Saquarema Pro

Deivid flui no Challenger

Deivid Silva faz as maiores marcas do primeiro dia do Saquarema Pro, etapa do Challenger Series que acontece na Praia de Itaúna (RJ).
Saquarema Pro, Praia de Itaúna (RJ)

O cara do primeiro dia do Saquarema Pro foi Deivid Silva. O atelta que tenta retornar à elite do surfe mundial fez as maiores marcas da terça-feira (1), dia de condições muito difíceis para o surfe no Point de Itaúna. Deivid anotou 8.17 pontos na melhor apresentação do dia, que teve duas manobras potentes, e venceu a 11ª disputa com 14.00, o maior somatório. Dia teve 16 das 24 disputas da primeira fase masculina. Próxima chamada acontece nesta quarta-feira (2), às 7h30 para um possível início às 8h (de Brasília).

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A terça-feira foi o primeiro dia da janela para a realização do evento, que fica aberta até 8 de novembro. Como previsto, as condições para o surfe ficaram irregulares devido ao forte vento maral. A chuva também marcou presença durante quase todos os confrontos. O mar, que já amanheceu mexico, ficou quase como uma máquina de lavar durante a tarde.

Deivid abriu sua participação no Saquarema Pro com uma esquerda e dois ataques fortes de frontside, uma rasgada e uma batida com pressão na rabeta. A performance valeu 8.17 pontos. A atuação aconteceu aos cinco minutos de bateria. Logo depois ele voltou a surfar uma esquerda e novamente executou duas manobras. A nota foi 5.50.

O francês Gatien Delahaye corria por fora, enquanto os brasileiros Eduardo Motta e Marco Fernandez não entravam em sintonia com o mar balançado. Aos dez minutos, Gatien se firmou na segunda posição ao marcar 4.43 pontos. Ele, que havia conquistado 4.83 na primeira participação, deixou Eduardo na necessidade de 7.33 e Marco de 9.06 para avançarem.

Deivid voltou a trocar de nota aos 15 minutos. Ele acelerou e voou sem rotação. Depois ainda executou um floater e uma batida de leve na junção. A performance valeu 5.83 pontos. Gatien deu um gás, marcou 6.50 e 6.83 e garantiu a segunda posição. Eduardo (3º) e Marco (4º) seguiram encontrando dificuldade na escolha das ondas e foram eliminados.

Deivid Silva terminou a primeira metade do CT na 31ª posição no ranking e foi cortado. Atualmente ele ocupa o 22º lugar no CS e precisa de bons resultados para terminar o circuito entre os dez melhores, para, então, retornar à elite.

“O mar tá bem difícil, mas graças a Deus consegui achar uma onda boa no começo da bateria, que me deixou mais tranquilo”, conta Deivid Silva. “Eu sabia que ia ser uma bateria difícil, porque tava o Gatien (Delahaye), o Eduardo Motta e o Marco Fernandez, que são muito perigosos. Então, estou feliz por ter avançado, porque esse campeonato é muito importante pra mim e vamos com tudo. Estou com minha família aqui, meus pais, minha esposa, tios, meu irmão, então quero poder dar um bom resultado para eles”.

Melhor brasileiro no ranking – Michael Rodrigues, melhor brasileiro no CS 2022, na oitava posição, também venceu na estreia no Saquarema Pro. Ele participou da nona disputa e abriu o duelo com uma batida de backside que valeu 4.17 pontos. Michael voltou a atuar rapidamente. O brazuca foi novamente para a esquerda, rasgou e bateu na junção espumada pra anotar 4.00.

Michael estava muito ativo. Depois de marcar 3.93 pontos, aos 11 minutos ele executou duas batidas fortes e fez também um ataque à junção espumada. Com mais 5.93 ele abriu distância para os adversários, que não estavam bem no confronto. Michael seguiu conectado com Itaúna e ainda conquistou mais 4.90, 5.73 e 5.10 pontos.

O segundo classificado só foi conhecido perto do fim. Raoni Monteiro entrou nos últimos cinco minutos na segunda posição. O norte-americano Michael Dunphy (3º) e o australiano Joel Vaughan (4º) estavam na cola do brasileiro.

