A história do Joy Division começa em Manchester em 1976, quando Ian Curtis, Bernard Sumner e Peter Hook formaram a banda (inicialmente chamada Warsaw) após verem um show dos Sex Pistols.
A banda ganhou notoriedade com o som pós-punk sombrio e as letras introspectivas de Ian Curtis, que lutava contra a epilepsia. Seu segundo álbum, Unknown Pleasures (1979), foi um marco de sucesso, mas a banda chegou ao fim abruptamente quando Ian Curtis cometeu suicídio em maio de 1980, pouco antes de uma turnê pelos EUA e do lançamento do segundo álbum, Closer.
Após a morte de Curtis, os membros restantes formaram o grupo New Order.
Sucesso e som
O som característico da banda combinava o baixo proeminente e melódico de Peter Hook, a guitarra rítmica de Sumner e a bateria de Stephen Morris, além de letras sombrias de Curtis.
O produtor Martin Hannett foi fundamental para definir a sonoridade eletrônica e a atmosfera gélida dos álbuns.
O EP de estreia, An Ideal for Living (1978), teve forte influência do punk, mas o primeiro álbum, Unknown Pleasures (1979), foi aclamado pela crítica e pelo público.
Fim da banda e legado
Ian Curtis sofria de depressão e epilepsia, que pioraram nos últimos anos, e ele lutou com o vício em medicamentos. Em maio de 1980, pouco antes do lançamento do segundo álbum, Closer, Curtis cometeu suicídio aos 23 anos.
Com o fim do Joy Division, os integrantes restantes formaram o New Order, uma banda que alcançou sucesso mundial misturando rock e música eletrônica.












