Saquarema Surf Festival

Chloé e Sphaier são campeões

Saquarema Surf Festival tem festa de Chloé Calmon e Rodrigo Sphaier, campeões sul-americanos de Longboard da temporada.
Saquarema Surf Festival 2021, Praia de Itaúna (RJ)

A carioca Chloé Calmon e o saquaremense Rodrigo Sphaier festejaram na quinta-feira (18), os primeiros títulos sul-americanos da WSL Latin America decididos no Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves, apresentado pela Prefeitura de Saquarema. Chloé conquistou o bicampeonato consecutivo, com a vitória sobre a peruana Maria Fernanda Reyes na primeira decisão do dia. Já o terceiro título do Rodrigo foi garantido nas semifinais, quando Jeferson Silva perdeu para Tony Silvagni.

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O norte-americano depois carimbou a faixa do campeão na final, levando o troféu do primeiro lugar no Saquarema Surf Festival Longboard Pro. A batalha pelos outros títulos sul-americanos, da categoria Pro Junior Sub-20, será iniciada nesta sexta-feira, às 7h (de Brasília) na Praia de Itaúna. Assista ao vivo aqui no Waves.

“Eu não sei nem o que dizer, mas eu estava me sentindo muito bem, porque é muito legal competir em casa, ainda mais aqui no Rio, vendo toda a torcida aqui, depois de muito tempo sem eventos”, diz Chloé Calmon. “A praia estava lotada e eu ouvia a energia da galera a cada onda. Poder sair da água e ser recebida pelos meus amigos, minha mãe, é muito legal. Fico muito feliz de ter Longboard num evento desse e acho que foi uma excelente oportunidade pros novos talentos, que estão chegando aí firmes e fortes”.

A nova bicampeã sul-americana não deu chances para as três adversárias que enfrentou na tarde da quinta-feira de ondas menores, mas com as direitas e esquerdas da Praia de Itaúna apresentando boa formação tanto para os pranchões, como para as pranchinhas dos surfistas que abriram o dia, competindo nas etapas do WSL Qualifying Series do Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves. Nas quartas de final, Chloé Calmon já mostrou toda a sua classe e elegância, para derrotar Ayllar Cinti por 14.17 a 5.33 pontos, somando notas 7.50 e 6.67.

Nas semifinais Chloé Calmon deu outro show, escolhendo boas ondas para desfilar no pranchão, indo e voltando até o bico para fazer as manobras mais tradicionais do longboard, o hang ten e o hang five. Nessa bateria contra Evelin Neves, aumentou seus próprios recordes de nota para 8.33 e de pontos para 15.00. Até descartou uma nota 6.50, que nenhuma outra competidora conseguiu na quinta-feira. Na grande final com a peruana Maria Fernanda Reyes, venceu o Saquarema Surf Festival Longboard Pro computando notas 7.93 e 7.17 no placar de 15.10 a 10.24 pontos.

“Eu segui sempre minha estratégia de encontrar boas ondas nas baterias e até parece que estou em Saquarema há um mês já”, fala Chloé Calmon. “Estou aqui há duas semanas, treinando todo dia e é impressionante como em cada dia foi numa condição diferente. Desde 8 pés de onda e vento maral, direitas e esquerdas, maré cheia, maré seca, mas sempre com água muito gelada. Com certeza, todo esse tempo treinando fez a diferença e me senti mais a vontade. Estou muito feliz em ter fechado o ano com chave-de-ouro, com o título sul-americano e obrigado a todos que torceram por mim”.

O primeiro título sul-americano da brilhante carreira da duas vezes vice-campeã mundial, foi conquistado em 2019, derrotando a mesma Maria Fernanda Reyes nas finais das duas etapas realizadas naquele ano no Brasil. Já Rodrigo Sphaier, que também foi vice-campeão mundial duas vezes, ganhou seu primeiro título sul-americano 10 anos atrás, em 2011. O segundo veio em 2013 e o terceiro agora, depois de passar pelo seu grande adversário destas conquistas, o peruano Piccolo Clemente.

Decisão nas semifinais – O bicampeão mundial tentava um incrível pentacampeonato sul-americano, mas foi barrado pelo local de Saquarema nas semifinais. Os dois surfaram boas ondas e Rodrigo Sphaier fez sua melhor apresentação, para receber uma nota 8.00. Ela definiu a vitória por 14.10 a 12.70 pontos sobre Piccolo Clemente, na disputa pela primeira vaga na grande final. A outra ficou com o norte-americano Tony Silvagni, que acabou decidindo o título sul-americano para Rodrigo Sphaier, ao derrotar o outro competidor de Saquarema, Jeferson Silva.

O californiano depois carimbou a faixa do campeão, levando o troféu de primeiro lugar do Saquarema Surf Festival Longboard Pro. Rodrigo largou na frente com nota 6.17 numa longa esquerda em Itaúna. Mas, Tony assumiu a ponta nas direitas, somando 5.60 com 5.93 em duas ondas seguidas. Sphaier preferiu esperar por ondas maiores, enquanto Silvagni foi pegando as direitas que ele deixava passar e uma abriu a parede para ele trabalhar bem no bico e receber nota 7.00. Depois, não entraram mais ondas boas e Tony Silvagni vibrou bastante pela vitória, por 12.93 a 7.57 pontos.

“Primeiramente, o Rodrigo (Sphaier) sempre foi um dos melhores surfistas que eu já vi. Ele é um dos meus melhores amigos e foi uma honra poder vir aqui para Saquarema e surfar no pico dele”, elogia Tony Silvagni, que tem muitos amigos no Brasil e veio dos Estados Unidos especialmente para participar do Saquarema Surf Festival. “Eu tenho muito respeito por ele (Rodrigo Sphaier). Adoro ver ele surfar em todas as etapas ao redor do mundo e sempre o apoiei nessa trajetória. Foi um evento fantástico e estou muito feliz pela vitória”.

Rodrigo Sphaier ficou um pouco decepcionado por não ter coroado a conquista de mais um título sul-americano, com vitória na primeira etapa importante de longboard realizada na sua cidade. Mas, estava feliz pela festa que os amigos e família fizeram para ele, ficando muito emocionado na hora da entrevista. “Isso tudo é muito especial. Quero agradecer a todos que estiveram aqui para ver esse evento nesses dias e dedico esse título para a minha esposa, que está lá em Portugal”, foram suas únicas palavras, antes de começar a chorar e não conseguir falar mais.