Todos surfaram nos minutos finais. A nota de Dunphy saiu e ele pulou pra segundo, mas Joel mudou mais uma vez o resultado, saindo de último para a vice-liderança. Raoni, que estava em segundo, ainda tentou se recuperar, porém terminou a disputa, eliminado, em quarto lugar.

“Eu realmente estou muito confiante no meu backside. Estou usando ele o ano todo e acho que minhas maiores notas foram de backside”, comenta Michael Rodrigues. “Estou treinando pra caramba e muito confiante no meu surfe. Acho que o mais importante desse ano não é nem a constância, nem meus resultados, mas sim a determinação e o foco nas baterias. Estou muito focado em mim, só no meu surfe e nem olho pros adversários. Acho que esse é o caminho. Eu venho fazendo isso o ano todo, tem dado certo, então vou continuar assim”.


Chianca avança em casa – O terceiro melhor brasileiro do CS 2022, João Chianca, também avançou. O saquaremense competiu na segunda bateria do evento e venceu. Ele abriu o duelo com dois ataques de frontisde, uma rasgada e uma forte batida na junção. A nota foi 5.33 pontos. Logo depois ele rasgou e bateu de maneira vertical de backside para colocar mais 5.57 no somatório.

Após dez minutos de bateria, João liderava e o norte-americano Evan Geiselman estava em segundo lugar, na necessidade de 4.97 pontos para liderar. O australiano Kalani Ball estava em terceiro precisando de 6.09 para avançar e o japonês Keanu Kamiyama em quarto, tendo que marcar 7.53 para seguir vivo no Saquarema Pro.

João voltou a executar duas manobras numa direita e melhorou o somatório com 6.13 pontos. Kalani trocou de prancha e entrou no ritmo da competição. O aussie passou encontrar esquerdas com seções mais limpas e cresceu no duelo. Aos 19 minutos ele fez três manobras em sequência, marcou 7.00 e pulou do terceiro para o primeiro lugar.

Na necessidade de 5.58 pontos para retornar à liderança, João foi pra direita, rasgou e fez um snap potente. A nota 4.03 não mudou sua situação na bateria. Porém o brasileiro não desistiu. Perto do fim ele decolou de frontisde com reverse e bateu na junção. Com 6.60 ele passou pra primeiro e confirmou a vitória.

Com a segunda posição, Kalani avançou com o brasileiro para o Round 2 do Saquarema Pro. Evan ficou em terceiro lugar e se despediu do evento junto do Keanu, que não fez uma boa disputa e finalizou em quarto lugar.

“O primeiro passo foi dado. Eu tava bem nervoso, mas tentei digerir isso da melhor forma possível, que era surfando”, conta João Chianca. “Peguei bastante onda, consegui me achar e só complicou um pouco no meio da bateria, quando quase caí pra terceiro. Os dois vieram pra perto de mim, mas consegui me safar e estou feliz. O primeiro trabalho foi feito e agora é descansar. Esse campeonato é bem importante, mas tem bastante baterias ainda pra correr e espero conseguir o resultado que preciso aqui”.


Gabriel Medina – A terça-feira também marcou o retorno do brasileiro tricampeão mundial às competições. Gabriel Medina mostrou que está 100% recuperado da lesão no joelho, bateu forte e voou para vencer a oitava bateria.

O duelo aconteceu no final da manhã. No momento chovia e ventava forte. Medina abriu a disputa com uma potente batida de backside que valeu 7.67 pontos, nota que acabou sendo a maior de todo o duelo.

O neozelandês Te Kehukehu Butler ficou ativo e chegou a tomar a primeira posição do brasileiro, com as notas 5.83 e 3.27 pontos, entretanto Medina, após uma onda ruim, acelerou de frontside e voou com reverse quando restavam 18 minutos. A nota 4.50 o colocou na liderança novamente, de onde não saiu mais.

Te Kehukehu colocou mais 6.00 pontos no somatório, encostou no brasileiro e se distanciou dos outros adversários. Quando faltavam nove minutos para o fim, Gabriel Medina pegou uma direita, bateu, passou uma seção balançada e executou um reverse. A nota 4.83 aumentou seu somatório.

