Rio Pro 2024

Gabriel dominante em Itaúna

Gabriel Medina faz nota excelente, comanda bateria com tranquilidade e está nas oitavas do Rio Pro 2024. Italo, Yago, Tati e Luana também avançam. Samuel, João, Tainá e Sophia são eliminados.

A janela do Rio Pro 2024 abriu no último sábado (22) e ficou sem competições por quatro dias, iniciando nesta quarta-feira (26) nas ondas de até 2 metros no Point de Itaúna, Saquarema (RJ). A organização decidiu colocar o Round 1 Masculino e Feminino e a Repescagem Masculino e Feminino, com a fase eliminatória dos homens parando na quarta bateria.

Clique aqui para ver as fotos
Clique aqui para ver o vídeo

O Brasil iniciou o evento com nove surfistas, sendo cinco homens e quatro mulheres. Yago Dora, atual campeão da etapa, defende o título, e além dele, competiram no primeiro dia Gabriel Medina, Italo Ferreira e Tatiana Weston-Webb que fazem parte do CT. João Chianca, Samuel Pupo, Sophia Medina, Luana Silva e Tainá Hinckel que foram convidados para o evento.

Todos os atletas que compõe a elite avançaram e a única convidada que seguiu no torneio foi a Luana Silva. O destaque da quarta-feira ficou com Gabriel Medina, que dominou sua bateria e conseguiu uma nota no critério excelente (8.00 pontos) e avançou para as oitavas de final. O tricampeão mundial mandou italiano Leonardo Fioravanti e o indonésio Rio Waida para a repescagem.

Na bateria, Gabriel começou elétrico, pegando uma esquerda, executando três manobras com bastante força. A performance rendeu a ele 6.67, subindo o nível do confronto. Rio Waida também começou firme, com uma boa onda para a direita com três manobras e tirando 5.00 pontos.

Medina seguiu usando sua tática agressiva e pegou uma segunda onda, tentou um aéreo e não completou, rendendo menos de 1 ponto. O Rio também seguiu uma linha de buscar muitas ondas, pegou a sua segunda onda, executando algumas rasgadas e virou a bateria, com 3.50. Fioravanti achou uma onda menor para fazer sua primeira nota faltando 20 minutos para o término, conseguindo 1.70.

Em mais uma boa performance, Gabriel pegou outra esquerda, mandou um aéreo como manobra de saída, completou, executou um cutback, uma batida e finalizou forte para arrancar a maior nota do evento até o momento: 8.00 pontos unanime.

Waida seguiu à caça do primeiro lugar, e pegou um esquerdão, bateu três vezes no crítico e finalizou com tranquilidade. Os juízes demoraram um pouco para soltarem a nota, o que gerou um certo suspenso, mas não foi suficiente para a virada do indonésio, ganhando 7.60.

A bateria ficou um duelo entre Gabriel e Rio, já que Leonardo não se encontrou, fazendo apenas duas notas 1.70 e 1.50. Faltando menos de 5 minutos finais, Fioravanti deu uma leve reagida, achando uma onda que rendeu 5.17.

Com a prioridade nos minutos finais, Waida esperou a onda para tentar uma virada e não conseguiu. Medina ainda achou mais uma onda, mandou uma rasgadas e voou alto para trocar 6.67 por 6.93. Gabriel Medina avançou às oitavas com o somatório de 14.93, contra 12.60 do Rio Waida e 6.87 de Leonardo Fioravanti.

“Estou feliz de estar no Brasil, não tem torcida parecida com essa daqui, então pra gente é muito gratificante competir aqui”, diz Gabriel Medina, que falou sobre essa batalha por vaga nos top-5. “A briga está boa, está todo mundo embolado, só falta essa etapa e Fiji, então essa aqui é crucial. Mas, só estou pensando nessa etapa daqui. Quero ir bem, me concentrar bateria por bateria, não quero saber de matemática, só quero ir lá e dar show. A gente esperou alguns dias, mas finalmente as ondas chegaram e está um pouco difícil lá fora, então tem que aproveitar as oportunidades e estou feliz com a vitória”.

Tati nas quartas de final – Tatiana Weston-Webb, Tainá Hinckel e a norte-americana Caitlin Simmers competiram nas águas da Região dos Lagos. E quem se saiu melhor foi Tati Weston-Webb, que avançou. Tati foi a primeira a entrar em ação na bateria, pegando uma onda da série no início. Ela completou uma rasgada e finalizou com uma forte batida, garantindo 5.33 pontos. A bateria seguiu com pouca ação por cerca de 10 minutos.

Depois desse período, Weston-Webb ficou mais atenta e pegou uma onda menor para a esquerda, onde executou boas manobras de frontside, obtendo sua segunda nota, 4.33, e assumindo a liderança da bateria.

Faltando apenas 16 minutos para o fim da bateria, Tainá havia conseguido apenas um 2.17 em sua única onda surfada, enquanto Caitlin ainda não havia pegado nenhuma. Simmers, atual campeã do Rio Pro, não conseguiu se destacar em sua primeira aparição na etapa.

Tati aproveitou as melhores oportunidades que surgiram, já que as condições do mar estavam calmas, e liderou o confronto com tranquilidade. Restando 10 minutos de bateria, Tati pegou sua terceira onda, mas a nota não foi suficiente para superar sua segunda nota.

Caitlin, líder do ranking feminino do CT, finalmente pegou uma boa onda a 6 minutos do fim da bateria. No entanto, não conseguiu executar uma boa performance, indo para uma batida forte na junção e caindo, obtendo apenas 1.07 pontos. Logo em seguida, Tainá também pegou sua melhor onda da bateria, manobrando de backside e conseguindo 3.50 pontos.

Já no fim da bateria, Simmers pegou mais uma onda para a esquerda, executou boas rasgadas e finalizou sua primeira participação no Rio Pro com 4.23 pontos. Com esse resultado, Tati avança para as quartas de final, enquanto Tainá vai para a repescagem junto com a Caitlin.

Tati Weston-Webb pegou as melhores ondas e liderou do início ao fim. Placar final: Tati 9.66, contra 5.67 da Tainá Hinckel e 5.30 da Caitlin Simmers.

“Eu acho que esse primeiro round é sempre mais complicado, com três meninas na água, então você tem que focar em si mesma, senão você acaba ficando um pouco perdida na bateria”, destaca Tatiana Weston-Webb. “Foi uma bateria bem complicada, não foi fácil, mas deu certo no final e estou muito feliz. A torcida brasileira é a melhor do mundo e fico sempre feliz em competir aqui no Brasil. Eu estou confiante, especialmente depois do Taiti e El Salvador, onde eu surfei bem e consegui mostrar o meu surfe. Mas, tem que acontecer algumas coisas pro meu lado e, se Deus quiser, vai dar tudo certo no final”.
Luana também se garante – Luana Silva competiu na última bateria do Round 1 Feminino e não decepcionou, avançando às quartas de final, depois de enfrentar a costarriquenha Brisa Hennessy e a havaiana Gabriela Bryan. Logo na primeira onda, Luana conseguiu executar rasgadas e batidas, alcançando 4.33 pontos.

Brisa também pegou uma onda e fez 4.30, mostrando que a bateria seria acirrada. Gabriela pegou sua primeira onda depois das adversárias e fez 5.33, liderando o confronto por alguns minutos. Brisa respondeu com mais uma onda, somando 3.73 pontos e assumindo a liderança.