Roxy Pro QS 3000 – Antes dos pranchões entrarem em ação na quinta-feira, foi realizada a batalha pelas vagas nas quartas de final do Roxy Pro QS 3000. As peruanas Daniella Rosas e Arena Rodriguez Vargas, foram as primeiras a se classificar. Na segunda bateria, a experiente equatoriana Dominic Barona cometeu um erro na disputa por uma onda. Os juízes assinaram a penalidade de interferência e ela acabou em último, com a jovem Isabelle Nalu avançando em segundo lugar. A vencedora foi Summer Macedo, namorada do saquaremense João Chianca, o Chumbinho. Ela fez os recordes do dia entre as meninas, nota 6.83 e 11.43 pontos.

“A maré está bem cheia agora, não tem muitas ondas, está bem difícil, mas consegui pegar duas ondas boas e estou animada para as quartas de final”, fala Summer Macedo. “Eu estou muito fraca, porque peguei uma gripe forte, não estou muito bem hoje, mas vamos em frente. Agora as baterias serão só entre duas surfistas, acho que as ondas vão melhorar a partir de amanhã (sexta-feira, 19) e eu amo Saquarema. Eu fiquei muito tempo aqui com o meu namorado, o João (Chianca), amo as pessoas daqui, as ondas e isso tudo é muito especial”.

Summer Macedo vai disputar a segunda vaga para as semifinais do Roxy Pro QS 3000, reeditando a final da etapa do WSL Qualifying Series realizada em junho no Equador, que ela perdeu para a peruana Daniella Rosas. Outro duelo Brasil x Peru vai abrir as quartas de final, mas da nova geração, com Isabelle Nalu enfrentando Arena Rodriguez Vargas.

Mais quatro jovens brasileiras estão na chave de baixo, que apontará a segunda finalista do Roxy Pro QS 3000. Laura Raupp vai fazer sua terceira defesa da liderança do ranking regional da WSL Latin America, contra Sophia Medina. Depois, tem Larissa Santos contra Sol Carrion, que está estreando no WSL Qualifying Series. Larissa e a campeã da etapa encerrada no domingo (14) em Florianópolis, Laura Raupp, barraram duas favoritas ao título do Saquarema Surf Festival, a experiente Silvana Lima e Tainá Hinckel.

“Eu estou muito feliz por ter passado mais uma batalha e estou sem acreditar ainda. Mas, como Deus ensinou, tudo é possível, então acredito em mim, no meu potencial e só tenho que agradecer à Ele, porque se não fosse Ele, eu não estaria aqui”, diz Larissa Santos. “Agradeço também toda a galera que está torcendo por mim, meus patrocinadores, minha família e vamos continuar nessa pegada, nesse ritmo, pensando positivo e que possa dar tudo certo. Glória ao Senhor pelas duas ondas boas para mim e vamos com tudo para as quartas de final”.

Quiksilver Pro QS 3000 – As mulheres competiram depois dos homens, que abriram a quinta-feira com dois campeões mundiais estreando na bateria iniciada as 7h na Praia de Itaúna. O dia começou com surpresas. O campeão mundial do CT em 2015, Adriano de Souza, e o campeão mundial de ondas gigantes, Lucas “Chumbo” Chianca, acabaram eliminados pelo catarinense Caetano Vargas e pelo jovem potiguar de Natal, Mateus Sena, que ficou superfeliz em superar seus ídolos.

Na segunda bateria do dia, os surfistas que vieram classificados da terceira fase, também barraram os cabeças de chave da quarta rodada do Quiksilver Pro QS 3000. Nessa, caíram os finalistas da etapa do WSL Qualifying Series encerrada no domingo em Florianópolis. O campeão Eduardo Motta e o vice, Michael Rodrigues, estavam defendendo a liderança no ranking regional da WSL Latin America e foram eliminados por Ryan Kainalo e Pedro Dib. Com isso, a briga pela ponta do ranking ficou aberta no Saquarema Surf Festival.

Os primeiros cabeças de chave a confirmarem o favoritismo, foram o João Chianca e o Marcos Correa, na quarta bateria contra Vitor Ferreira e Daniel Adisaka. João Chianca, o Chumbinho, é o irmão mais jovem do Lucas Chumbo e fez a melhor apresentação entre os 32 surfistas que competiram nas oito baterias restantes da terceira fase do Quiksilver Pro QS 3000, que abriram a quinta-feira.

O Saquarema Surf Festival é a primeira etapa do QS que Chumbinho compete em casa. Ele mostrou o seu surfe progressivo, combinando manobras de borda executadas com muita pressão e voando nos aéreos também, para receber uma nota 7.83 e totalizar 14.00 pontos.

“O evento está lindo, em memória ao meu ídolo (Leo Neves), é até difícil falar dele, não quero entrar muito no assunto, mas estou aqui para surfar pelo Leo, no evento do Leo, que foi feito em memória a ele”, diz João Chianca. “Eu amo Itaúna, amo Saquarema inteira na real, exploro todas as ondas daqui, cada pico, cada esquininha de onda que a gente tem e estou muito feliz em me apresentar diante da minha família, dos amigos e do meu povo saquaremense. E o Leo está aqui com a gente! Ele abençoa cada swell que entra nessa costa toda da cidade e Itaúna adora eventos. É só ter um palanque na areia, que vai ter altas ondas. Espero que todo mundo esteja aqui pensando nele diariamente e quero parabenizar a WSL, porque as fotos dele (no evento) são super maneiras”.

Pro Junior – O Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves, apresentado pela Prefeitura de Saquarema, começou na segunda-feira (15) pela categoria Longboard. Na terça-feira (16) foi iniciado o Quiksilver Pro QS 3000 e na quarta-feira (17) o Roxy Pro QS 3000. Essas etapas do WSL Qualifying Series continuaram na quinta-feira (18), definindo os 32 surfistas que seguem na disputa do título masculino e as quartas de final femininas. Também na quinta-feira, foi encerrado o Saquarema Surf Festival Longboard Pro, decidindo os campeões sul-americanos de 2021 da WSL Latin America.

Os títulos do Pro Junior Sub-20 também serão definidos nas ondas da Praia de Itaúna, mas esta categoria ainda nem foi iniciada. Ela só vai começar às 7h desta sexta-feira (19) em Saquarema, pelas oito baterias masculinas com os 32 participantes estreando na primeira fase. Depois, entram as 16 meninas divididas em quatro confrontos. Os dois e as duas melhores em cada, avançam na competição.