Medina surfou outras ondas e chegou a tentar um Backflip, mas não completou e não alterou suas notas. Ele venceu com 12.50 pontos no somatório. Te Kehukehu avançou em segundo lugar com 11.83.

O brasileiro Gabriel Klaussner (3º) e o norte-americano Crosby Colapinto (4º) foram eliminados do Saquarema Pro.

A etapa brasileira do CS é a primeira competição de Medina após machucar o joelho no mesmo pico de Itaúna. O paulista de Maresias sofreu uma lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo no último mês de junho, durante uma bateria da repescagem da prova do CT. Na ocasião ele perdeu para o australiano Callum Robson.

“Esse tempo de recuperação da contusão foi ótimo. Meu joelho está muito forte e estou feliz por poder competir novamente”, diz Gabriel Medina. “As ondas não estão muito boas hoje (terça-feira), mas estou feliz em voltar a vestir a lycra (de competição) de novo. Acho que todo mundo aqui está com muita vontade de um bom resultado, então isso te tira da sua zona de conforto. Para mim é bom, porque serve como uma boa preparação para o Championship Tour no Havaí”.

Outros brasileiros – Gabriel Medina, Deivid Silva, Michael Rodrigues e João Chianca são quatro dos 12 brasileiros que avançaram para o segundo round do Saquarema Pro nesta terça-feira. Jadson André e Wiggolly Dantas também passaram de fase com vitória. Já Douglas Silva, Marcos Correa, Miguel Pupo, Caio Ibelli, Edgard Groggia e Lucas Silveira avançaram em segundo lugar em suas disputas.

Baixas brazucas – Gabriel Klaussner, Eduardo Motta e Marco Fernandez foram três dos nove brasileiros eliminados nesta terça-feira. Os outros foram Rafael Teixeira, Philippe Neves, Leo Casal, Peterson Crisanto, Alejo Muniz e Mateus Herdy.

Alejo chegou à Saquarema como o segundo melhor brasileiro no ranking do CS, em 13º lugar. Ele competiu na sexta bateria, surfou seis ondas e recebeu 3.13 pontos na melhor apresentação. Alejo foi eliminado em quarto lugar. O francês Justin Becret venceu com 6.93 e 6.13, e o japonês Taichi Wakita avançou em segundo lugar com 6.60 e 5.47. O espanhol Vicente Romero se despediu da etapa com a terceira posição na bateria.

Mateus está na 19ª posição do ranking, sendo o quarto melhor brazuca no CS 2022. Ele foi eliminado ao ficar em último lugar na 14ª bateria. O duelo terminou com somatórios parecidos. O uruguaio Marco Giorgi venceu com 12.84 pontos e Edgard Groggia avançou em segundo lugar com 11.90. Peterson Crisanto (3º) foi eliminado com 11.43 e Mateus com 10.16.

Mais brasileiros – Outros 13 brasileiros ainda competirão pela primeira fase do Saquarema Pro: Heitor Mueller, Ian Gouveia, Wesley Leite, Willilam Cardoso, Matheus Navarro, Gabriel André, Alex Ribeiro, Weslley Dantas, Thiago Camarão, Ryan Kainalo, Robson Santos, Samuel Pupo e Eric Bahia.

Feminino – O Saquarema Pro também terá disputas femininas, mas as mulheres ganharam folga nesta terça-feira. No total 16 brasileiras competirão no CS do Brasil.

Saquarema Pro 2022
Round 1 Masculino
3º=49º lugar (US$ 775 e 300 pts) e 4º=73º lugar (US$ 600 e 250 pts)