Na metade do confronto, Luana encontrou uma boa série de ondas, executou quatro manobras de alto nível e finalizou com perfeição, conseguindo a maior nota do evento até então: 6.83 pontos, virando a bateria.

A disputa esfriou por alguns minutos, mas voltou a pegar fogo no final. Luana se manteve na liderança, mesmo com Gabriela Bryan pegando mais uma onda e executando boas manobras em sua terceira onda, mas a nota (3.97) não foi suficiente para a virada.

Nos últimos minutos, Brisa encontrou uma onda boa na parte de baixo, executou quatro manobras e finalizou com estilo, vibrando com a performance, mas sem conseguir alcançar a liderança. Os juízes deram a nota 5.40 para Brisa, que precisava de 6.89 pontos para avançar. Placar final: Luana Silva 11.16, contra 9.70 da Brisa Hennessy e 9.30 da Gabriela Bryan.

A virada de Italo – Em busca do top 5, Italo enfrentou o norte-americano Crosby Colapinto e o australiano Liam O’Brien na bateria 7 do Round 1 Masculino. Italo, atualmente na sétima posição do ranking, começou implacável já largando na frente com duas notas, depois de achar boas esquerdas. Com 3.67 e 6.33, Ferreira ficou um pouco tranquilo no inicio do embate. Crosby também entrou na disputa, buscando uma onda da série, manobrando bem e arrancando 5.77 dos juízes. A melhor nota de Liam até então foi 3.27 pontos.

Na metade da bateria, Colapinto consegue uma nota (8.17) no critério excelente depois de acertar uma batida muito forte na junção. Italo ficou precisando de 7.62 para pegar o primeiro lugar do Crosby e conseguiu trocar o 3.67 por 6.17 e na sequencia, depois de um aéreo, consegue 7.00 pontos.

Com a nota, Ferreira conseguiu diminuiu a necessidade para avançar e ficou precisando de 6.95, isso faltando menos de 5 minutos para o término. Italo foi atrás da onda, mandou uma bela rasgada e voou na junção, não conseguindo a virada.

Mas nos segundos finais, Ferreira acha outra onda, dessa vez para a direita, onde executou um aéreo de backside, aterrissou e continuou para finalizar com uma batida e virar a bateria depois de soar a sirene. A onda rendeu 7.50 dos juízes. Placar final: Italo Ferreira 14.50, contra 13.94 de Crosby Colapinto e 8.50 de Liam O’Brien.

“Eu queria ter matado a bateria no início, seria mais fácil. Mas achei a oportunidade no final ali e fico feliz por ter feito a nota necessária pra virar”, fala Italo Ferreira. “Eu comecei bem a bateria, só que meu adversário (Crosby Colapinto) foi melhor do que eu. Quando eu vi que ele fez 8 pontos, ele olhou pra mim, aí falei: ‘ah é, então espera aí’. Eu queria uma esquerda pra dar um voo bem alto, mas entrou uma direita que foi pro canal, aí entrei porque se ela fechasse, eu dava um aéreo, aí deu tudo certo”.

Yago em busca do bi – Atual campeão da etapa, Yago entrou no mar contra o sul-africano Matthew McGillivray e o norte-americano Jake Marshall na última bateria do Round 1 Masculino. Yago é o oitavo colocado no ranking e um bom resultado na Região dos Lagos o aproxima do top 5. E Dora aproveitou para vence bem e avança às oitavas.

No confronto, Dora foi o primeiro a conseguir uma boa nota e liderar bem no inicio. Com uma onda para esquerda, Yago fez uma linha com variação progressiva e tirou 6.67. Matthew e Jake também pegaram ondas, mas não foram tão bem quanto Yago. A melhor onda do McGillivray foi 3.33 e do Marshall, 1.40 pontos. Na sequencia, Jake conseguiu adicionar 2.93.Na metade da bateria, Yago melhora seu somatório com mais uma boa onda, com variação de rasgada e um aéreo na junção, rendendo 6.20 e seguiu líder do embate com tranquilidade.

O confronto ficou meio devagar faltando menos de 10 minutos para o fim, o que deixou Yago ainda mais confortável na primeira colocação da bateria. Faltando 5 minutos para acabar o confronto, McGillivray acha uma boa onda, aplica rasgadas e finaliza com uma batida e consegue tirar 6.20. Jake também deu uma reagida, tirando 4.80 depois de boas manobras.

Yago ainda melhorou o somatório nos segundos finais depois de pegar uma esquerda limpa, mandar duas rasgadas e finalizar com uma batida, rendendo 6.93. Matthew também consegue mais uma onda e também melhora as notas, tirando 5.13. Placar final: Yago Dora 13.60, contra 11.33 de Matthew McGillivray e 7.73 Jake Marshall.

É sempre bom começar avançando. Eu comecei já fazendo duas notas legais no início, isso sempre dá um certo conforto e no final só tive que administrar. É até bom que você não precisa fazer tudo no primeiro round, quando você consegue surfar e ir se soltando durante a competição”, comenta Yago Dora. “Estamos indo para reta final dos top-5, então essas duas etapas são muito importantes. Acredito que as duas favorecem bastante a gente, o surfe dos brasileiros. Os três que estão ali são goofies, essa onda aqui predominantemente é uma esquerda, Fiji também é uma esquerda, então vai ser legal essa reta final”.

Sophia cai repescagem na estreia – Sophia Medina, convidada do evento, pegou uma bateria difícil logo na sua estreia em eventos da elite, enfrentando a atual campeã mundial, a norte-americana Caroline Marks, e a havaiana Bettylou Sakura Johnson.

As atletas precisaram ter estratégia para escolher as melhores ondas, que estavam difíceis para a leitura no momento. Caroline e Bettylou largaram na frente, aproveitando as melhores ondas de Itaúna. Marks utilizou seu frontside para liderar a bateria com duas notas, 5.67 e 4.50, o que lhe deu tranquilidade.

Bettylou também pegou duas ondas, mas que renderam notas mais baixas, ocupando a segunda colocação na bateria durante a maior parte do tempo, com 3.33 e 1.93. Sophia demonstrava nervosismo, não conseguindo executar bem o seu surfe e obtendo apenas 1.50 e 0.50 na bateria.

Faltando 10 minutos para o fim, Marks encontra mais uma onda na bateria, utiliza seu frontside com maestria, executa boas manobras e conquista a maior nota do confronto até então, 6.00 pontos. Logo em seguida, Sophia pega sua primeira boa onda, realiza uma rasgada, mas não consegue finalizar a manobra, obtendo 1.93.

Com apenas 6 minutos restantes, Medina encontra outra onda, executa uma rasgada e finaliza com uma batida firme na junção, conquistando 2.90 pontos dos juízes. Sophia e Bettylou agora encaram a repescagem, já Caroline segue para as quartas de final. Placar final: Caroline Marks 11.67, contra 5.26 de Bettylou Sakura Johnson e 4.83 da Sophia Medina.

Samuel perde de cara – Samuel Pupo encarou os australianos Jack Robinson e Ryan Callinan e não conseguiu avançar, caindo para a repescagem. Pupo, que já conquistou um vice-campeonato na etapa de 2022, começou a bateria atrás de Jack e Ryan. Callinan abriu o placar com uma onda forte, obtendo a pontuação de 5.83. Robinson também não perdeu tempo e pegou uma boa onda logo no início, conseguindo 3.00.