O Saquarema Surf Festival apresentado pela Prefeitura Municipal de Saquarema, é um evento licenciado pela WSL Latin America para a 213 Sports realizar uma etapa do WSL Qualifying Series e seletivas sul-americanas para os mundiais das categorias Pro Junior e Longboard, todas para homens e mulheres competirem na Praia de Itaúna. O evento tem patrocínio da Quiksilver, ROXY, 51 ICE, Corona, apoio da Orthopride, Stanley Brasil, Monster Energy e parceria da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema (ASS), MegAçaí e do Waves.

Resultados da quinta-feira na Praia de Itaúna
Final do Saquarema Surf Festival Longboard Pro

Campeão: Tony Silvagni (EUA) por 12.93 pontos (7.00+5.93) – US$ 1.000 de prêmio

Vice-campeão: Rodrigo Sphaier (BRA) com 7.57 pontos (6.17+1.40) – US$ 400

Semifinais
3º lugar com US$ 250 de prêmio

1ª Rodrigo Sphaier (BRA) 14.10 x 12.70 Piccolo Clemente (PER)

2ª Tony Silvagni (EUA) 12.30 x 10.83 Jeferson Silva (BRA)

Quartas de final
5º lugar com US$ 150 de prêmio

1ª Piccolo Clemente (PER) 14.44 x 13.03 Eduardo Bagé (BRA)

2ª Rodrigo Sphaier (BRA) 12.77 x 10.06 Darlan Marques (BRA)

3ª Tony Silvagni (EUA) 11.67 x 7.70 William Saldaña Diaz (PER)

4ª Jeferson Silva (BRA) 12.17 x 10.00 Alex Leco Salazar (BRA)

Decisão do título sul-americano feminino

Campeã: Chloé Calmon (BRA) por 15.10 pontos (7.93 + 7.17) – US$ 1.000

Vice-campeã: Maria Fernanda Reyes (PER) com 10.24 pontos (5.57 + 4.67) – US$ 400

Semifinais
3º lugar com US$ 250 de prêmio

1ª Chloé Calmon (BRA) 15.00 x 6.83 Evelin Neves (BRA)

2ª Maria Fernanda Reyes (PER) 6.83 x 5.93 Luana Soares (BRA)

Quartas de final
5º lugar com US$ 150 de prêmio

1ª Chloé Calmon (BRA) 14.17 x 5.33 Ayllar Cinti (BRA)

2ª Evelin Neves (BRA) 9.57 x 5.70 Mainá Thompson (BRA)

3ª Maria Fernanda Reyes (PER) 9.07 x 8.23 Jasmim Avelino (BRA)

4ª Luana Soares (BRA) 8.17 x 3.94 Cristiana Pires (BRA)

Terceira fase do Quiksilver Pro QS 3000
3º=33º lugar (200 pts) e 4º=49º lugar (180 pts)

9ª 1-Caetano Vargas (BRA), 2-Mateus Sena (BRA), 3-Adriano de Souza (BRA), 4-Lucas Chianca (BRA)

10: 1-Ryan Kainalo (BRA), 2-Pedro Dib (BRA), 3-Eduardo Motta (BRA), 4-Michael Rodrigues (BRA)

11: 1-Alonso Correa (PER), 2-Santiago Muniz (ARG), 3-Bino Lopes (BRA), 4-Deyvson Santos (BRA)

12: 1-João Chianca (BRA), 2-Marcos Correa (BRA), 3-Vitor Ferreira (BRA), 4-Daniel Adisaka (BRA)

13: 1-Marco Fernandez (BRA), 2-Wesley Leite (BRA), 3-Wiggolly Dantas (BRA), 4-Yage Araujo (BRA)

14: 1-Jessé Mendes (BRA), 2-Samuel Pupo (BRA), 3-Felipe Oliveira (BRA), 4-Kim Matheus (BRA)

15: 1-Daniel Templar (BRA), 2-Victor Bernardo (BRA), 3-Alan Jhones (BRA), 4-Uriel Sposaro (BRA)

16: 1-Gustavo Borges (BRA), 2-Giovani Pontes (BRA), 3-Gabriel Klaussner (BRA), wº-Jadson André (BRA)

Segunda fase do Roxy Pro QS 3000
1ª e 2ª=Quartas de Final / 3ª=9º lugar (US$ 750 e 1,050 pts) e 4ª=13º lugar (US$ 550 e 885 pts)

1ª 1-Arena R, Vargas (PER), 2-Daniella Rosas (PER), 3-Yanca Costa (BRA), 4-Valeria Ojeda (VNZ)

2ª 1-Summer Macedo (BRA), 2-Isabelle Nalu (BRA), 3-Kiany Huakutake (BRA), 4-Dominic Barona (ECU)

3ª 1-Sophia Medina (BRA), 2-Sol Carrion (BRA), 3-Kalea Gervasi (PER), 4-Julia dos Santos (BRA)

4ª 1-Larissa Santos (BRA), 2-Laura Raupp (BRA), 3-Taina Hinckel (BRA), 4-Silvana Lima (BRA)

Próximas baterias do Saquarema Surf Festival
Primeira fase do Pro Junior Sub-20 Masculino
3º=17º lugar (200 pts) e 4º=25º lugar (75 pts)

1ª Eduardo Motta (BRA), Caio Costa (BRA), João Cypriano (BRA), Ytalo Oliveira (BRA)

2ª Wallace Vasco (BRA), Diego Aguiar (BRA), Noel De La Torre (CHL), Lucas Bezerra (BRA)

3ª Leo Casal (BRA), Kaue Germano (BRA), Renan Rodrigues (BRA), Cauã Gonçalves (BRA)

4ª Mateus Sena (BRA), Ryan Kainalo (BRA), Philippe Neves (BRA), Kayki Araujo (BRA)

5ª Daniel Templar (BRA), Kainan Meira (BRA), Diogo Santos (BRA), Valentin Neves (BRA)

6ª Cauã Costa (BRA), Thiago Eduardo (BRA), Nazareno Pereyra (ARG), Luiz Mendes (BRA)

7ª Heitor Mueller (BRA), Pedro Bianchini (BRA), Diego Brigido (BRA), Kalany Ratto (BRA)

8ª Daniel Adisaka (BRA), Rodrigo Saldanha (BRA), Ian Casal (BRA), Murillo Coura (BRA)

Pro Junior Sub-20 Feminino
1ª e 2ª=Quartas de Final / 3ª=9º lugar (350 pts) e 4ª=13º lugar (295 pts)

1ª Tainá Hinckel (BRA), Naire Marquez (BRA), Kemily Sampaio (BRA), Julia Duarte (BRA)

