MEO Pro Portugal 2025

Yago vence Italo na decisão

Yago Dora supera Italo Ferreira na final do MEO Pro Portugal 2025 e sobe para quarto lugar no ranking. Italo segue líder.
MEO Pro Portugal 2025, Supertubos, Peniche

O MEO Pro Portugal 2025 terminou neste domingo (23) com final brasileira. Yago Dora venceu Italo Ferreira na decisão do masculino e subiu para a quarta posição no ranking. Italo segue como líder. Filipe Toledo parou nas quartas e terminou em quinto lugar. Entre as mulheres deu a norte-americana Caroline Marks, que venceu a havaiana Gabriela Bryan na final. Domingo decisivo teve ondas de 1 a 1,5 metro um pouco irregulares na maior parte do tempo.

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Yago Dora foi o primeiro a conquistar nota expressiva na final. Aos quatro minutos Italo usou a prioridade numa direita e bateu forte de backside para anotar 3.50 pontos. Yago entrou na esquerda seguinte e acelerou para voar com reverse. Ele ainda executou mais um cutback. A nota foi 6.67 pontos.

Italo respondeu aos oito minutos também com aéreo reverse de frontside. Ele ainda teve espaço para bater na junção. Ele precisava de 4.18 e assumiu a liderança com a nota 7.43 pontos. Yago respondeu com duas ondas. Na primeira não saiu do tubo da direita e na segunda bateu forte na esquerda, mas precisava de 4.27 e anotou 4.23 pontos.

Yago seguiu ativo e aos 13 minutos entrou numa esquerda e colocou manobra aérea e de borda na performance para reassumir a liderança com a nota 6.70 pontos. Italo botou pra dentro de uma direita logo depois, mas tentou sair por baixo do lip e foi derrubado pela onda. Ele chegou na metade da disputa necessitando de 5.94 para ser o campeão da etapa.

Italo ficou ativo e chegou a trocar nota a dez minutos do fim, porém os 4.43 pontos conquistados com dois ataques de backside não mudaram sua posição na disputa. Três minutos depois ele voou alto de frontside, mas caiu na aterrissagem na base da esquerda após uma rotação completa. Italo decolou novamente a três minutos do final. Yago tinha a prioridade, mas deixou a esquerda para o adversário que voou sem rotação e rasgou. Ele foi até o inside, porém a onda não ofereceu mais seções para manobras.

A final chegou nos últimos segundos e Italo achou uma esquerda. O atleta acelerou e voou com reverse, porém precisava de 5.94 e anotou 5.00 pontos para terminar sua quarta final em Supertubos como vice-campeão.

Yago é o sétimo brasileiro a vencer o CT de Portugal. Adriano de Souza venceu em 2010, Filipe Toledo foi campeão numa final contra Italo em 2015, Gabriel Medina levou a melhor em 2017, Italo nos anos de 2018 e 2019, Tatiana Weston-Webb em 2022 e João Chianca em 2023.


Caminho de Yago até a final – Yago precisou vencer três bateria neste domingo para garantir lugar na decisão do MEO Pro Portugal 2025. Ele foi o primeiro brasileiro garantido nas quartas de final da etapa. O surfista derrotou o havaiano Imaikalani deVault com as duas maiores notas da bateria.

O dia decisivo começou a WSL tendo problemas técnicos na transmissão do evento. Algumas ondas dos atletas, além das notas e do tempo de bateria não apareciam na tela. A sinal também caia com certa frequência. Yago abriu o duelo com uma rasgada de frontside que valeu 3.00 pontos. Na sequência anotou 7.00 em nova atuação pra esquerda e após duas notas fracas colocou mais 5.17 no somatório para vencer pelo placar de 12.17 a 6.33 pontos.

Os dois atletas ficaram muito ativos no confronto e Imai pegou ainda mais ondas que o brasileiro (11 contra 8), mas em nove atuações ele não chegou na casa de 1 pontos. Sua melhor performance no duelo aconteceu de frontside na direita de Supertubos e valeu 4.00 pontos.

Yago x Jack – O adversário de Yago nas quartas foi Jack Robinson, surfista que venceu batalha australiana contra Liam O’Brien na primeira bateria das oitavas de final com o somatório de 15.67 pontos contra 2.83 do adversário.

Jack abriu a bateria com uma batida forte de frontside. Ele caiu no ataque seguinte e anotou 3.50 pontos. Yago também atuou pra direita, porém de backside. O brasileiro rasgou e bateu para conquistar 6.33 e assumir a liderança. Yago surfou um tubo de frontside aos seis minutos e inseriu mais 4.33 no somatório. Ele saiu do canudo sendo atingido pela crista. O australiano passou a buscar 7.16 para reverter o resultado.