Na sequência, Ryan aumentou a pressão, pegou mais uma onda e executou algumas rasgadas precisas, garantindo um 2.87. Jack, então, reagiu e virou a bateria, cravando um 7.00. Robinson se destacou com variações de rasgadas e batidas, disparando no confronto. Samuel também mandou bem, pegando sua primeira onda na bateria, batendo forte na série e levantando a galera. Com essa performance, Pupo conquistou 5.00 pontos.

A bateria foi bastante movimentada e Ryan reassumiu a liderança após pegar outra boa onda, manobrando para a esquerda e levando um 5.40. Faltando 10 minutos para o término, Pupo adicionou 1.83 ao seu somatório e na sequência conseguiu melhorar sua segunda nota para 3.30. Jack trocou sua segunda nota (3.00) por 3.83 e se manteve como vice da bateria.

Faltando 4 minutos para o fim, Samuel precisava de 6.23, pegou uma onda menor, mandou uma rasgada, mas não conseguiu completar. Na sequência, Jack pegou uma da série, acertou duas rasgadas e finalizou com uma batida, conseguindo um 5.87 e virando a bateria para avançar às oitavas. Samuel ficou em terceiro no embate e caiu para a repescagem da etapa. Placar final: 12.87 para Jack Robinson, contra 11.23 de Ryan Callinan e 8.30 de Samuel Pupo.

João também cai para repescagem – João enfrentou o líder do ranking do CT, o havaiano John John Florence, e o marroquino Ramzi Boukhiam, e caiu para a repescagem. A bateria foi bastante movimentada, com todos os atletas buscando as ondas a todo momento.

O primeiro a fazer uma boa nota foi Ramzi, que pegou uma onda para esquerda mais embaixo, executou manobras firmes de frontside e tirou 5.00 pontos. Depois, João foi para cima, achou uma boa onda da série, variou rasgadas e batidas, conseguindo 5.50 pontos.

John John também reagiu, executando manobras com notas 3.33 e 3.23 em sequência. Em seguida, João fez uma onda na casa dos 3.77. O embate se tornou frenético, com Florence surfando toda a onda, mesclando rasgadas e batidas potentes, passando a seção e obtendo a nota 4.77, assumindo a liderança.

Conhecedor profundo do Pico, Chianca aguardou a onda da série para a esquerda, realizou uma batida forte, executou rasgadas com estilo e finalizou com firmeza na junção. Os juízes demoraram um pouco para divulgar a nota, que foi de 4.77, suficiente para garantir o primeiro lugar.

O confronto parecia um duelo particular entre John John e João, pois o marroquino Ramzi Boukhiam surfou apenas uma onda até o final da bateria. O atleta pegou a segunda onda a cinco minutos do término e obteve a nota 5.30, virando a bateria. Placar final: 10.30 para Ramzi Boukhiam, contra 10.27 de João Chianca e 8.10 de John John Florence.

Tainá eliminada – Tainá Hinckel duelou na repescagem contra a líder do rankin, a norte-americana Caitlin Simmers e não conseguiu se recuperar. Em duelo com poucas ondas, Caitlin iniciou o embate com nota 7.17 depois de pegar uma esquerda da série, executar três manobras de backside.

O confronto ficou devagar até a metade, onde Simmers usou da mesma estratégia, pegou uma esquerda, executou um cutback, finalizou com uma batida, seguiu na onda, que armou de novo e deu mais uma batida. A onda rendeu 3.83.

Faltando 15 minutos para o fim, Tainá pegou sua primeira onda, também para esquerda, acertou duas rasgadas de backside, mas a nota foi baixa (2.17) e seguiu na segunda colocação do duelo. Simmers, na sequencia, melhora seu somatório e troca o 3.83 por 4.17 e deixou Tainá precisando tirar 9.17.

Tainá seguiu em busca da virada e pegou uma esquerda da série, mandou duas rasgadas e uma batida forte na junção, conseguindo 5.67, o que a fez voltar para o embate. Faltando 4 minutos para o fim, Hinckel precisava de 5.68 e conseguiu uma outra esquerda, usa o backside para executar duas batidas e saiu comemorando. A performance rendeu 6.33, virando a bateria.

Com menos de um minuto e precisando de 4.83 pontos, Caitlin achou uma esquerda, mandou três manobras, uma delas uma batida para finalizar e conseguiu virar novamente, recebendo 5.33. Placar final: Caitlin Simmers 12.50 x 12.00 Tainá Hinckel.

Sophia também se despede – Sophia voltou para a água e enfrentou a costarriquenha Brisa Hennessy na bateria 3 da repescagem. Medina é uma das convidadas do evento e encarou de frente a terceira colocada do ranking.

Sophia foi a primeira do duelo a pegar uma onda, mas que rendeu nota baixa (2.50). Logo depois, Medina conseguiu mais uma e somou 1.57. O somatório baixo logo foi batido por Brisa, que achou uma esquerda da série, executou duas rasgadas e finalizou bem, o que rendeu 5.00 pontos. No seu somatório, Hennessy já tinha nota 2.00 de uma onda menor.

A bateria ficou devagar até a metade, com as mulheres selecionando bem as ondas. As surfistas voltaram a pegar uma onda faltando menos de 7 minutos com Sophia achando uma esquerda, onde acerta apenas uma manobra na junção, comemora e consegue 4.00 pontos.

Depois da nota, Medina ficou precisando de 3.01 para virar o embate. Nos minutos finais, Brisa, com a prioridade, pegou uma esquerda, conseguiu um cutback, acertou uma batida e cai na junção. A onda rendeu a costarriquenha 3.50 e definiu o embate. Placar final: Brisa Hennessy 8.50 x 6.60 Sophia Medina.

João para na repescagem – Local do pico, João Chianca voltou para a água e encarou o havaiano John John Florence. Em um momento de poucas séries de 1 metro e meio de face, João e John John adotaram estratégias parecidas de ir em busca das oportunidades.

Ambos iniciaram o duelo com notas baixas, onde Chianca fez 2.00 e o Florence tirou nota 1.00. Em bateria pouco movimentada, John John achou mais duas ondas, onde mandou manobras de pouca expressão, mas que rendeu a ele 5.17 e 3.67. João também alterou a sua primeira nota, mas com uma pontuação baixa (3.43).

As condições foram difíceis, com as ondas enchendo e os atletas tiveram que escolher ainda mais as oportunidades. John John aproveitou, achou uma das que buscava para fazer a maior nota do embate, 7.17. Florence conseguiu uma parede para manobrar forte, variar e praticamente selar o confronto.

O duelo teve pouca emoção, em momento diferente do mar. João buscou as esquerdas mais embaixo e não conseguiu performar. Faltando menos de 2 minutos, mesmo com prioridade, John John foi em outra esquerda com parede, mandou duas rasgadas e tentou um aéreo na junção, mas não completou. Placar final: John John Florence 12.34 contra 7.13 do João Chianca.

Samuel eliminado por Griffin – Pupo entrou no mar na bateria 3 da repescagem contra o norte-americano Griffin Colapinto. Em um período difícil do mar, Samuel começou o duelo com uma boa direita, com variação de manobras para tirar 5.67 dos juízes. Griffin também fez o seu, pegou uma esquerda, executou rasgadas e finalizou a onda na junção com uma batida, rendendo 5.50 pontos.

Já na sequencia, Pupo foi em outra direita, mandou rasgadas com potência e conseguiu mais uma nota, 5.40, e colocou pressão em Griffin. Mas Samuel seguiu agressivo, pegou outra onda, dessa vez para esquerda com tamanho, acertou duas fortes batidas e arrancou 6.30 dos juízes.