2ª Maju Freitas (BRA), Isabela Saldanha (BRA), Laura Raupp (BRA), Isabelle Nalu (BRA)

3ª Daniella Rosas (PER), Coco Cianciarulo (ARG), Sophia Medina (BRA), Arena Rodriquez Vargas (PER)

4ª Sol Aguirre (PER), Pamella Mel (BRA), Kalea Gervasi (PER), Luana Paes (BRA)

Quarta fase do Quiksilver Pro QS 3000
3º=17º lugar (US$ 350 e 600 pts) e 4º=25º lugar (US$ 250 e 500 pts)

1ª Lucas Vicente (BRA), Raoni Monteiro (BRA), Gabriel André (BRA), José Gundesen (ARG)

2ª Alex Ribeiro (BRA), Willian Cardoso (BRA), Robson Santos (BRA), Amando Tenorio (BRA)

3ª Yago Dora (BRA), Thiago Camarão (BRA), Alejo Muniz (BRA), Leandro Usuna (ARG)

4ª Miguel Tudela (PER), Matheus Navarro (BRA), Sebastian Olarte (URU), Arthur Máximo (BRA)

5ª Marcos Correa (BRA), Santiago Muniz (ARG), Caetano Vargas (BRA), Ryan Kainalo (BRA)

6ª João Chianca (BRA), Alonso Correa (PER), Mateus Sena (BRA), Pedro Dib (BRA)

7ª Jessé Mendes (BRA), Victor Bernardo (BRA), Marco Fernandez (BRA), Giovani Pontes (BRA)

8ª Samuel Pupo (BRA), Wesley Leite (BRA), Gustavo Borges (BRA), Daniel Templar (BRA)

Quartas de final do Roxy Pro QS 3000
5º lugar com US$ 1,000 e 1,500 pts

1ª Arena R, Vargas (PER) x Isabelle Nalu (BRA)

2ª Daniella Rosas (PER) x Summer Macedo (BRA)

3ª Laura Raupp (BRA) x Sophia Medina (BRA)

4ª Larissa Santos (BRA) x Sol Carrion (BRA)

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    O Finals Day teve as melhores condições de toda a semana na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Ondas de aproximadamente 1,5 metro, boa formação e vento terral receberam as disputas a partir das quartas de final neste sábado (3), no encerramento da terceira etapa do Challenger Series 2026. No fim do dia, a festa foi brasileira. Ryan Kainalo superou Alister Reginato na decisão masculina, garantiu o título e deixou Maresias na liderança do ranking. No feminino, a australiana Charli Hately derrotou a portuguesa Francisca Veselko. Ambos conquistaram 10.000 pontos no ranking. Ryan voa e assume a liderança Único brasileiro a chegar ao Finals Day, Ryan Kainalo teve um sábado perfeito em Maresias. Depois de superar o peruano Lucca Mesinas nas quartas de final, o paulista dominou o australiano Oscar Berry na semifinal e chegou à primeira decisão da carreira no Challenger Series. Na final contra Alister Reginato, Ryan abriu sua conta com um aéreo alto para receber 6.83. Depois, conectou três manobras fortes na parte crítica da onda e arrancou 7.67, chegando a 14.50 pontos. Reginato terminou com 5.83 e, a quatro minutos do fim, ainda precisava de 9.17 para virar a bateria. Ryan administrou a vantagem até a buzina e, ao sair da água, correu para abraçar o pai. “Estou muito feliz, ainda digerindo tudo isso. Foi um dia inesquecível. A praia estava cheia, a torcida brasileira é diferente de tudo. Energia surreal. Estou muito feliz, de verdade”, celebra Ryan Kainalo. O brasileiro já havia produzido um dos grandes momentos do dia na semifinal contra Oscar Berry. Ryan acertou um aéreo full rotation para receber 8.50, maior nota masculina do Finals Day, colocou o australiano em combinação e venceu por 14.20 x 3.73. Com os 10.000 pontos da vitória, o surfista de 20 anos assumiu a liderança do Challenger Series e deu um passo importante na corrida por uma vaga no Championship Tour de 2027. Charli Hately leva o feminino No feminino, Charli Hately também alcançou a primeira decisão da carreira no Challenger Series e aproveitou a oportunidade. A australiana de 17 anos derrotou Francisca Veselko por 14.33 x 10.67 na final, com notas 7.83 e 6.50. Charli mostrou paciência para encontrar as melhores direitas de Maresias e atacou as ondas com um backside potente. “É loucura. Não consigo acreditar que venci. Coloquei minha cabeça no lugar, peguei as ondas e agora tudo parece surreal. Sou muito grata. A todos em casa, à minha família, a todos que estão torcendo. Sou muito agradecida”, afirma Hately. A campanha teve ainda uma virada importante na semifinal. Charli passou os primeiros 20 minutos atrás de Anat Lelior, mas encontrou as ondas na reta final, marcou 7.33 e 6.50 e avançou com 13.83 x 10.97. Com o título, a australiana somou 10.000 pontos e saltou para a décima colocação do Challenger Series, com 11.940 pontos. Francisca assume vice-liderança Vice-campeã em Maresias, Francisca Veselko também deixou São Sebastião em posição importante na corrida pelo CT. A portuguesa eliminou Teresa Bonvalot nas quartas e teve uma grande atuação contra Sally Fitzgibbons na semifinal. Francisca marcou 8.83 em uma sequência de fortes manobras de frontside e venceu por 13.50 x 7.10. A nota foi a maior do feminino em toda a competição. Com os 7.800 pontos do segundo lugar, Francisca assumiu a vice-liderança do Challenger Series, atrás apenas da australiana Sierra Kerr. Números do São Sebastião Pro O feminino teve 635 ondas surfadas em 31 baterias. Francisca Veselko foi a única atleta a alcançar uma nota de critério excelente, com o 8.83 da semifinal. Charli Hately veio na sequência com 7.83 na final, mesma nota alcançada anteriormente por Sanoa Dempfle-Olin. Kana Nakashio teve a maior somatória feminina da competição, 14.40, ainda no Round das 32. Entre os homens, foram 1.092 ondas surfadas em 47 baterias. Jackson Bunch ficou com a maior nota da competição, 8.83 no Round dos 64. Ryan Kainalo veio na sequência com o 8.50 da semifinal, seguido pelo 8.33 de Joel Vaughan no Round das 32. Resultados a partir das oitavas de final Masculino Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 – Ian Gentil (HAV) 9.17 x Owen Moss (EUA) 7.80 Quartas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 13.50 x Charly Quivront (FRA) 9.672 – Ryan Kainalo (BRA) 12.67 x Lucca Mesinas (PER) 11.003 – Alonso Correa (PER) 11.73 x Kei Kobayashi (JAP) 4.934 – Alister Reginato (AUS) 12.84 x Ian Gentil (HAV) 11.50 Semifinais 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.20 x Oscar Berry (AUS) 3.732 – Alister Reginato (AUS) 14.33 x Alonso Correa (PER) 9.57 Final 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.50 x Alister Reginato (AUS) 5.83 Feminino Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Anat Lelior (ISR) 10.50 x Kiara Goold (PYF) 8.172 – Charli Hately (AUS) 11.24 x Eweleiula Wong (HAV) 8.173 – Francisca Veselko (POR) 13.16 x Teresa Bonvalot (POR) 9.704 – Sally Fitzgibbons (AUS) 10.97 x Kana Nakashio (JAP) 8.43 Semifinais 1 – Charli Hately (AUS) 13.83 x Anat Lelior (ISR) 10.972 – Francisca Veselko (POR) 13.50 x Sally Fitzgibbons (AUS) 7.10 Final 1 – Charli Hately (AUS) 14.33 x Francisca Veselko (POR)