1 Jadson André (BRA) 13.00, Douglas Silva (BRA) 10.43, Mikey McDonagh (AUS) 8.10, Alan Cleland (MEX) 7.36

2 João Chianca (BRA) 12.73, Kalani Ball (AUS) 11.70, Evan Geiselman (EUA) 10.40, Keanu Kamiyama (JAP) 5.57

3 Eithan Osborne (EUA) 10.33, Timothe Bisso (FRA) 9.23, Rafael Teixeira (BRA) 7.90, John Mel (EUA) 7.24

4 Ezekiel Lau (HAV) 13.90, Marcos Correa (BRA) 10.93, Adur Amatriain (ESP) 9.06, Slade Prestwich (AFR) 3.73

5 Liam O’Brien (AUS) 11.54, Jose Gundesen (ARG) 10.30, Frederico Morais (POR) 9.90, Tristan Guilbaud (FRA) 9.40

6 Justin Becret (FRA) 13.06, Taichi Wakita (JAP) 12.07, Vicente Romero (ESP) 10.16, Alejo Muniz (BRA) 5.73

7 Jett Schilling (EUA) 11.70, Santiago Muniz (ARG) 9.77, Sheldon Simkus (AUS) 5.87, Tyler Gunter (EUA) 5.23

8 Gabriel Medina (BRA) 12.50, Te Kehukehu Butler (NZL) 11.83, Gabriel Klaussner (BRA) 9.50, Crosby Colapinto (EUA) 9.07

9 Michael Rodrigues (BRA) 11.66, Joel Vaughan (AUS) 9.20, Michael Dunphy (EUA) 7.64, Raoni Monteiro (BRA) 7.63

10 Maxime Huscenot (FRA) 10.43, Kei Kobayashi (EUA) 10.14, Conner Coffin (EUA) 9.60, Patrick Langdon-Dark (WLS) 8.80

11 Deivid Silva (BRA) 14.00, Gatien Delahaye (FRA) 13.33, Eduardo Motta (BRA) 7.53, Marco Fernandez (BRA) 2.97

12 Jordan Lawler (AUS) 12.94, Miguel Pupo (BRA) 11.27, Cole Houshmand (EUA) 11.00, Philippe Neves (BRA) 7.23

13 Jorgann Couzinet (FRA) 12.26, Caio Ibelli (BRA) 11.27, Reo Inaba (JAP) 10.64, Leo Casal (BRA) 9.64

14 Marco Giorgi (URU) 12.84, Edgard Groggia (BRA) 11.90, Peterson Crisanto (BRA) 11.43, Mateus Herdy (BRA) 10.16

15 Morgan Cibilic (AUS) 11.50, Lucas Silveira (BRA) 10.97, Alonso Correa (PER) 10.93, Zac Hedemann (HAV) 3.14

16 Wiggolly Dantas (BRA) 13.86, Ian Gentil (HAV) 13.43, Billy Stairmand (NZL) 12.17, Jessé Mendes (ITA) 9.43

Próximas baterias

17: Rio Waida (IDN), Joan Duru (FRA), Shane Sykes (AFR), Heitor Mueller (BRA)

18: Ramzi Boukhiam (MAR), Keanu Asing (HAV), Ian Gouveia (BRA), Wesley Leite (BRA)

19: Imaikalani Devault (HAV), Willian Cardoso (BRA), Levi Slawson (EUA), Carlos Munoz (CRI)

20: Leonardo Fioravanti (ITA), Matheus Navarro (BRA), Cam Richards (EUA), Gabriel André (BRA)

21: Dylan Moffat (AUS), Alex Ribeiro (BRA), Elijah Hanneman (HAV), Wesley Dantas (BRA)

22: Jacob Willcox (AUS), Brodi Sale (HAV), Thiago Camarão (BRA), Ryan Kainalo (BRA)

23: Lucca Mesinas (PER), Nolan Rapoza (EUA), Shun Murakami (JPN), Robson Santos (BRA)

24: Samuel Pupo (BRA), Mihimana Braye (FRA), Chris Zaffis (AUS), Eric Bahia (BRA)
Round 2
Baterias já formadas