Yago voltou a surfar aos dez minutos. Ele não tinha a prioridade, mas entrou numa esquerda e conquistou 6.00 pontos. A diferença para o adversário aumentou para 8.83 pontos. Aos 15 minutos, logo após Jack usar o direito de escolha de onda numa esquerda ruim, o brasileiro surfou um tubo longo para esquerda e anotou 8.00 pontos.

Jack passou a ficar ativo, mas seguia surfando ondas ruins. A oito minutos do fim o australiano executou três manobras de backside, colocou 5.00 no somatório e passou a buscar 9.33 para vencer. Jack não conseguiu se conectar com Supertubos, ao contrário de Yago que a dois minutos do fim pegou outro tubo de frontside. Ele ainda executou um layback na saída para trocar nota mais uma vez (7.50) e vencer pelo placar 15.80 a 8.50 pontos.

Yago segura Ethan – O última a cair para Yago antes da final foi Ethan Ewing, australiano que eliminou Filipe Toledo nas quartas de final. A primeira semifinal do masculino foi reiniciada após dez minutos sem ondas. Ethan abriu com nota fraca (0.50). Logo depois, aos três minutos, ele bateu de frontside chutando e derrapando a rabeta para colocar mais 2.50 no somatório. Yago estreou na disputa na sequência. O brasileiro acelerou numa esquerda e decolou com rotação para largar com 7.50 pontos.

Yago ficou ativo sem a prioridade. Ele surfou três ondas em dois minutos e, após duas notas fracas, bateu três vezes de backside para inserir 5.33 pontos no somatório. Ethan passou a precisar de duas ondas para conquistar os 12.83 necessários para reverter o resultado.

O brasileiro chegou perto de mexer no placar duas vezes (5.17 e 4.83). Ethan tentou tubo pra direita, manobra pra esquerda, mas não conseguiu mexer no placar e finalizou o MEO Pro Portugal 2025 em terceiro lugar.

Caminho de Italo até a final – Assim como Yago, Italo também precisou superar três adversários para chegar na final da etapa europeia do CT. Nas oitavas o duelo foi contra o australiano Joel Vaughan.

Italo largou com uma nota fraca, depois conquistou 2.83 pontos com duas rasgadas de backside na direita. O campeão mundial de 2019 subiu o nível numa performance para esquerda que valeu 9.17 pontos. Ele voou muito alto e completou a rotação antes de aterrissar com segurança. Joel tentou se manter no jogo com a nota 5.17 pontos. Na apresentação o aussie passou rápido de backside por dentro da esquerda, depois rasgou e bateu.

O brasileiro tentou outros voos de frontside, mas não conseguiu repetir a atuação de nível excelente. Italo colocou mais 3.67 pontos no somatório e venceu com 12.84 no placar. Joel perdeu precisando de 7.68 pontos e se despediu da prova em nono lugar.


Italo x Rio – Os finalistas da etapa do CT de Abu Dhabi se enfrentaram nas quartas de final do MEO Pro Portugal 2025. Italo Ferreira voltou a vencer o indonésio Rio Waida e garantiu vaga nas semifinais da etapa europeia do CT.

Rio foi o primeiro a atuar na bateria. O indonésio entrou de frontside numa direita aos seis minutos, bateu e caiu na volta de um floater. A nota foi 3.33 pontos. Cada um surfou duas ondas na primeira metade do confronto e essa foi a melhor atuação.

Italo assumiu a liderança aos 16 minutos. O brasileiro entrou numa esquerda intermediária e voou com alto com rotação completa. A performance valeu 6.67 pontos. Rio, que precisava de 3.85, entrou num tudo de backside, mas não conseguiu sair.

Os atletas trocaram suas notas de backup e Rio entrou nos cinco minutos finais com a prioridade, na busca de 5.28 para vencer a bateria. O brasileiro seguiu atuando e conseguiu aumentar a diferença com 3.20 pontos. O indonésio não atuou mais no confronto e perdeu pela segunda vez seguida para Italo, dessa vez pelo placar de 9.87 a 6.43 pontos.