    Charli Hately conquista título feminino e Ryan Kainalo assume topo do Challenger Series, com vitória no Banco do Brasil São Sebastião Pro, em Maresias (SP).

    A Praia de Paúba, na Costa Sul de São Sebastião (SP), recebe neste sábado (3) a nona edição do Paúba Super Tubos. A competição reúne 56 surfistas convidados em um dos picos mais técnicos do Litoral Norte paulista, com transmissão ao vivo durante todo o dia. Conhecida pelas ondas fortes, rápidas e tubulares que quebram próximas à faixa de areia, Paúba deve oferecer condições de alto nível para os competidores. A previsão divulgada pela organização indica ondas com mais de 1 metro de altura. A disputa acontece em categoria única e exclusivamente para convidados, selecionados pelo nível técnico necessário para enfrentar as características da onda. O formato conta com seis fases e começou com 40 atletas no Round 1. Os 16 classificados avançam e encontram outros competidores já posicionados na chave. As semifinais e a grande final estão previstas para o período da tarde, com os horários sujeitos a alterações de acordo com as condições do mar. A lista de participantes ainda pode receber nomes que disputam o Challenger Series da WSL em Maresias. Segundo a organização, atletas eliminados antes das finais da competição internacional poderão participar do Paúba Super Tubos. Além das disputas dentro d’água, o evento movimenta a Praia de Paúba e a Costa Sul de São Sebastião, com a presença de atletas, equipes e público. A competição conta com apoio da Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria de Esportes.

    Nona edição do Paúba Super Tubos reúne 56 surfistas neste sábado (3), nas ondas tubulares da Costa Sul de São Sebastião; acompanhe a transmissão ao vivo.

    O Banco do Brasil São Sebastião Pro chega neste sábado (3) ao Finals Day na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). A chamada está marcada para 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05. As quartas de final abrem o caminho para a definição dos campeões da terceira etapa do Challenger Series 2026. O Brasil terá apenas um representante no último dia. Ryan Kainalo garantiu vaga nas quartas ao vencer o espanhol Yago Dominguez por 11,50 x 10,10 em uma bateria decidida nos minutos finais. O brasileiro liderou boa parte do confronto, perdeu a primeira posição perto do fim e precisou melhorar sua segunda nota para avançar. Na última oportunidade, encontrou a onda necessária e recuperou a liderança com notas 6,50 e 5,00. Ryan mira liderança do Challenger Series Além de seguir na briga pelo título em Maresias, Ryan Kainalo pode deixar a etapa na liderança do ranking do Challenger Series. Com a eliminação do havaiano Jackson Bunch nas oitavas, o brasileiro assume a primeira colocação caso alcance a final. Nas quartas, Ryan enfrenta o peruano Lucca Mesinas, que eliminou Bunch por 10,14 x 9,60. O duelo será o único confronto sul-americano da rodada. “Foi uma bateria muito difícil. O mar está muito difícil, as ondas estão sem parede, e quando ele virou a bateria em cima de mim, sabia que seria muito complicado achar uma onda boa. Mas acreditei e deu tudo certo”, comemorou Ryan após a classificação. Sophia Medina se despede No feminino, Sophia Medina foi eliminada pela japonesa Kana Nakashio na última bateria das oitavas. Nakashio venceu por 7,60 x 7,03 e avançou para enfrentar a australiana Sally Fitzgibbons nas quartas. A líder do ranking, Sierra Kerr, também ficou pelo caminho. A australiana precisava de mais duas vitórias para confirmar matematicamente a classificação ao Championship Tour de 2027, mas foi superada pela taitiana Kiara Goold por 12,13 x 10,17. Destaques do último dia Kei Kobayashi teve a maior nota masculina desta sexta-feira ao marcar 8,00 pontos na vitória sobre Jett Schilling. O japonês enfrenta Alonso Correa nas quartas. Entre as mulheres, Sally Fitzgibbons avançou com 12,00 pontos de somatório diante de Sanoa Dempfle-Olin e segue na busca pela reclassificação para o Championship Tour. Próxima chamada A próxima chamada do Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece neste sábado (3), às 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05, na Praia de Maresias. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. Baterias do Banco do Brasil São Sebastião Pro 2026 Feminino Round das 32 1 – Sierra Kerr (AUS) 12.10 x Amuro Tsuzuki (JAP) 11.60 x Isla Huppatz (AUS) 8.97 x Bella Kenworthy (EUA) 7.902 – Anat Lelior (ISR) 11.30 x Kiara Goold (PYF) 11.00 x Tya Zebrowski (FRA) 10.83 x Moana Jones Wong (HAV) 5.703 – Charli Hately (AUS) 12.77 x Sol Aguirre (PER) 12.24 x Vahine Fierro (FRA) 12.10 x Talia Swindal (EUA) 10.334 – Eweleiula Wong (HAV) 11.24 x Anon Matsuoka (JAP) 10.00 x Laura Raupp (BRA) 8.53 x Brisa Hennessy (CRC) 7.635 – Francisca Veselko (POR) 12.20 x India Robinson (AUS) 12.16 x Eden Walla (EUA) 11.04 x Maria Salgado (POR) 8.936 – Teresa Bonvalot (POR) 10.96 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 10.40 x Lucy Darragh (AUS) 8.34 x Sophie McCulloch (AUS) 8.037 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.56 x Sophia Medina (BRA) 11.66 x Daniella Rosas (PER) 10.33 x Ellie Harrison (AUS) 9.778 – Kana Nakashio (JAP) 14.40 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 13.83 x Kirra Pinkerton (EUA) 13.67 x Alyssa Spencer (EUA) 11.37 Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Kiara Goold (PYF) x Anat Lelior (ISR)2 – Charli Hately (AUS) x Eweleiula Wong (HAV)3 – Francisca Veselko (POR) x Teresa Bonvalot (POR)4 – Sally Fitzgibbons (AUS) x Kana Nakashio (JAP) Masculino Round dos 32 1 – Kade Matson (EUA) 13.06 x Charly Quivront (FRA) 12.77 x Reef Heazlewood (AUS) 12.26 x Douglas Silva (BRA) 12.172 – Joel Vaughan (AUS) 15.26 x Oscar Berry (AUS) 10.43 x Shohei Kato (JAP) 10.03 x Jacob Willcox (AUS) 9.873 – Jackson Bunch (HAV) 13.33 x Yago Dominguez (ESP) 11.97 x Hiroto Ohhara (JAP) 10.87 x Winter Vincent (AUS) 9.934 – Ryan Kainalo (BRA) 11.40 x Lucca Mesinas (PER) 11.27 x Jake Marshall (EUA) 9.36 x Lennix Smith (AUS) 7.905 – Alonso Correa (PER) 13.40 x Jett Schilling (EUA) 12.97 x Deivid Silva (BRA) 11.53 x Jack Robinson (AUS) 8.606 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Beyrick De Vries (NED) 9.80 x Connor Slijpen (AFS) 9.03 x Mihimana Braye (PYF) 5.737 – Alister Reginato (AUS) 11.96 x Owen Moss (EUA) 11.50 x Adin Masencamp (AFS) 10.57 x Levi Slawson (EUA) 8.378 – Ian Gentil (HAV) 10.64 x Crosby Colapinto (EUA) 9.50 x Dimitri Poulos (EUA) 8.10 x Eli Hanneman (HAV) 4.97 Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 –