1 Jadson André (BRA), João Chianca (BRA), Timothe Bisso (FRA), Marcos Correa (BRA)

2 Ezekiel Lau (HAV), Eithan Osborne (EUA), Kalani Ball (AUS), Douglas Silva (BRA)

3 Liam O’Brien (AUS), Justin Becret (FRA), Santiago Muniz (ARG), Te Kehukehu Butler (NZL)

4 Gabriel Medina (BRA), Jett Schilling (EUA), Taichi Wakita (JAP), Jose Gundesen (ARG)

5 Michael Rodrigues (BRA), Maxime Huscenot (FRA), Gatien Delahaye (FRA), Miguel Pupo (BRA)

6 Jordan Lawler (AUS), Deivid Silva (BRA), Kei Kobayashi (EUA), Joel Vaughan (AUS)

7 Jorgann Couzinet (FRA), Marco Giorgi (URU), Lucas Silveira (BRA), Ian Gentil (HAV)

8 Wiggolly Dantas (BRA), Morgan Cibilic (AUS), Edgard Groggia (BRA), Caio Ibelli (BRA)
Round 1 Feminino
3ª=33º lugar (US$ 1.000 e 700 pts) e 4ª=49º lugar (US$ 775 e 600 pts)

1ª Teresa Bonvalot (PRT), Coco Ho (HAV), Laura Raupp (BRA), Bruna Carderelli (BRA)

2ª Keala Tomoda-Bannert (HAV), Ariane Ochoa (ESP), Sol Aguirre (PER), Yanca Costa (BRA)

3ª Bronte Macaulay (AUS), Sara Wakita (JPN), Zoe Steyn (AFR), Maya Carpinelli (BRA)

4ª Kirra Pinkerton (EUA), Paige Hareb (NZL), Shino Matsuda (JPN), Naire Marquez (BRA)

5ª Sawyer Lindblad (EUA), Mafalda Lopes (PRT), Anne dos Santos (BRA), Kayane Reis (BRA)

6ª Vahine Fierro (FRA), Minami Nonaka (JPN), Natasha Van Greunen (AFR), Juliana dos Santos (BRA)

7ª Rachel Presti (ALE), Yolanda Hopkins (PRT), Isabelle Nalu (BRA), Silvana Lima (BRA)

8ª Molly Picklum (AUS), Tessa Thyssen (FRA), Pauline Ado (FRA)

9ª Bettylou Sakura Johnson (HAV), Arena Rodriguez Vargas (PER), Sophia Medina (BRA)

10: Amuro Tsuzuki (JPN), Daniella Rosas (PER), Freya Prumm (AUS), Genesis Garcia (ECU)

11: Zoe McDougall (HAV), Rina Matsunaga (JPN), Samantha Sibley (EUA), Mariana Areno (BRA)

12: Sarah Baum (AFR), Summer Macedo (BRA), Camilla Kemp (ALE), Isabela Saldanha (BRA)

13: Luana Silva (BRA), Keely Andrew (AUS), Havanna Cabrero (PRI), Julia Duarte (BRA)

14: Alyssa Spencer (EUA), Leilani McGonagle (CRI), Hinako Kurokawa (JPN), Karol Ribeiro (BRA)

15: Zahli Kelly (AUS), Nadia Erostarbe (ESP), Carolina Mendes (PRT), Tainá Hinckel (BRA)

16: Sophie McCulloch (AUS), Francisca Veselko (PRT), Chelsea Tuach (BRB), Yasmin Dias (BRA)
Ranking do CS após 5 etapas
Top 5 Feminino

1 Macy Callaghan (AUS) – 28.920 pontos
2 Caitlin Simmers (EUA) – 28.630
2 Molly Picklum (AUS) – 28.630
4 Bettylou Sakura Johnson (HAV) – 26.915
5 Nikki Van Dijk (AUS) – 19.185

Sul-americanas no ranking
9 Luana Silva (BRA) – 13.285 pontos
21 Daniella Rosas (PER) – 7.945
27 Summer Macedo (BRA) – 6.620
43 Arena Rodriguez Vargas (PER) – 4.700
50 Sophia Medina (BRA) – 3.900
50 Laura Raupp (BRA) – 3.900
60 Anne dos Santos (BRA) – 3.100
*66 Tatiana Weston-Webb (BRA) – 1.900
66 Sol Aguirre (PER) – 1.900

Top 10 Masculino

1 Leonardo Fioravanti (ITA) – 26.915 pontos
2 Rio Waida (IDN) – 22.650
3 Ryan Callinan (AUS) – 20.995
4 Liam O´Brien (AUS) – 14.900
5 Ezekiel Lau (HAV) – 14.820
6 Dylan Moffat (AUS) – 14.710
7 Ian Gentil (HAV) – 13.375
8 Michael Rodrigues (BRA) – 13.285
9 Maxime Huscenot (FRA) – 12.055
10 Morgan Cibilic (AUS) – 12.035