Griffin ficou precisando de 6.47 para virar a bateria e conseguiu. Em uma série para esquerda, Colapinto executou três manobras, duas delas soltando muita água e ganhou nota 7.00 dos juízes e virou o confronto.

A bateria ficou mais tranquila nos minutos finais, com Griffin segurando a vantagem e Samuel precisando de 6.21 para virar o duelo. Pupo tentou acertar a junção de outra esquerda com um tamanho, mas não conseguiu voltar da manobra. Placar final: Griffin Colapinto 12.50 contra 11.97 de Samuel Pupo.

Próxima chamada – A próxima chamada do Rio Pro 2024 acontece nesta quinta-feira (27), às 7h15.

Transmissão ao vivo – O Rio Pro 2024 pode ser assistido ao vivo pelo Sportv e Globoplay. A transmissão também pode ser acompanhada pelo WorldSurfLeague.com e pelo Aplicativo da WSL. O Canal da entidade no YouTube também transmite, porém só até o término das oitavas de final.

Rio Pro 2024
Round 1 Feminino

1 Molly Picklum (AUS) 7.00, Johanne Defay (FRA) 10.60, Sawyer Lindblad (EUA) 11.77

2 Caitlin Simmers (EUA) 5.30, Tatiana Weston-Webb (BRA) 9.66, Tainá Hinckel (BRA) 5.67

3 Caroline Marks (EUA) 11.67, Bettylou Sakura Johnson (HAV) 5.26, Sophia Medina (BRA) 4.83

4 Brisa Hennessy (CRC) 9.70, Gabriela Bryan (HAV) 9.30, Luana Silva (BRA) 11.16
Round 1 Masculino

1 Ethan Ewing (AUS) 12.87, Cole Houshmand (EUA) 7.50, Connor O’Leary (JAP) 8.83

2 Griffin Colapinto (EUA) 7.70, Kanoa Igarashi (JPN) 11.30, Seth Moniz (HAV) 12.40

3 Jack Robinson (AUS) 12.87, Ryan Callinan (AUS) 11.23, Samuel Pupo (BRA) 8.30

4 John John Florence (HAV) 8.10, Ramzi Boukhiam (MAR) 10.30, João Chianca (BRA) 10.27 

5 Jordy Smith (AFR) 10.40, Barron Mamiya (HAV) 10.10, Imaikalani deVault (HAV) 7.17

6 Gabriel Medina (BRA) 14.93, Rio Waida (IDN) 12.60, Leonardo Fioravanti (ITA) 6.87

7 Italo Ferreira (BRA) 14.50, Crosby Colapinto (EUA) 13.94, Liam O’Brien (AUS) 8.50

8 Yago Dora (BRA) 13.60, Jake Marshall (EUA) 7.73, Matthew McGillivray (AFR) 11.33

Repescagem Feminino

1 Caitlin Simmers (EUA) 12.50 x 12.00 Tainá Hinckel (BRA)

2 Molly Picklum (AUS) 12.23 x 6.90 Bettylou Sakura Johnson (HAV)

3 Brisa Hennessy (CRC) 8.50 x 6.60 Sophia Medina (BRA)

4 Johanne Defay (FRA) 4.06 x 10.84 Gabriela Bryan (HAV)

Repescagem Masculino 

1 John John Florence (HAV) 12.34 x 7.13 João Chianca (BRA)

2 Rio Waida (IND) 12.70 x 11.07 Leonardo Fioravanti (ITA)

3 Griffin Colapinto (EUA) 12.50 x 11.97 Samuel Pupo (BRA)

4 Barron Mamiya (HAV) 7.50 x 10.66 Liam O’Brien (AUS)

5 Jake Marshall (EUA) x Connor O’Leary (JPN)

6 Cole Hoshmand (EUA) x Matthew McGillivray (AFR)

7 Crosby Colapinto (EUA) x Imaikalani deVault (HAV)

8 Kanoa Igarashi (JPN) x Ryan Callinan (AUS)

Quartas de Final Feminino

1 Caroline Marks (EUA) x Sawyer Lindblad (EUA)

2 Brisa Hennessy (CRC) x Tatiana Weston-Webb (BRA)

3 Caitlin Simmers (EUA) x Luana Silva (BRA)

4 Molly Picklum (AUS) x Gabriela Bryan (HAV)

 

Aviso: O Waves está implementando novas regras para os comentários postados neste fórum. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da matéria em questão. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar abaixo você concorda com nossos termos de uso.
Os comentários postados não representam a opinião do portal Waves e a responsabilidade é inteiramente do autor de cada mensagem.

0 comentários

Tem uma reclamação, sugestão ou viu algum erro? Fale direto com a equipe Waves — em vez de postar nos comentários.

    Carregando comentários…

    A Seleção Brasileira está convocada para o ISA World Surfing Games 2026. A Confederação Brasileira de Surf anunciou nesta segunda-feira (5) os seis atletas que representarão o país entre os dias 6 e 15 de novembro, em Punta Rocas, no Peru, na competição que abre o ciclo classificatório do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. No masculino, o Brasil será representado por Yago Dora, Italo Ferreira e Miguel Pupo. Os três são os brasileiros mais bem colocados no ranking do Championship Tour em 2026. Yago, atual campeão mundial, lidera a classificação; Italo ocupa a terceira posição; e Miguel chegou ao quarto lugar depois da vitória em Trestles. O time feminino terá Luana Silva, Laura Raupp e Tainá Hinckel. Luana é a única brasileira no CT, enquanto Laura garantiu presença como campeã brasileira de 2025. Sophia Medina seria a representante vinda do Challenger Series, mas recusou a convocação, abrindo a vaga para Tainá, a próxima brasileira no ranking. Segundo a Confederação, os critérios de convocação priorizam os três melhores atletas brasileiros no ranking do CT da temporada. Caso as vagas não sejam preenchidas, passam a valer na sequência o Challenger Series, considerando o melhor brasileiro até a 40ª posição, bem como o ranking brasileiro de 2025. Vaga extra em Los Angeles Além das medalhas individuais em Punta Rocas, o ISA World Surfing Games terá peso direto na composição das equipes para os Jogos Olímpicos de 2028. O país campeão por equipes no masculino conquista uma vaga olímpica extra, assim como o campeão por equipes no feminino. A vaga pertence ao país, e não ao atleta que obtiver o resultado. Normalmente, cada nação poderá levar até dois surfistas por gênero aos Jogos, mas esse número pode chegar a três caso o país conquiste uma das vagas extras por equipes nos ISA World Surfing Games de 2026 ou 2027. O Brasil conhece bem esse caminho. Em Paris 2024, foi o único país a competir com o número máximo de atletas tanto no masculino quanto no feminino depois de vencer os títulos por equipes do ISA World Surfing Games 2024 nas duas categorias. As medalhas olímpicas do surfe em Los Angeles 2028 serão disputadas entre 15 e 23 de julho, em Lower Trestles, na Califórnia, palco onde Miguel Pupo venceu recentemente uma etapa do CT 2026. Seleção Brasileira MasculinoYago DoraItalo FerreiraMiguel Pupo FemininoLuana SilvaLaura RauppTainá Hinckel Como funciona a classificação para Los Angeles 2028 Para o Brasil, a classificação olímpica passa por diferentes caminhos, que seguem uma ordem de prioridade. O principal será o Championship Tour de 2028: o ranking considerado entre 15 de agosto de 2027 e 15 de junho de 2028 distribuirá oito vagas masculinas e oito femininas, com limite de um atleta por país em cada gênero. O segundo caminho será o ISA World Surfing Games 2028, que classificará outros sete homens e sete mulheres, novamente com apenas uma vaga por país em cada gênero. Na prática, por essas duas vias, um país poderá garantir até dois surfistas no masculino e dois no feminino: um pelo CT e outro pelo Mundial da ISA. É aí que os Mundiais de 2026 e 2027 ganham importância especial. O país campeão por equipes em cada gênero recebe uma vaga olímpica adicional, o que abre a possibilidade de chegar a Los Angeles com três atletas no masculino e/ou três no feminino. Essa vaga pertence ao país, e não ao surfista que conquistar o resultado. No caso brasileiro, caberá ao COB e à Confederação Brasileira de Surfe definir posteriormente quem ocupará a posição. Outro caminho para os brasileiros será os Jogos Pan-Americanos de 2027, também programados para Punta Rocas. Os campeões masculino e feminino garantem classificação para Los Angeles 2028, mas a vaga deixa de ser utilizada caso o atleta posteriormente se classifique por uma via considerada superior, como o CT ou o ISA World Surfing Games 2028. O sistema ainda prevê vagas por competições continentais, país-sede e universalidade. Entre elas estão os Jogos Asiáticos de 2026, vagas para África e Oceania pelo ISA Games 2027, o Campeonato Europeu de 2027 e vagas destinadas aos Estados Unidos como anfitriões, caso o limite máximo por país ainda não tenha sido preenchido.