    Banco do Brasil São Sebastião Pro chega ao último dia neste sábado (3), com chamada às 6h30 e possível início às 7h05. Ryan Kainalo é o único brasileiro na disputa e pode assumir a liderança do CS.

    Um dos eventos de base mais tradicionais do surfe está de volta ao Brasil. Depois de 11 anos, o Quiksilver King of the Groms retorna ao país nos dias 10 e 11 de outubro, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). A edição de 2026 também marca uma novidade: a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, dando espaço também às meninas no King and Queen of the Groms. A competição será disputada nas categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16, no masculino e feminino, e está aberta a surfistas de até 16 anos. Criado pela Quiksilver entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000, o KOTG nasceu com o objetivo de descobrir e dar visibilidade aos jovens surfistas de alta performance. Ao longo de suas edições, o evento recebeu nomes que posteriormente se destacaram no Circuito Mundial. Entre eles está Gabriel Medina, vencedor da final internacional de 2009, na França, quando conseguiu duas notas 10 e somou 20 pontos. Outros nomes que passaram e venceram o campeonato incluem Filipe Toledo, John John Florence, Jack Robinson, Leonardo Fioravanti e Matt Banting. Retorno ao Brasil O King of the Groms foi realizado cinco vezes no Brasil: Itajaí (SC), em 2010; Itacaré (BA), em 2011; Baía Formosa (RN), em 2012; São Francisco do Sul (SC), em 2013; e Fernando de Noronha (PE), em 2015. Na última edição brasileira, Fernando de Noronha recebeu não apenas uma seletiva regional, mas a própria Final Mundial do evento. Em 2026, a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, com disputas também no feminino. “O King of the Groms sempre foi muito importante para a Quiksilver e eu considero esse evento mais do que um campeonato. Ele faz parte da história do surf e ajudou a colocar muitos talentos no radar. E, depois de tantos anos, trazer esse nome de volta ao Brasil, agora também com o feminino (Roxy), tem um significado enorme para nós. Queremos resgatar esse espírito e, ao mesmo tempo, criar novas histórias. Temos uma geração de groms muito forte no Brasil e poder reabrir essa porta e acompanhar de perto quem serão os próximos nomes do surf brasileiro é, sem dúvida, uma das partes mais legais desse projeto”, disse Karol Lopes, gerente de Marketing da Quiksilver e Roxy Brasil. Inscrições abertas As inscrições já estão abertas e custam R$ 150. Os atletas devem se inscrever exclusivamente pelo e-mail [email protected], enviando comprovante de pagamento, documento com foto e os dados do atleta. Quiksilver & Roxy King and Queen of the GromsPraia de Itamambuca – Ubatuba (SP)10 e 11 de outubro de 2026Sub-12 Masculino e FemininoSub-14 Masculino e FemininoSub-16 Masculino e FemininoInscrição: R$ 150

    Meninos e meninas de até 16 anos disputam o Quiksilver King and Queen of the Groms nos dias 10 e 11 de outubro em Itamambuca, Ubatuba (SP), depois de 11 anos da última edição no Brasil.

