, em 2027. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Primeiro atleta a confirmar classificação pelo Challenger Series 2026, Ryan Kainalo avança no EDP Ericeira Pro, em Portugal, e garante presença na elite mundial aos 20 anos.

    O jornalismo de surfe brasileiro perdeu um de seus pioneiros. Castro Pereira morreu na última quarta-feira (7), em Porto Alegre (RS). Figura conhecida e respeitada no surfe gaúcho desde o final dos anos 1970, o jornalista dedicou boa parte de sua trajetória à divulgação do esporte, acompanhando competições, revelando personagens e registrando histórias que ajudaram a construir a memória do surfe no Sul do Brasil. Castro também fez parte da história do Waves, onde assinou matérias e contribuiu para a cobertura do surfe brasileiro. Sua passagem pelo site integra uma trajetória dedicada à comunicação do esporte, especialmente à valorização dos atletas, competições e personagens do surfe gaúcho. Sua atuação na comunicação começou muito antes da popularização da internet. Durante os anos 1980, Castro produzia boletins sobre as condições do tempo e do mar diretamente das praias de Torres, no litoral norte gaúcho, para a Rádio Ipanema FM, de Porto Alegre. As informações chegavam aos ouvintes por telefone público, numa época em que acompanhar as ondas à distância era um desafio. Também trabalhou na Rádio Atlântida FM e colaborou com jornais, revistas e publicações especializadas. Além das previsões e notícias, acompanhava campeonatos e ajudava a dar visibilidade a surfistas que despontavam no cenário regional. Entre os atletas daquela geração estavam Rodrigo “Pedra” Dornelles, seu irmão Fogo, Cupim, Sandro Neto, Adrian Trials, Felipinho e Tuca Gianotti, nomes que ajudaram a consolidar o surfe gaúcho nas décadas de 1980 e 1990. O jornalista Máurio Borges, que também foi colunista do Waves e tem uma longa trajetória na cobertura do surfe brasileiro, recordou a história do amigo em uma homenagem publicada nas redes sociais. Entre as lembranças, destacou a final do SuperSurf na Praia da Joaquina, em Florianópolis (SC), disputada entre os gaúchos Daison Pereira e Rodrigo “Pedra” Dornelles. “Lembro da sua alegria durante a final do SuperSurf, na Praia da Joaquina, quando dois gaúchos, Daison Pereira e Rodrigo ‘Pedra’ Dornelles, decidiram o título. Ele dizia que aquele era o melhor momento do surfe dos Pampas”, escreveu Máurio. Castro também acreditava no potencial de Pedra para competir no circuito mundial, previsão que acabou se concretizando. Em sua homenagem, Máurio destacou ainda a paixão do amigo pela leitura e as boas lembranças de uma viagem que fizeram juntos até o Chuí para produzir material para o Surf Guia 2000. Além do trabalho jornalístico, Castro participou da organização de eventos e de iniciativas voltadas à preservação ambiental das praias. Ligado à cidade de Guaíba (RS), manteve vínculos com a imprensa local, onde colaborou com diversos jornais e também incentivou a divulgação do skate. Em sua homenagem, Máurio destacou ainda o lado pessoal do amigo, descrito como alguém de fala calma, bem-humorado, apaixonado por livros e sempre disposto a compartilhar histórias. Castro enfrentava um câncer de próstata, segundo relato de Rodrigo “Pedra” Dornelles a Máurio Borges. A causa oficial da morte não foi informada. Sua partida deixa uma lacuna entre os profissionais que ajudaram a construir a comunicação do surfe brasileiro, especialmente em uma época em que o esporte ainda tinha pouco espaço na mídia tradicional. O Waves lamenta a morte de Castro Pereira e presta solidariedade aos familiares, amigos e colegas. Fica o reconhecimento a um jornalista que ajudou a contar a história do surfe e que também deixou sua contribuição registrada nas páginas do nosso site.

    Jornalista e ex-colaborador do Waves, Castro Pereira morreu na quarta-feira (7). Pioneiro da comunicação do surfe no Sul do Brasil, ajudou a registrar a história do esporte desde os anos 1970.