    Yago Dora, Italo Ferreira, Miguel Pupo, Luana Silva, Laura Raupp e Tainá Hinckel representam o Brasil de 6 a 15 de novembro em Punta Rocas, na abertura do ciclo olímpico para Los Angeles 2028.

    O Finals Day teve as melhores condições de toda a semana na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Ondas de aproximadamente 1,5 metro, boa formação e vento terral receberam as disputas a partir das quartas de final neste sábado (3), no encerramento da terceira etapa do Challenger Series 2026. No fim do dia, a festa foi brasileira. Ryan Kainalo superou Alister Reginato na decisão masculina, garantiu o título e deixou Maresias na liderança do ranking. No feminino, a australiana Charli Hately derrotou a portuguesa Francisca Veselko. Ambos conquistaram 10.000 pontos no ranking. Ryan voa e assume a liderança Único brasileiro a chegar ao Finals Day, Ryan Kainalo teve um sábado perfeito em Maresias. Depois de superar o peruano Lucca Mesinas nas quartas de final, o paulista dominou o australiano Oscar Berry na semifinal e chegou à primeira decisão da carreira no Challenger Series. Na final contra Alister Reginato, Ryan abriu sua conta com um aéreo alto para receber 6.83. Depois, conectou três manobras fortes na parte crítica da onda e arrancou 7.67, chegando a 14.50 pontos. Reginato terminou com 5.83 e, a quatro minutos do fim, ainda precisava de 9.17 para virar a bateria. Ryan administrou a vantagem até a buzina e, ao sair da água, correu para abraçar o pai. “Estou muito feliz, ainda digerindo tudo isso. Foi um dia inesquecível. A praia estava cheia, a torcida brasileira é diferente de tudo. Energia surreal. Estou muito feliz, de verdade”, celebra Ryan Kainalo. O brasileiro já havia produzido um dos grandes momentos do dia na semifinal contra Oscar Berry. Ryan acertou um aéreo full rotation para receber 8.50, maior nota masculina do Finals Day, colocou o australiano em combinação e venceu por 14.20 x 3.73. Com os 10.000 pontos da vitória, o surfista de 20 anos assumiu a liderança do Challenger Series e deu um passo importante na corrida por uma vaga no Championship Tour de 2027. Charli Hately leva o feminino No feminino, Charli Hately também alcançou a primeira decisão da carreira no Challenger Series e aproveitou a oportunidade. A australiana de 17 anos derrotou Francisca Veselko por 14.33 x 10.67 na final, com notas 7.83 e 6.50. Charli mostrou paciência para encontrar as melhores direitas de Maresias e atacou as ondas com um backside potente. “É loucura. Não consigo acreditar que venci. Coloquei minha cabeça no lugar, peguei as ondas e agora tudo parece surreal. Sou muito grata. A todos em casa, à minha família, a todos que estão torcendo. Sou muito agradecida”, afirma Hately. A campanha teve ainda uma virada importante na semifinal. Charli passou os primeiros 20 minutos atrás de Anat Lelior, mas encontrou as ondas na reta final, marcou 7.33 e 6.50 e avançou com 13.83 x 10.97. Com o título, a australiana somou 10.000 pontos e saltou para a décima colocação do Challenger Series, com 11.940 pontos. Francisca assume vice-liderança Vice-campeã em Maresias, Francisca Veselko também deixou São Sebastião em posição importante na corrida pelo CT. A portuguesa eliminou Teresa Bonvalot nas quartas e teve uma grande atuação contra Sally Fitzgibbons na semifinal. Francisca marcou 8.83 em uma sequência de fortes manobras de frontside e venceu por 13.50 x 7.10. A nota foi a maior do feminino em toda a competição. Com os 7.800 pontos do segundo lugar, Francisca assumiu a vice-liderança do Challenger Series, atrás apenas da australiana Sierra Kerr. Números do São Sebastião Pro O feminino teve 635 ondas surfadas em 31 baterias. Francisca Veselko foi a única atleta a alcançar uma nota de critério excelente, com o 8.83 da semifinal. Charli Hately veio na sequência com 7.83 na final, mesma nota alcançada anteriormente por Sanoa Dempfle-Olin. Kana Nakashio teve a maior somatória feminina da competição, 14.40, ainda no Round das 32. Entre os homens, foram 1.092 ondas surfadas em 47 baterias. Jackson Bunch ficou com a maior nota da competição, 8.83 no Round dos 64. Ryan Kainalo veio na sequência com o 8.50 da semifinal, seguido pelo 8.33 de Joel Vaughan no Round das 32. Resultados a partir das oitavas de final Masculino Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 – Ian Gentil (HAV) 9.17 x Owen Moss (EUA) 7.80 Quartas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 13.50 x Charly Quivront (FRA) 9.672 – Ryan Kainalo (BRA) 12.67 x Lucca Mesinas (PER) 11.003 – Alonso Correa (PER) 11.73 x Kei Kobayashi (JAP) 4.934 – Alister Reginato (AUS) 12.84 x Ian Gentil (HAV) 11.50 Semifinais 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.20 x Oscar Berry (AUS) 3.732 – Alister Reginato (AUS) 14.33 x Alonso Correa (PER) 9.57 Final 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.50 x Alister Reginato (AUS) 5.83 Feminino Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Anat Lelior (ISR) 10.50 x Kiara Goold (PYF) 8.172 – Charli Hately (AUS) 11.24 x Eweleiula Wong (HAV) 8.173 – Francisca Veselko (POR) 13.16 x Teresa Bonvalot (POR) 9.704 – Sally Fitzgibbons (AUS) 10.97 x Kana Nakashio (JAP) 8.43 Semifinais 1 – Charli Hately (AUS) 13.83 x Anat Lelior (ISR) 10.972 – Francisca Veselko (POR) 13.50 x Sally Fitzgibbons (AUS) 7.10 Final 1 – Charli Hately (AUS) 14.33 x Francisca Veselko (POR)

    Charli Hately conquista título feminino e Ryan Kainalo assume topo do Challenger Series, com vitória no Banco do Brasil São Sebastião Pro, em Maresias (SP).