    A Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), recebe entre os dias 26 de setembro e 3 de outubro o Banco do Brasil São Sebastião Pro, etapa do Challenger Series 2026/27 da World Surf League (WSL). Esta será a primeira vez que o estado de São Paulo recebe uma etapa da divisão de acesso ao Championship Tour. O evento terá 80 homens e 48 mulheres de diferentes países em um momento importante da corrida pelas vagas na elite. Ao fim da temporada do Challenger Series, os dez primeiros colocados do ranking masculino e as seis primeiras do feminino garantem classificação para o Championship Tour de 2027. A passagem do circuito por Maresias também coloca o Challenger Series em uma região diretamente ligada à história do surfe brasileiro. São Sebastião revelou diferentes gerações de surfistas e terá agora atletas de vários países disputando pontos para chegar à elite mundial. Corrida pelo CT esquenta em Maresias Com as primeiras etapas da temporada concluídas, o Banco do Brasil São Sebastião Pro chega em um momento importante na disputa pelas vagas no Championship Tour. Weslley Dantas lidera o ranking masculino do Challenger Series com 15.700 pontos. O brasileiro começou a campanha com o vice-campeonato no Ballito Pro e reforçou a liderança ao vencer o QS 6.000 Internacional de Matosinhos, em Portugal. Jackson Bunch, do Havaí, subiu três posições e aparece em segundo, com 15.405 pontos, depois da vitória no QS 6.000 Internacional de Saquarema. Jake Marshall, dos Estados Unidos, ocupa a terceira colocação, com 14.745, seguido pelo compatriota Cole Houshmand, quarto colocado, com 13.320. O Brasil tem outros três surfistas dentro do Top 10. Ryan Kainalo é o quinto, com 10.995 pontos, Ian Gouveia aparece em sexto, com 10.105, e Deivid Silva ocupa a oitava posição, com 9.025. Mateus Herdy está logo abaixo da linha de classificação, na 11ª colocação, com 8.065 pontos, mesma pontuação do décimo colocado Taj Lindblad, dos Estados Unidos. Gabriel Klaussner aparece em 13º, com 7.755. Assim, cinco brasileiros estão entre os 13 primeiros antes da etapa de Maresias. O novo formato dos eventos internacionais QS 6.000 também passou a fazer parte da estratégia na corrida pela classificação. Os atletas podem contabilizar um resultado de QS 6.000 Internacional na pontuação total do Challenger Series. Dantas e Kainalo já aproveitaram essa possibilidade com vitórias nos eventos de Portugal e Espanha, respectivamente. No feminino, a australiana Sierra Kerr lidera com 20.745 pontos. Teresa Bonvalot, de Portugal, é a segunda, com 13.590, seguida pela norte-americana Eden Walla, com 13.150. Francisca Veselko, de Portugal, aparece em quarto, com 12.545, enquanto Ariane Ochoa, da Espanha, ocupa a quinta posição, com 11.465. A australiana Ellie Harrison fecha atualmente o Top 6, com 11.020 pontos. Laura Raupp é a brasileira mais bem colocada. Ela ocupa a 14ª posição, com 6.985 pontos, e terá em Maresias a oportunidade de diminuir a distância para a zona de classificação. Com pontos importantes em jogo, os resultados da etapa paulista podem mexer diretamente na corrida pelas vagas no Championship Tour de 2027. Challenger estreia em São Paulo O Banco do Brasil São Sebastião Pro marca a primeira passagem do Challenger Series pelo estado de São Paulo. A etapa será disputada em Maresias, no litoral norte paulista, região com forte ligação com a história do surfe profissional brasileiro. São Sebastião revelou gerações de surfistas que ajudaram o Brasil a se tornar uma das principais potências da modalidade. A chegada do Challenger Series aproxima esse legado de uma nova geração de atletas que busca construir o próprio caminho até o Championship Tour. Música e atividades fora d’água A programação do Banco do Brasil São Sebastião Pro também terá música, bem-estar e atividades fora da competição. No dia 26 de setembro, abertura da janela, o WSL Sunset Reggae Edition terá shows de Maneva, Planta & Raiz e Gabriel Elias na Praia de Maresias. O primeiro fim de semana também recebe o WSL Wellness, com atividades gratuitas nos dias 26 e 27 de setembro voltadas a movimento, preparação física e recuperação. A programação inclui yoga com Sue Moura, Functional Surf Training com Allan Menache, preparador físico dos campeões mundiais Gabriel Medina e Adriano de Souza, e treinamento funcional com Ricardo Lapa, com participação da repórter e influenciadora da WSL Rachel Apollonio. Para participar das aulas programadas, é necessário fazer inscrição antecipada. Entre 28 de setembro e 3 de outubro, as ações de bem-estar e lifestyle continuam. Estudantes da rede pública de ensino de São Sebastião também participarão de clínicas esportivas gratuitas de surfe, skate, altinha e vela. Transmissão ao vivo O Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece de 26 de setembro a 3 de outubro de 2026, na Praia de Maresias. Assim que a competição for oficialmente iniciada, as baterias terão transmissão ao vivo pelo site e pelo aplicativo gratuito da WSL. O evento tem patrocínio de Banco do Brasil, Prefeitura de São Sebastião, VIVO, GWM, Natura Kaiak, Aquacoco, Probiótica, Dr. Peanut, Mana Poke, BB Seguros, Mãe Terra, Riachuelo, Corona Cero, Apple Watch, Sun Ninja e EY, além de parcerias de mídia com Globo, 89 A Rádio Rock, Eletromídia e TV Vanguarda.

    Válido como etapa do WSL Challenger Series, o Banco do Brasil São Sebastião Pro reúne 80 homens e 48 mulheres na Praia de Maresias, de 26 de setembro a 3 de outubro, na corrida por vagas no CT 2027.