Líder contra vice-líder – O líder do ranking Italo Ferreira eliminou o vice-líder Barron Mamiya na segunda semifinal e confirmou lugar na decisão. O brasileiro surfou duas ondas nos três minutos iniciais. A primeira foi ruim (0.37), mas na segunda, uma esquerda, ele voou com reverse e bateu na junção para anotar 5.17 pontos. O havaiano largou aos oito minutos com três rasgadas de backside na esquerda. A nota foi 2.83 pontos. O brazuca tentou responder com um aéreo de frontside, mas caiu da prancha na aterrissagem. Barron tentou os 3.35 que precisava aos nove minutos. Ele bateu forte na direita, mas os 3.07 não o levaram para a liderança.

A bateria seguiu quente, mas sem notas expressivas. Italo mexeu no placar duas vezes com 2.57 e 3.10 pontos. Barron ficou dentro de um tubo quadrado para esquerda. O havaiano chegou na metade do confronto precisando de 5.20 para ser finalista da etapa.

Italo alterou o somatório aos 18 minutos com um aéreo reverse na esquerda. A performance valeu 5.67 pontos e Barron ficou necessitando de 7.77 para vencer o duelo. Ele reagiu com um canudo fundo e apertado de backside. Com 4.17 ele ficou precisando de 6.67 para reverter resultado. Barron encaixou duas batidas de frontside a nove minutos do fim, mas os 3.90 pontos não alteraram sua situação na bateria.

O brasileiro usou a prioridade a seis minutos do fim, mas não trocou nota com dois ataques de backside (4.93). O havaiano usou o direito de escolha de onda um minuto depois e também executou duas manobras, porém de frontside. Ele melhorou sua pontuação com 4.90 pontos. Logo depois ele acertou mais duas pancadas, porém precisava de 5.94 e anotou 5.03 pontos.

Italo bloqueou Barron perto do minuto final, voou com reverse e bateu na esquerda para colocar mais 5.37 no somatório. O havaiano ficou sozinho no pico e teve uma chance, mas a esquerda foi ruim e ele se despediu da etapa com a terceira posição. Esse foi o sexto duelo entre os dois e Italo agora tem duas vitórias contra quatro do havaiano.

Filipe em quinto – Filipe Toledo foi o outro brasileiro que chegou no último dia do MEO Pro Portugal 2025. Filipe Toledo virou pra cima de Jordy Smith quase no fim da bateria válida pelas oitavas de final.

O brasileiro fez a maior nota da primeira metade da disputa. Ele bateu de frontside na direita e depois caiu quando executou um snap forte derrapando a rabeta. A performance valeu 2.10 pontos. Ele ficou mais ativo do que Jordy, mas os dois tentavam os tubos e não saiam, ou não encontravam seções boas para manobras.

Filipe anotou 3.50 logo depois com uma esquerda pequena e espumada que ofereceu espaço para três batidas. Jordy respondeu na sequência também com uma direita. O sul-africano executou um snap linkado com uma batida e anotou 3.37 pontos.

O brazuca quase completou um bom tubo de backside, mas na saída foi atingido pela crista e teve a prancha partida ao meio. Jordy assumiu a liderança na sequência. O atleta da África do Sul passou por dentro de Supertubos e rasgou na saída do canudo para anotar 4.67 e deixar o brasileiro na busca de 4.55 para avançar na etapa.

Filipinho conquistou 3.93 pontos e passou a buscar 4.12 para vencer. Os dois surfaram quase no fim. Filipe surfou um tubo pra direita e ainda entrou no inside para executar uma batida. Ele comemorou bastante. Jordy também atuou de frontside. Ele ficou um pouco preso após o primeiro ataque, uma batida, depois rasgou, bateu novamente, fez um cutback e acertou uma pancada no inside. Filipe foi pra liderança com 5.50. Jordy ficou na necessidade de 4.77 e se despediu da etapa ao conquistar 3.80 pontos. Próximo adversário do brazuca é o australiano Ethan Ewing.

Filipe para nas quartas – Filipe Toledo caiu nas quartas. O australiano Ethan Ewing deu um duro golpe no brasileiro, que até reagiu bem, porém não conseguiu reverter o resultado. Com a derrota o surfista se despediu da etapa em quinto lugar.

Filipe começou com notas fracas e Ethan atuou pela primeira vez na bateria aos sete minutos. O aussie chegou no critério excelente depois de sair de um tubo de backside depois da baforada. Ele conquistou 9.17 pontos. Filipe voltou para o jogo logo após a metade do duelo. O brazuca voou com rotação numa esquerda e executou uma batida para anotar 7.83 pontos. Ethan respondeu com uma batida de frontside (3.00) e Filipe passou a necessitar de 4.35 para vencer.