    A Praia de Paúba, na Costa Sul de São Sebastião (SP), recebe neste sábado (3) a nona edição do Paúba Super Tubos. A competição reúne 56 surfistas convidados em um dos picos mais técnicos do Litoral Norte paulista, com transmissão ao vivo durante todo o dia. Conhecida pelas ondas fortes, rápidas e tubulares que quebram próximas à faixa de areia, Paúba deve oferecer condições de alto nível para os competidores. A previsão divulgada pela organização indica ondas com mais de 1 metro de altura. A disputa acontece em categoria única e exclusivamente para convidados, selecionados pelo nível técnico necessário para enfrentar as características da onda. O formato conta com seis fases e começou com 40 atletas no Round 1. Os 16 classificados avançam e encontram outros competidores já posicionados na chave. As semifinais e a grande final estão previstas para o período da tarde, com os horários sujeitos a alterações de acordo com as condições do mar. A lista de participantes ainda pode receber nomes que disputam o Challenger Series da WSL em Maresias. Segundo a organização, atletas eliminados antes das finais da competição internacional poderão participar do Paúba Super Tubos. Além das disputas dentro d’água, o evento movimenta a Praia de Paúba e a Costa Sul de São Sebastião, com a presença de atletas, equipes e público. A competição conta com apoio da Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria de Esportes.

    Nona edição do Paúba Super Tubos reúne 56 surfistas neste sábado (3), nas ondas tubulares da Costa Sul de São Sebastião; acompanhe a transmissão ao vivo.

    O Banco do Brasil São Sebastião Pro chega neste sábado (3) ao Finals Day na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). A chamada está marcada para 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05. As quartas de final abrem o caminho para a definição dos campeões da terceira etapa do Challenger Series 2026. O Brasil terá apenas um representante no último dia. Ryan Kainalo garantiu vaga nas quartas ao vencer o espanhol Yago Dominguez por 11,50 x 10,10 em uma bateria decidida nos minutos finais. O brasileiro liderou boa parte do confronto, perdeu a primeira posição perto do fim e precisou melhorar sua segunda nota para avançar. Na última oportunidade, encontrou a onda necessária e recuperou a liderança com notas 6,50 e 5,00. Ryan mira liderança do Challenger Series Além de seguir na briga pelo título em Maresias, Ryan Kainalo pode deixar a etapa na liderança do ranking do Challenger Series. Com a eliminação do havaiano Jackson Bunch nas oitavas, o brasileiro assume a primeira colocação caso alcance a final. Nas quartas, Ryan enfrenta o peruano Lucca Mesinas, que eliminou Bunch por 10,14 x 9,60. O duelo será o único confronto sul-americano da rodada. “Foi uma bateria muito difícil. O mar está muito difícil, as ondas estão sem parede, e quando ele virou a bateria em cima de mim, sabia que seria muito complicado achar uma onda boa. Mas acreditei e deu tudo certo”, comemorou Ryan após a classificação. Sophia Medina se despede No feminino, Sophia Medina foi eliminada pela japonesa Kana Nakashio na última bateria das oitavas. Nakashio venceu por 7,60 x 7,03 e avançou para enfrentar a australiana Sally Fitzgibbons nas quartas. A líder do ranking, Sierra Kerr, também ficou pelo caminho. A australiana precisava de mais duas vitórias para confirmar matematicamente a classificação ao Championship Tour de 2027, mas foi superada pela taitiana Kiara Goold por 12,13 x 10,17. Destaques do último dia Kei Kobayashi teve a maior nota masculina desta sexta-feira ao marcar 8,00 pontos na vitória sobre Jett Schilling. O japonês enfrenta Alonso Correa nas quartas. Entre as mulheres, Sally Fitzgibbons avançou com 12,00 pontos de somatório diante de Sanoa Dempfle-Olin e segue na busca pela reclassificação para o Championship Tour. Próxima chamada A próxima chamada do Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece neste sábado (3), às 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05, na Praia de Maresias. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. Baterias do Banco do Brasil São Sebastião Pro 2026 Feminino Round das 32 1 – Sierra Kerr (AUS) 12.10 x Amuro Tsuzuki (JAP) 11.60 x Isla Huppatz (AUS) 8.97 x Bella Kenworthy (EUA) 7.902 – Anat Lelior (ISR) 11.30 x Kiara Goold (PYF) 11.00 x Tya Zebrowski (FRA) 10.83 x Moana Jones Wong (HAV) 5.703 – Charli Hately (AUS) 12.77 x Sol Aguirre (PER) 12.24 x Vahine Fierro (FRA) 12.10 x Talia Swindal (EUA) 10.334 – Eweleiula Wong (HAV) 11.24 x Anon Matsuoka (JAP) 10.00 x Laura Raupp (BRA) 8.53 x Brisa Hennessy (CRC) 7.635 – Francisca Veselko (POR) 12.20 x India Robinson (AUS) 12.16 x Eden Walla (EUA) 11.04 x Maria Salgado (POR) 8.936 – Teresa Bonvalot (POR) 10.96 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 10.40 x Lucy Darragh (AUS) 8.34 x Sophie McCulloch (AUS) 8.037 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.56 x Sophia Medina (BRA) 11.66 x Daniella Rosas (PER) 10.33 x Ellie Harrison (AUS) 9.778 – Kana Nakashio (JAP) 14.40 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 13.83 x Kirra Pinkerton (EUA) 13.67 x Alyssa Spencer (EUA) 11.37 Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Kiara Goold (PYF) x Anat Lelior (ISR)2 – Charli Hately (AUS) x Eweleiula Wong (HAV)3 – Francisca Veselko (POR) x Teresa Bonvalot (POR)4 – Sally Fitzgibbons (AUS) x Kana Nakashio (JAP) Masculino Round dos 32 1 – Kade Matson (EUA) 13.06 x Charly Quivront (FRA) 12.77 x Reef Heazlewood (AUS) 12.26 x Douglas Silva (BRA) 12.172 – Joel Vaughan (AUS) 15.26 x Oscar Berry (AUS) 10.43 x Shohei Kato (JAP) 10.03 x Jacob Willcox (AUS) 9.873 – Jackson Bunch (HAV) 13.33 x Yago Dominguez (ESP) 11.97 x Hiroto Ohhara (JAP) 10.87 x Winter Vincent (AUS) 9.934 – Ryan Kainalo (BRA) 11.40 x Lucca Mesinas (PER) 11.27 x Jake Marshall (EUA) 9.36 x Lennix Smith (AUS) 7.905 – Alonso Correa (PER) 13.40 x Jett Schilling (EUA) 12.97 x Deivid Silva (BRA) 11.53 x Jack Robinson (AUS) 8.606 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Beyrick De Vries (NED) 9.80 x Connor Slijpen (AFS) 9.03 x Mihimana Braye (PYF) 5.737 – Alister Reginato (AUS) 11.96 x Owen Moss (EUA) 11.50 x Adin Masencamp (AFS) 10.57 x Levi Slawson (EUA) 8.378 – Ian Gentil (HAV) 10.64 x Crosby Colapinto (EUA) 9.50 x Dimitri Poulos (EUA) 8.10 x Eli Hanneman (HAV) 4.97 Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 –

    Banco do Brasil São Sebastião Pro chega ao último dia neste sábado (3), com chamada às 6h30 e possível início às 7h05. Ryan Kainalo é o único brasileiro na disputa e pode assumir a liderança do CS.