    O Brasil ficou no topo das duas categorias de maior onda do Big Wave Challenge 2025/26. Rodrigo Koxa venceu a Maior Onda Masculina, enquanto Michelle des Bouillons conquistou a Maior Onda Feminina na cerimônia realizada no último sábado (19) no Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. Os dois troféus vieram de performances em Nazaré, Portugal, e carregam uma expectativa ainda maior. As ondas premiadas receberam medições preliminares que, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer novos recordes mundiais no masculino e no feminino. Koxa volta ao topo Rodrigo Koxa conquistou o prêmio pela segunda vez na carreira com a onda surfada no dia 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, o brasileiro poderá superar os 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, atual detentor do recorde mundial. O brasileiro disputava a categoria com Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro. As três ondas finalistas foram surfadas em Nazaré. A conquista tem significado especial para Koxa. Em 2018, ele entrou para o Guinness World Records com uma onda de 24,38 metros surfada também em Nazaré. A marca permaneceu como recorde até ser superada por Steudtner. Agora, oito anos depois, Koxa volta a ter a possibilidade de ocupar o topo. Nas redes sociais, Koxa comemorou o bicampeonato e agradeceu à equipe que participou da onda vencedora, com destaque para Vitor Faria, responsável por colocá-lo na onda, além da spotter Laura Chichorro e de Victor Mascarenhas, no resgate. Michelle conquista segundo troféu Michelle des Bouillons completou a dobradinha brasileira com a vitória na Maior Onda Feminina. A carioca de 36 anos foi premiada pela onda surfada no dia 13 de dezembro de 2025, também na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar os 22,40 metros de Maya Gabeira, atual recordista mundial feminina, em uma onda surfada no dia 11 de fevereiro de 2020 no mesmo pico português. Havia expectativa de que a medida de 24,99 metros fosse oficializada durante a cerimônia na Califórnia, mas isso não aconteceu. Assim, o recorde mundial permanece com Maya enquanto a marca de Michelle não for homologada. Michelle teve o marido Ian Cosenza como piloto de tow-in na onda premiada. A brasileira superou na categoria a francesa Justine Dupont e a italiana Michaela Fregonese, novamente com todas as ondas finalistas surfadas em Nazaré. Esta foi a terceira participação consecutiva de Michelle no Big Wave Challenge. Ela já havia vencido a categoria de Maior Onda em 2024 e ficou entre as finalistas em 2025. Nazaré teve papel dominante na premiação. Depois de colocar dez ondas entre as indicadas ao Big Wave Challenge 2025/26, a Praia do Norte esteve diretamente ligada a quatro troféus. Além das vitórias de Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons nas categorias de Maior Onda, Grant “Twiggy” Baker venceu o Paddle Masculino e Alberto Truncer levou o Wipeout do Ano, todos por performances no pico português. Entre os outros destaques da noite, Tom Lowe foi eleito Surfer of the Year Masculino. O britânico conquistou o prêmio pouco mais de um ano depois de sofrer um acidente quase fatal em Teahupo’o, no Taiti. Natxo Gonzalez venceu o Ride of the Year Masculino por uma onda surfada na remada em Mullaghmore, na Irlanda, enquanto Izzi Gomez levou a versão feminina com uma onda em Teahupo’o. Justine Dupont foi eleita Surfer of the Year Feminino. A temporada também teve uma geografia diferente da habitual nas ondas gigantes. Havaí e Costa Oeste dos Estados Unidos ficaram fora das indicações do Big Wave Challenge, enquanto Mullaghmore e Teahupo’o tiveram papel decisivo na realização da premiação. Segundo a Surfer, o organizador Bill Sharp chegou a afirmar que o evento teria sido cancelado se não fossem as ondas registradas nos dois picos. Noite de gala na Califórnia A cerimônia marcou a 26ª edição do Big Wave Challenge e distribuiu mais de US$ 100 mil em premiações. Além das categorias de Maior Onda, o evento reconhece performances em modalidades como Ride of the Year, Paddle, Wipeout of the Year e Surfer of the Year. Entre os outros resultados já confirmados, o britânico Tom Lowe, da Cornualha, conquistou o prêmio de Surfer of the Year masculino. Lowe estava entre os finalistas ao lado do sul-africano Grant Baker e do norte-americano Mason Barnes. Para o Brasil, a noite terminou com uma dobradinha nas maiores ondas da temporada. Koxa e Michelle deixam Newport Beach com os troféus nas mãos enquanto aguardam a definição sobre as medições de suas ondas. As marcas preliminares de 29,15 metros no masculino e 24,99 metros no feminino, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer dois novos recordes mundiais. Leia mais Ela soltou a corda. O resto é história.Michelle pode bater recorde mundialKoxa revive sonho de recorde em Déjà VuO passo a passo da medição VENCEDORES E FINALISTAS – BIG WAVE CHALLENGE 2025/26 MEN’S RIDE OF THE YEARVencedor: Natxo Gonzalez (ESP) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Clem McInerneyFinalistas: Matahi Drollet (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Maiko Mou; Tom Lowe (GBR) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Michael Darrigade. WOMEN’S RIDE OF THE YEARVencedora: Izzi Gomez (COL) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Owen MilneFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Peter Clyne; Aelan Vaast (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Kotaha Surfing Productions. MEN’S BIGGEST WAVEVencedor: Rodrigo Koxa (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Mattias Hammar – Fotos: Jayden Cheo, Stephan Mathers e Ianco RochaFinalistas: Lucas “Chumbo” Chianca (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves; Clément Roseyro (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Arthur Picard. WOMEN’S BIGGEST WAVEVencedora: Michelle des Bouillons (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan ChavesFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves – Fotos: Laurent Masurel e Aurnad Plas; Michaela Fregonese (ITA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Kaique Silva. MEN’S PADDLEVencedor: Grant “Twiggy” Baker (RSA) – Nazaré, Portugal – Fotos: Peter “Joli”

    Brasil conquista as categorias de Maior Onda Masculina e Feminina com Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons, que ainda podem estabelecer também os novos recordes mundiais.

    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.

    Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí. É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local. Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente. Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. E até quem nunca subiu em uma prancha pode experimentar o surfe nas ondas mais acessíveis de Waikiki. Do outro lado da ilha está um cenário completamente diferente. No North Shore, Haleiwa preserva o clima de uma surf town, com lojas, restaurantes e food trucks no caminho para algumas das praias mais famosas do planeta. É também nessa faixa de costa que quebram algumas das ondas mais impressionantes e desejadas do mundo. Ali, o surfe extrapola a água e ajuda a ditar o ritmo da vida ao redor do oceano, uma relação que faz do Havaí muito mais do que um destino de ondas. É justamente esse universo que inspira a campanha Na Onda Com BB Mastercard, criada sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”. A iniciativa une benefícios aos clientes, incentivo ao esporte e levará consumidores ao Havaí justamente no auge da temporada havaiana, quando as grandes ondas despertam no North Shore e alguns dos melhores surfistas do mundo estão na ilha. Clique aqui para participar Quando o North Shore desperta Durante o inverno do Hemisfério Norte, grandes tempestades formadas no Pacífico enviam ondulações poderosas em direção ao arquipélago. Quando essa energia encontra o North Shore de Oahu, algumas das ondas mais famosas do planeta ganham vida. É nessa época que a pequena faixa de costa passa a concentrar alguns dos melhores surfistas do mundo. Entre campeonatos, treinos e sessões de freesurf, atletas, fãs e fotógrafos dividem o mesmo cenário, enquanto boa parte das atenções do mundo do surfe se volta para o North Shore. E é justamente nesse momento que os clientes contemplados pela campanha Na Onda Com BB Mastercard estarão no Havaí, com a oportunidade de acompanhar ao vivo, em Pipeline, a etapa decisiva da temporada 2026 do Circuito Mundial da WSL. Sete milhas de história Em aproximadamente sete milhas de costa (cerca de 11 quilômetros) encontram-se picos como Waimea Bay, Sunset Beach e Pipeline, entre muitos outros. Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas. Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore: Pipeline. A onda que parecia impossível No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história. Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline. Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia. O Brasil entra em cena Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história. Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano. A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato. E então veio 2019. Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo. De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo. Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta. Italo venceu. Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez. Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo. Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. Mas a ligação entre Brasil e

    Berço do surfe, Havaí reúne ondas lendárias, paisagens paradisíacas e uma relação especial com o Brasil. Campanha Na Onda Com BB Mastercard leva clientes para viver essa experiência de perto.