Ethan ampliou um pouco a diferença para o brasileiro a sete minutos do fim. O surfista bateu, rasgou e bateu novamente para trocar 3.00 por 3.33 pontos. Filipe passou a precisar de 4.68 para chegar na semifinal. O brasileiro ficou com a prioridade nos minutos finais, porém não teve mais oportunidades e foi eliminado. Filipe sai da Europa na nona posição no ranking.

Caroline bicampeã – A norte-americana Caroline Marks é bicampeã do MEO Pro Portugal. A decisão de 2025 foi contra a havaiana Gabriela Bryan. Caroline abriu a final de 35 minutos com duas manobras de frontside que valeram 3.00 pontos. Aos dez minutos a surfista dos Estados Unidos bateu duas vezes de backside. Ela ainda tentou mais um ataque, mas caiu da prancha. A performance valeu 4.90 pontos.

Gabriela teve como melhor atuação a nota 4.17 conquistada em sua primeira atuação no confronto. Ela passou 25 minutos precisando de 3.74 para reverter a situação, porém não conseguiu e finalizou a etapa em segundo lugar. Com o resultado Caroline subiu para o terceiro lugar no ranking e Gabriela para o quinto.

Caroline venceu Molly Picklum na semifinal com notas conquistadas de backside nas direitas de Supertubos (4.83 e 3.70). A australiana perdeu precisando de 4.21 pontos. O placar terminou com 8.53 a 7.50 pontos. Gabriela e Erin Brooks se enfrentaram na outra disputa do round. As atletas usaram as direitas para as apresentações. Gabriela começou forte com 5.33 e aos sete minutos bateu duas vezes para anotar 6.50 pontos. Erin, que tinha 4.17, precisava de 7.66 para vencer. A canadense diminuiu a diferença três minutos depois com uma pancada passando a rabeta por cima da crista. A nota 5.23 diminuiu a diferença para 6.60 pontos.

Erin quase virou aos 19 minutos com dois ataques que valeram 6.40 pontos. A surfista do Canadá segurou a prioridade nos minutos finais, porém não conseguiu os 5.44 que precisava e se despediu do evento em terceiro lugar. Caroline venceu pela primeira vez em Portugal no anos de 2019.

MEO Pro Portugal 2025
Final Masculino
Yago Dora (BRA) 13.37 x 12.43 Italo Ferreira (BRA)
Semifinais

1 Yago Dora (BRA) 12.83 x 3.50 Ethan Ewing (AUS)

Italo Ferreira (BRA) 11.04 x 9.93 Barron Mamiya (HAV)

Quartas de final

1 Yago Dora (BRA) 15.50 x 8.50Jack Robinson (AUS)

2 Ethan Ewing (AUS) 12.50 x 8.96 Filipe Toledo (BRA)

Italo Ferreira (BRA) 9.87 x 6.43 Rio Waida (IDN)

4 Barron Mamiya (HAV) 10.34 x 9.27 Marco Mignot (FRA)

Oitavas de final

1 Jack Robinson (AUS) 11.93 x 6.00 Liam O’Brien (AUS)

Yago Dora (BRA) 12.17 x 6.33 Imaikalani deVault (HAV)

3 Ethan Ewing (AUS) 12.76 x 7.94 Cole Houshmand (EUA)

Filipe Toledo (BRA) 9.43 x 8.47 Jordy Smith (AFR)

Italo Ferreira (BRA) 12.84 x 9.00 Joel Vaughan (AUS)

6 Rio Waida (IDN) 9.17 x 7.36 Kanoa Igarashi (JAP)

7 Marco Mignot (FRA) 9.50 x 4.83 Seth Moniz (HAV)

8 Barron Mamiya (HAV) 12.84 x 11.23 Leonardo Fioravanti (ITA)

Final Feminino

Caroline Marks (EUA) 7.90 x 6.97 Gabriela Bryan (HAV)

Semifinais

1 Caroline Marks (EUA) 8.53 x 7.50 Molly Picklum (AUS)

2 Gabriela Bryan (HAV) 11.83 x 11.63 Erin Brooks (CAN)

Ranking Masculino do CT após o MEO Pro Portugal 2025
1 Italo Ferreira (BRA) 23.885