    Um dos eventos de base mais tradicionais do surfe está de volta ao Brasil. Depois de 11 anos, o Quiksilver King of the Groms retorna ao país nos dias 10 e 11 de outubro, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). A edição de 2026 também marca uma novidade: a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, dando espaço também às meninas no King and Queen of the Groms. A competição será disputada nas categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16, no masculino e feminino, e está aberta a surfistas de até 16 anos. Criado pela Quiksilver entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000, o KOTG nasceu com o objetivo de descobrir e dar visibilidade aos jovens surfistas de alta performance. Ao longo de suas edições, o evento recebeu nomes que posteriormente se destacaram no Circuito Mundial. Entre eles está Gabriel Medina, vencedor da final internacional de 2009, na França, quando conseguiu duas notas 10 e somou 20 pontos. Outros nomes que passaram e venceram o campeonato incluem Filipe Toledo, John John Florence, Jack Robinson, Leonardo Fioravanti e Matt Banting. Retorno ao Brasil O King of the Groms foi realizado cinco vezes no Brasil: Itajaí (SC), em 2010; Itacaré (BA), em 2011; Baía Formosa (RN), em 2012; São Francisco do Sul (SC), em 2013; e Fernando de Noronha (PE), em 2015. Na última edição brasileira, Fernando de Noronha recebeu não apenas uma seletiva regional, mas a própria Final Mundial do evento. Em 2026, a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, com disputas também no feminino. “O King of the Groms sempre foi muito importante para a Quiksilver e eu considero esse evento mais do que um campeonato. Ele faz parte da história do surf e ajudou a colocar muitos talentos no radar. E, depois de tantos anos, trazer esse nome de volta ao Brasil, agora também com o feminino (Roxy), tem um significado enorme para nós. Queremos resgatar esse espírito e, ao mesmo tempo, criar novas histórias. Temos uma geração de groms muito forte no Brasil e poder reabrir essa porta e acompanhar de perto quem serão os próximos nomes do surf brasileiro é, sem dúvida, uma das partes mais legais desse projeto”, disse Karol Lopes, gerente de Marketing da Quiksilver e Roxy Brasil. Inscrições abertas As inscrições já estão abertas e custam R$ 150. Os atletas devem se inscrever exclusivamente pelo e-mail [email protected], enviando comprovante de pagamento, documento com foto e os dados do atleta. Quiksilver & Roxy King and Queen of the GromsPraia de Itamambuca – Ubatuba (SP)10 e 11 de outubro de 2026Sub-12 Masculino e FemininoSub-14 Masculino e FemininoSub-16 Masculino e FemininoInscrição: R$ 150

    Meninos e meninas de até 16 anos disputam o Quiksilver King and Queen of the Groms nos dias 10 e 11 de outubro em Itamambuca, Ubatuba (SP), depois de 11 anos da última edição no Brasil.

    A Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), recebe entre os dias 26 de setembro e 3 de outubro o Banco do Brasil São Sebastião Pro, etapa do Challenger Series 2026/27 da World Surf League (WSL). Esta será a primeira vez que o estado de São Paulo recebe uma etapa da divisão de acesso ao Championship Tour. O evento terá 80 homens e 48 mulheres de diferentes países em um momento importante da corrida pelas vagas na elite. Ao fim da temporada do Challenger Series, os dez primeiros colocados do ranking masculino e as seis primeiras do feminino garantem classificação para o Championship Tour de 2027. A passagem do circuito por Maresias também coloca o Challenger Series em uma região diretamente ligada à história do surfe brasileiro. São Sebastião revelou diferentes gerações de surfistas e terá agora atletas de vários países disputando pontos para chegar à elite mundial. Corrida pelo CT esquenta em Maresias Com as primeiras etapas da temporada concluídas, o Banco do Brasil São Sebastião Pro chega em um momento importante na disputa pelas vagas no Championship Tour. Weslley Dantas lidera o ranking masculino do Challenger Series com 15.700 pontos. O brasileiro começou a campanha com o vice-campeonato no Ballito Pro e reforçou a liderança ao vencer o QS 6.000 Internacional de Matosinhos, em Portugal. Jackson Bunch, do Havaí, subiu três posições e aparece em segundo, com 15.405 pontos, depois da vitória no QS 6.000 Internacional de Saquarema. Jake Marshall, dos Estados Unidos, ocupa a terceira colocação, com 14.745, seguido pelo compatriota Cole Houshmand, quarto colocado, com 13.320. O Brasil tem outros três surfistas dentro do Top 10. Ryan Kainalo é o quinto, com 10.995 pontos, Ian Gouveia aparece em sexto, com 10.105, e Deivid Silva ocupa a oitava posição, com 9.025. Mateus Herdy está logo abaixo da linha de classificação, na 11ª colocação, com 8.065 pontos, mesma pontuação do décimo colocado Taj Lindblad, dos Estados Unidos. Gabriel Klaussner aparece em 13º, com 7.755. Assim, cinco brasileiros estão entre os 13 primeiros antes da etapa de Maresias. O novo formato dos eventos internacionais QS 6.000 também passou a fazer parte da estratégia na corrida pela classificação. Os atletas podem contabilizar um resultado de QS 6.000 Internacional na pontuação total do Challenger Series. Dantas e Kainalo já aproveitaram essa possibilidade com vitórias nos eventos de Portugal e Espanha, respectivamente. No feminino, a australiana Sierra Kerr lidera com 20.745 pontos. Teresa Bonvalot, de Portugal, é a segunda, com 13.590, seguida pela norte-americana Eden Walla, com 13.150. Francisca Veselko, de Portugal, aparece em quarto, com 12.545, enquanto Ariane Ochoa, da Espanha, ocupa a quinta posição, com 11.465. A australiana Ellie Harrison fecha atualmente o Top 6, com 11.020 pontos. Laura Raupp é a brasileira mais bem colocada. Ela ocupa a 14ª posição, com 6.985 pontos, e terá em Maresias a oportunidade de diminuir a distância para a zona de classificação. Com pontos importantes em jogo, os resultados da etapa paulista podem mexer diretamente na corrida pelas vagas no Championship Tour de 2027. Challenger estreia em São Paulo O Banco do Brasil São Sebastião Pro marca a primeira passagem do Challenger Series pelo estado de São Paulo. A etapa será disputada em Maresias, no litoral norte paulista, região com forte ligação com a história do surfe profissional brasileiro. São Sebastião revelou gerações de surfistas que ajudaram o Brasil a se tornar uma das principais potências da modalidade. A chegada do Challenger Series aproxima esse legado de uma nova geração de atletas que busca construir o próprio caminho até o Championship Tour. Música e atividades fora d’água A programação do Banco do Brasil São Sebastião Pro também terá música, bem-estar e atividades fora da competição. No dia 26 de setembro, abertura da janela, o WSL Sunset Reggae Edition terá shows de Maneva, Planta & Raiz e Gabriel Elias na Praia de Maresias. O primeiro fim de semana também recebe o WSL Wellness, com atividades gratuitas nos dias 26 e 27 de setembro voltadas a movimento, preparação física e recuperação. A programação inclui yoga com Sue Moura, Functional Surf Training com Allan Menache, preparador físico dos campeões mundiais Gabriel Medina e Adriano de Souza, e treinamento funcional com Ricardo Lapa, com participação da repórter e influenciadora da WSL Rachel Apollonio. Para participar das aulas programadas, é necessário fazer inscrição antecipada. Entre 28 de setembro e 3 de outubro, as ações de bem-estar e lifestyle continuam. Estudantes da rede pública de ensino de São Sebastião também participarão de clínicas esportivas gratuitas de surfe, skate, altinha e vela. Transmissão ao vivo O Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece de 26 de setembro a 3 de outubro de 2026, na Praia de Maresias. Assim que a competição for oficialmente iniciada, as baterias terão transmissão ao vivo pelo site e pelo aplicativo gratuito da WSL. O evento tem patrocínio de Banco do Brasil, Prefeitura de São Sebastião, VIVO, GWM, Natura Kaiak, Aquacoco, Probiótica, Dr. Peanut, Mana Poke, BB Seguros, Mãe Terra, Riachuelo, Corona Cero, Apple Watch, Sun Ninja e EY, além de parcerias de mídia com Globo, 89 A Rádio Rock, Eletromídia e TV Vanguarda.