Sul-americanos no ranking
13 Alejo Muniz (BRA) – 10.615 pontos
18 João Chianca (BRA) – 9.400
19 Lucca Mesinas (PER) – 9.295
19 Mateus Herdy (BRA) – 9.295
22 Deivid Silva (BRA) – 8.845
23 Edgard Groggia (BRA) – 8.840
27 Willian Cardoso (BRA) – 6.720
33 Lucas Silveira (BRA) – 5.950
36 Jessé Mendes (ITA) – 5.820
37 Alex Ribeiro (BRA) – 5.770
41 Matheus Navarro (BRA) – 5.370
*55: Jadson André (BRA) – 3.800
70 Alonso Correa (PER) – 2.400
71 Thiago Camarão (BRA) – 2.350
77 Ian Gouveia (BRA) – 2.000
81 Santiago Muniz (ARG) – 1.850
86 Peterson Crisanto (BRA) – 1.600
88 Eduardo Motta (BRA) – 1.550
89 Marco Fernandez (BRA) – 1.500
90 Marco Giorgi (URU) – 1.450
92 Robson Santos (BRA) – 1.150
104 Wesley Leite (BRA) – 850
*111 Samuel Pupo (BRA) – 650
118 Rafael Teixeira (BRA) – 300
118 Ryan Kainalo (BRA) – 300
129 Nicolas Vargas (CHL) – 250

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    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.

    Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí. É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local. Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente. Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. E até quem nunca subiu em uma prancha pode experimentar o surfe nas ondas mais acessíveis de Waikiki. Do outro lado da ilha está um cenário completamente diferente. No North Shore, Haleiwa preserva o clima de uma surf town, com lojas, restaurantes e food trucks no caminho para algumas das praias mais famosas do planeta. É também nessa faixa de costa que quebram algumas das ondas mais impressionantes e desejadas do mundo. Ali, o surfe extrapola a água e ajuda a ditar o ritmo da vida ao redor do oceano, uma relação que faz do Havaí muito mais do que um destino de ondas. É justamente esse universo que inspira a campanha Na Onda Com BB Mastercard, criada sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”. A iniciativa une benefícios aos clientes, incentivo ao esporte e levará consumidores ao Havaí justamente no auge da temporada havaiana, quando as grandes ondas despertam no North Shore e alguns dos melhores surfistas do mundo estão na ilha. Clique aqui para participar Quando o North Shore desperta Durante o inverno do Hemisfério Norte, grandes tempestades formadas no Pacífico enviam ondulações poderosas em direção ao arquipélago. Quando essa energia encontra o North Shore de Oahu, algumas das ondas mais famosas do planeta ganham vida. É nessa época que a pequena faixa de costa passa a concentrar alguns dos melhores surfistas do mundo. Entre campeonatos, treinos e sessões de freesurf, atletas, fãs e fotógrafos dividem o mesmo cenário, enquanto boa parte das atenções do mundo do surfe se volta para o North Shore. E é justamente nesse momento que os clientes contemplados pela campanha Na Onda Com BB Mastercard estarão no Havaí, com a oportunidade de acompanhar ao vivo, em Pipeline, a etapa decisiva da temporada 2026 do Circuito Mundial da WSL. Sete milhas de história Em aproximadamente sete milhas de costa (cerca de 11 quilômetros) encontram-se picos como Waimea Bay, Sunset Beach e Pipeline, entre muitos outros. Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas. Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore: Pipeline. A onda que parecia impossível No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história. Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline. Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia. O Brasil entra em cena Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história. Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano. A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato. E então veio 2019. Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo. De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo. Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta. Italo venceu. Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez. Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo. Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. Mas a ligação entre Brasil e

    Berço do surfe, Havaí reúne ondas lendárias, paisagens paradisíacas e uma relação especial com o Brasil. Campanha Na Onda Com BB Mastercard leva clientes para viver essa experiência de perto.

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.