2 Barron Mamiya (HAV) 17.415

3 Ethan Ewing (AUS) 15.490

4 Yago Dora (BRA) 15.010

5 Rio Waida (IDN) 13.875

6 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.450

7 Jack Robinson (AUS) 12.160

8 Kanoa Igarashi (JAP) 11.385

9 Filipe Toledo (BRA) 11.385
10 Miguel Pupo (BRA) 10.820

11 Joel Vaughan (AUS) 9.960

12 Jordy Smith (AFR) 7.970

13 Liam O’Brien (AUS) 7.970

14 Ian Gouveia (BRA) 7.680

15 Jackson Bunch (HAV) 7.405

16 Jake Marshall (EUA) 7.405

17 Seth Moniz (HAV) 6.905

18 Marco Mignot (FRA) 6.340

19 George Pittar (AUS) 6.340

20 Griffin Colapinto (EUA) 5.980

21 Connor O’Leary (AUS) 5.980

22 Cole Houshmand (EUA) 5.980

23 Deivid Silva (BRA) 5.980

24 Alan Cleland (MEX) 4.915

25 João Chianca (BRA) 4.915

26 Ian Gentil (HAV) 3.990

27 Matthew McGillivray (AFR) 3.990

28 Ramzi Boukhiam (MAR) 3.990

29 Alejo Muniz (BRA) 3.990
30 Edgard Groggia (BRA) 3.990

31 Imaikalani deVault (HAV) 3.850

32 Ryan Callinan (AUS) 2.925

33 Samuel Pupo (BRA) 2.925

34 Crosby Colapinto (EUA) 1.860

35 Gabriel Medina (BRA) 795
Ranking Feminino do CT após o MEO Pro Portugal 2025

1 Caitlin Simmers (EUA) 22,545

2 Molly Picklum (AUS)19,970

3 Caroline Marks (EUA)19,490

4 Tyler Wright (AUS)17,355

5 Gabriela Bryan (HAV)16,495

6 Erin Brooks (CAN) 13,440

7 Sawyer Lindblad (EUA) 12,100

8 Vahine Fierro (FRA) 11,305

9 Lakey Peterson (EUA) 11,305

10 Bella Kenworthy (EUA) 10,535

11 Johanne Defay (FRA) 8,400

12 Isabella Nichols (AUS) 8,400

13 Brisa Hennessy (CRI) 8,400

14 Luana Silva (BRA) 7,830

15 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 7,830

16 Sally Fitzgibbons (AUS) 6,265

17 Tatiana Weston-Webb (BRA)6,265

18 Nadia Erostarbe (ESP) 2,610

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    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.

    Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí. É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local. Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente. Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. E até quem nunca subiu em uma prancha pode experimentar o surfe nas ondas mais acessíveis de Waikiki. Do outro lado da ilha está um cenário completamente diferente. No North Shore, Haleiwa preserva o clima de uma surf town, com lojas, restaurantes e food trucks no caminho para algumas das praias mais famosas do planeta. É também nessa faixa de costa que quebram algumas das ondas mais impressionantes e desejadas do mundo. Ali, o surfe extrapola a água e ajuda a ditar o ritmo da vida ao redor do oceano, uma relação que faz do Havaí muito mais do que um destino de ondas. É justamente esse universo que inspira a campanha Na Onda Com BB Mastercard, criada sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”. A iniciativa une benefícios aos clientes, incentivo ao esporte e levará consumidores ao Havaí justamente no auge da temporada havaiana, quando as grandes ondas despertam no North Shore e alguns dos melhores surfistas do mundo estão na ilha. Clique aqui para participar Quando o North Shore desperta Durante o inverno do Hemisfério Norte, grandes tempestades formadas no Pacífico enviam ondulações poderosas em direção ao arquipélago. Quando essa energia encontra o North Shore de Oahu, algumas das ondas mais famosas do planeta ganham vida. É nessa época que a pequena faixa de costa passa a concentrar alguns dos melhores surfistas do mundo. Entre campeonatos, treinos e sessões de freesurf, atletas, fãs e fotógrafos dividem o mesmo cenário, enquanto boa parte das atenções do mundo do surfe se volta para o North Shore. E é justamente nesse momento que os clientes contemplados pela campanha Na Onda Com BB Mastercard estarão no Havaí, com a oportunidade de acompanhar ao vivo, em Pipeline, a etapa decisiva da temporada 2026 do Circuito Mundial da WSL. Sete milhas de história Em aproximadamente sete milhas de costa (cerca de 11 quilômetros) encontram-se picos como Waimea Bay, Sunset Beach e Pipeline, entre muitos outros. Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas. Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore: Pipeline. A onda que parecia impossível No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história. Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline. Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia. O Brasil entra em cena Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história. Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano. A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato. E então veio 2019. Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo. De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo. Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta. Italo venceu. Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez. Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo. Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. Mas a ligação entre Brasil e

    Berço do surfe, Havaí reúne ondas lendárias, paisagens paradisíacas e uma relação especial com o Brasil. Campanha Na Onda Com BB Mastercard leva clientes para viver essa experiência de perto.

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.