    Válido como etapa do WSL Challenger Series, o Banco do Brasil São Sebastião Pro reúne 80 homens e 48 mulheres na Praia de Maresias, de 26 de setembro a 3 de outubro, na corrida por vagas no CT 2027.

    O Brasil ficou no topo das duas categorias de maior onda do Big Wave Challenge 2025/26. Rodrigo Koxa venceu a Maior Onda Masculina, enquanto Michelle des Bouillons conquistou a Maior Onda Feminina na cerimônia realizada no último sábado (19) no Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. Os dois troféus vieram de performances em Nazaré, Portugal, e carregam uma expectativa ainda maior. As ondas premiadas receberam medições preliminares que, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer novos recordes mundiais no masculino e no feminino. Koxa volta ao topo Rodrigo Koxa conquistou o prêmio pela segunda vez na carreira com a onda surfada no dia 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, o brasileiro poderá superar os 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, atual detentor do recorde mundial. O brasileiro disputava a categoria com Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro. As três ondas finalistas foram surfadas em Nazaré. A conquista tem significado especial para Koxa. Em 2018, ele entrou para o Guinness World Records com uma onda de 24,38 metros surfada também em Nazaré. A marca permaneceu como recorde até ser superada por Steudtner. Agora, oito anos depois, Koxa volta a ter a possibilidade de ocupar o topo. Nas redes sociais, Koxa comemorou o bicampeonato e agradeceu à equipe que participou da onda vencedora, com destaque para Vitor Faria, responsável por colocá-lo na onda, além da spotter Laura Chichorro e de Victor Mascarenhas, no resgate. Michelle conquista segundo troféu Michelle des Bouillons completou a dobradinha brasileira com a vitória na Maior Onda Feminina. A carioca de 36 anos foi premiada pela onda surfada no dia 13 de dezembro de 2025, também na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar os 22,40 metros de Maya Gabeira, atual recordista mundial feminina, em uma onda surfada no dia 11 de fevereiro de 2020 no mesmo pico português. Havia expectativa de que a medida de 24,99 metros fosse oficializada durante a cerimônia na Califórnia, mas isso não aconteceu. Assim, o recorde mundial permanece com Maya enquanto a marca de Michelle não for homologada. Michelle teve o marido Ian Cosenza como piloto de tow-in na onda premiada. A brasileira superou na categoria a francesa Justine Dupont e a italiana Michaela Fregonese, novamente com todas as ondas finalistas surfadas em Nazaré. Esta foi a terceira participação consecutiva de Michelle no Big Wave Challenge. Ela já havia vencido a categoria de Maior Onda em 2024 e ficou entre as finalistas em 2025. Nazaré teve papel dominante na premiação. Depois de colocar dez ondas entre as indicadas ao Big Wave Challenge 2025/26, a Praia do Norte esteve diretamente ligada a quatro troféus. Além das vitórias de Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons nas categorias de Maior Onda, Grant “Twiggy” Baker venceu o Paddle Masculino e Alberto Truncer levou o Wipeout do Ano, todos por performances no pico português. Entre os outros destaques da noite, Tom Lowe foi eleito Surfer of the Year Masculino. O britânico conquistou o prêmio pouco mais de um ano depois de sofrer um acidente quase fatal em Teahupo’o, no Taiti. Natxo Gonzalez venceu o Ride of the Year Masculino por uma onda surfada na remada em Mullaghmore, na Irlanda, enquanto Izzi Gomez levou a versão feminina com uma onda em Teahupo’o. Justine Dupont foi eleita Surfer of the Year Feminino. A temporada também teve uma geografia diferente da habitual nas ondas gigantes. Havaí e Costa Oeste dos Estados Unidos ficaram fora das indicações do Big Wave Challenge, enquanto Mullaghmore e Teahupo’o tiveram papel decisivo na realização da premiação. Segundo a Surfer, o organizador Bill Sharp chegou a afirmar que o evento teria sido cancelado se não fossem as ondas registradas nos dois picos. Noite de gala na Califórnia A cerimônia marcou a 26ª edição do Big Wave Challenge e distribuiu mais de US$ 100 mil em premiações. Além das categorias de Maior Onda, o evento reconhece performances em modalidades como Ride of the Year, Paddle, Wipeout of the Year e Surfer of the Year. Entre os outros resultados já confirmados, o britânico Tom Lowe, da Cornualha, conquistou o prêmio de Surfer of the Year masculino. Lowe estava entre os finalistas ao lado do sul-africano Grant Baker e do norte-americano Mason Barnes. Para o Brasil, a noite terminou com uma dobradinha nas maiores ondas da temporada. Koxa e Michelle deixam Newport Beach com os troféus nas mãos enquanto aguardam a definição sobre as medições de suas ondas. As marcas preliminares de 29,15 metros no masculino e 24,99 metros no feminino, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer dois novos recordes mundiais. Leia mais Ela soltou a corda. O resto é história.Michelle pode bater recorde mundialKoxa revive sonho de recorde em Déjà VuO passo a passo da medição VENCEDORES E FINALISTAS – BIG WAVE CHALLENGE 2025/26 MEN’S RIDE OF THE YEARVencedor: Natxo Gonzalez (ESP) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Clem McInerneyFinalistas: Matahi Drollet (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Maiko Mou; Tom Lowe (GBR) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Michael Darrigade. WOMEN’S RIDE OF THE YEARVencedora: Izzi Gomez (COL) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Owen MilneFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Peter Clyne; Aelan Vaast (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Kotaha Surfing Productions. MEN’S BIGGEST WAVEVencedor: Rodrigo Koxa (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Mattias Hammar – Fotos: Jayden Cheo, Stephan Mathers e Ianco RochaFinalistas: Lucas “Chumbo” Chianca (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves; Clément Roseyro (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Arthur Picard. WOMEN’S BIGGEST WAVEVencedora: Michelle des Bouillons (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan ChavesFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves – Fotos: Laurent Masurel e Aurnad Plas; Michaela Fregonese (ITA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Kaique Silva. MEN’S PADDLEVencedor: Grant “Twiggy” Baker (RSA) – Nazaré, Portugal – Fotos: Peter “Joli”

    Brasil conquista as categorias de Maior Onda Masculina e Feminina com Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons, que ainda podem estabelecer também os novos recordes mundiais.

    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.